Livros e fanfics de Ficção Científica

Recomendado por Jessie

Jessie
Aqui está uma história pra ser lida (e relida, e relida...). Quatro personagens principais fantásticos (principalmente MINHA Valeska), completamente bem estruturados e com personalidades fortíssimas. Sabe quando um deles fala e não é nem preciso descrever quem falou, que só pelo jeito você já sabe quem é? Exatamente. Além da reviravolta na paixão de infância de Lara e Douglas, a história narra a amizade desses quatro malucos, que de longe se vê que é linda e verdadeira. Não me canso de dizer que o Gabriel tem um futuro incrível, e em FSA mais uma vez se nota isso. Minha estante tem um espaço reservado só pra ti, guri. Enfim, como o próprio disse: "Rache de rir, emocione-se, apaixone-se", então, o que você está esperando pra começar a ler AGORA?! Corre! Garanto que você não vai sair decepcionado ;)
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) MAS / (2) MAIS

(1) “Mas” indica uma ideia contrária, sendo substituído por “porém”. -> Ex: Frequentava a faculdade, mas era vagabundo.
(2) “Mais” é o contrário de “menos”; então, basta substituir por “menos” para ver se está correto. -> Ex: eu preciso de mais farinha. (= de menos farinha)

Recomendado por azoo

azoo
O primeiro que devem saber: embora seja uma história recheada de uma crítica representada através de sátiras e zoações, o autor realmente esclarece esse assunto consumado que há por essas bandas. Abordando o tema que parece ser oriundo de paradigmas que estão intrinsecamente ligados ao ganho descomunal de reviews, aquele clichê de garota nerd x badboy, com patricinhas, starbucks, tendências suicidas e tudo mais, a estória pode, sim, ser algo para se refletir, mesmo com a acidez nas entrelinhas - e de uma forma tão cômica que me faz querer morrer de rir. Não julgo ninguém que escreve ou lê esse gênero batido, mas acredito que há muito mais histórias por aí que, além de possuírem isso, sendo trabalhado de forma mais sucinta e coesa, também contam com plot-twists perfeitos. E, ademais, há histórias que com um enredo tão instigante, com suspense, mistério e reviravoltas, que às vezes são sobrepujadas pela torrente da mesmice que é a maioria dos contos que vemos por aqui. Isso pode ter, no final das contas, ficado parecido com um apelo ou uma reflexão, mas, em minha concepção, é exatamente este o objetivo da Fic: tentar esclarecer o que muitos não conseguem - ou querem - enxergar.