Livros e fanfics de Ficção Científica
Recomendado por LunaBiju
LunaBiju
Café, Ciúmes e os Acasos do Amor me atraiu por causa do título, mas confesso, ao ler o resumo pensei: “ih, sei não, lá vem um daqueles clichês... Depois eu leio”, não sabia eu quão errada estava com essa atitude, pois apenas adiei belíssimos momentos de diversão, risadas e, até mesmo, lágrimas proporcionadas por essa turma da Bia e da Mililika. Enfim, bons tempos depois, experimentei a primeira dose do Café e, tal como Damien, fui totalmente cativada logo no primeiro capítulo! Uma escrita fácil, fluída, “certinha” rsrs e adoravelmente recheada de humor. Um enredo que lida com situações do cotidiano vivenciadas por personagens encantadores por seus traços tão singulares e humanos, criados de tal modo a nos fazer imaginá-los tão reais quanto o leitor. Café, Ciúmes e os Acasos do Amor me conquistou também pela capacidade de abordar temas como traumas, homofobia e racismo sem perder a sutileza que dá base à história, nem afetar as boas e, sem dúvida, ótimas cenas de humor. Não se engane com essa ideia de que é mais um clichê, nada disso! É um magnífico trabalho sabiamente escrito por essas divas do Nyah! pelo qual me apaixono a cada capítulo e deixa aquele gostinho doce de um amor que chegou por acaso, de um jeitinho despretensioso mas tão poderoso quanto uma boa xícara de café, capaz de nos dar ânimo para enfrentar os desafios da vida e acalentar nossos dias. Que tal se deliciar com uma dose? Aproveita essa chance! Senta e experimenta também, aposto que vai amar cada gotinha dessa linda história!♥
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME
(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).
VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?
Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...
Recomendado por sabrinavilanova
sabrinavilanova
Confesso que pensei muito em fazer essa recomendação, não no ato em si, mas no modo como fazê-lo. Cavalos Selvagens é uma história maravilhosa por si só. A escrita que a acompanha é tão leve e calma. A narrativa, mesmo sendo em terceira pessoa, te dá espaço para entrar na cabeça dos personagens e imaginar cada cena em sua mente. É uma história doce e leve, para ser lida de uma tacada só.
Não posso deixar, nunca, de elogiar a escrita da Miriã que é certamente maravilhosa. Cavalos Selvagens te leva a fazenda, te faz ter a sensação de paz em seu coração e faz com que qualquer um fique com um sorrisinho no rosto. Não estou dizendo que tudo por aqui é cor-de-rosa, não, não é isso, os momentos de tensão são muito bem feitos e te pegam desprevenido, não há avisos prévios para o sofrimento, exatamente como na vida real.
Os personagens são envolventes e apaixonantes. Você se vê suspirando por eles a cada passagem. Além de querer colocá-los num potinho bem resistente para que ninguém no mundo os machuque. O tom leve e bem-humorado da história te prende de uma forma singular, tão singular que você não percebe que está sendo preso pela narrativa. Narrativa essa que é bastante sinuosa, dividindo-se entre várias histórias que, em primeiro momento, você pode achar que tem a possibilidade de se perder, mas logo depois percebe que é tudo tão bem encaixado que, nem que estivesse em um labirinto, isso poderia acontecer.
"Eu aprendi, que tudo o que precisamos, é de uma mão para segurar e um coração para nos entender." E nessas palavras de William Shakespeare, vejo um caminho para cada um dos que compõem essa história, que todos eles aceitem as mãos oferecidas e ouçam seus corações para tudo o que pode acontecer.
Espero ver mais e mais recomendações para essa história, ela merece muito.