Livros e fanfics de Death Fic

Recomendado por Ray Schreave

Ray Schreave
TÁ SENTINDO ESSE CHEIRO? DE SAMBA Gente, que fic perfeita, socorro kk To shippando Bemmi um pouco, talvez muito. Confesso quequando vi o nome fiquei tipo "Que diabos de fanfic é essa?", ai eu resolvi ler e viciei kk E olha que é muuuito difícil eu gostar de um romance, mas esse é tão divo, e não é tão meloso assim, acho que foi por isso que eu me apaixonei kk
ASSISTO "A" TV

Pode-se assistir ALGO no sentido de ajudar. -> Ex: O médico assistiu o paciente. (Prestou ajuda ao paciente, atendeu-o.)
Ou assistir A ALGO no sentido de presenciar algo, ver, observar. -> Ex 2: Eles assistiam à televisão. (Olhavam a televisão.)

(1) TÃO POUCO / (2) TAMPOUCO

(1) Referindo-se à quantidade, equivale à “muito pouco”. -> Ex: Havia tão pouco pão.
(2) Quer dizer “também não”. -> Ex: Ela não gostava de comprar, tampouco se divertia ao sair.

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!