Livros e fanfics de Drama

Recomendado por Ane Dobrev

Ane Dobrev
Agora que me toquei de que não havia recomendado essa fanfic perfeita! Por onde começo? Bom, é aquele tipo de fanfic que te prende te faz refém e te deixa no chão a cada final de um capítulo, mas caro que de um moda bom. A autora é perfeita e sabe como fazer você se entregar a fanfic e continua-la e implorar por mais. A história de duas pessoas totalmente opostas pode parecer clichê para você, mas não é! Definitivamente essa fanfic não é clichê, não posso entrar em mais detalhes porque se não vai perder a graça, mas você fica presa a essa fanfic de um modo extraordinário, eu até queria me casar com essa fanfic! Quando você ler "Opostos" você saberá do que estou falando, e quando você acabar de ler "Opostos" você tem que começar a ler "A Herdeira da Mafia"... Aí você deve estar se perguntando "Pra que Ane?" Pra que? PRA QUE? Pra você continuar amando a autora mais e mais, porque AHM é ainda melhor que "Opostos" (Como se isso fosse possível). Enfim, eu amei essa fanfic, é a minha preferida e estou amando AHM ta sendo a minha segunda favorita e você via amar quando ler.
"MAS, MAS, MAS..."

Enriqueça o seu vocabulário e utilize outros conectores como: contudo, todavia, embora, senão, apesar disso, ainda assim, porém, entretanto, no entanto, mesmo assim...

(1) AFIM / (2) A FIM

(1) "Afim" indica afinidade. -> Ex: sentimentos afins.
(2) "A fim" é um conectivo que indica finalidade (= para). -> Ex: Estudava muito a fim de ser aprovado (para ser aprovado).

Recomendado por Gigi V

Gigi V
Menta nos presenteia em Amor Fati com um relato (muito bem narrado em primeira pessoa, diga-se de passagem) da elite carioca. Sob a ótica da protagonista, temos um relato verossímil e intencionalmente cru das entranhas de uma sociedade que, construída sobre as bases da aparência, esconde as mais variadas podridões sob seus belos e caros tapetes sociais. A autora aborda com verdade e maestria temáticas tão complexas (e sempre atuais) como hipocrisia, racismo, drogas, luxúria... Enfim, distintivos do ser que tanto o corrompem quanto lhe conferem humanidade. Vemos aqui que o ser humano pode ser cruel, indiferente, cobiçoso ou amável, sem que tais atributos sejam determinados por sua condição social. A elite pode, sim, ser podre. Essa é a primeira lição que Cecília, a protagonista, tem a nos ensinar. Mas, em contrapartida, logo nos damos conta de que podem, sim, haver pérolas em meio à sujeira sob o tapete. Menta nos oferece um relato leve e puro da amizade, fazendo-nos crer que nem tudo pode ser corrompido: a amizade de Cecília e Daniel está aí para confirmar que, quando temos amigos verdadeiros, as fases difíceis da vida são mais facilmente superadas; a amizade, afinal, deixa tudo mais leve e suportável. E, por fim, eu não poderia deixar de citar nosso estranho professor... Ele surgiu de repente como uma promessa de que a vida de Cecília vai mudar. Nabokov já nos alertou que relações assim podem ser totalmente destrutivas, logo, resta-nos aguardar que esse estranho não mude a vida da nossa (já tão querida) protagonista para pior. Recomendo enfaticamente a leitura de Amor Fati, um belo e perturbador retrato da realidade da vida que, como não poderia ser diferente, faz jus ao talento e convicção autoral da grande autora que é nossa Menta.