Livros e fanfics de Death Fic

Recomendado por Imperador Kaito

Imperador Kaito
Gente! me apaixonei perdidamente por essa história. muito fofa e apaixonante do começo ao fim. durante muito tempo procurei histórias que me envolvesse numa teia ansioso para seu desenrolar. não estou falando mal dos outros autores, é só minha opinião. Devo dizer que é uma ótima trama! Ela pode não encantar pelo primeiro capítulo de uma forma explosiva e viciante, mas, com seu desenvolver, ela faz mais que isso, cria em você uma expectativa de novas coisas e deixa seu estômago revirando para saber o futuro dos acontecimentos... Como disse antes, é o tipo de história que pode não me causar uma explosão de vicio no primeiro capítulo, mas que com seu desenrolar faz mais que isso: ela me enfia brutalmente dentro de aventuras magníficas que nunca nem sonhei ficar tão envolvido, compartilha os sentimentos dos personagens com o leitor (no caso eu – Ahahaah) de um jeito que o faz se sentir como seu personagem favorito, se sentir especial! Ela é uma teia: transparente, singela e discreta a princípio, mas perigosa, envolvente e uma “cadeia pessoal” para todos que lêem e se identificam com a história! Parabéns por ter pensado em algo tão belo!
"ELA DISSE OBRIGADO”

WAATT? Pessoas do gênero feminino dizem “obrigada”, e pessoas do gênero masculino falam “obrigado”. Utilize essa dica até na sua fala. Não passe vergonha.

(1) PRESCREVER / (2) PROSCREVER

(1) Prescrever é receitar ou perder a validade. -> Ex 1: Para o tratamento das minhas alergias, o médico prescreveu banho frio. Ex 2: O prazo de validade dos remédios já prescreveu.
(2) Proscrever significa banir, abolir, expulsar. -> Ex: No meu tratamento, o banho frio foi proscrito.

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!