Livros e fanfics de Universo Alternativo
Recomendado por Say Something
Say Something
Então, como eu disse, essa história é linda.
Não sei se é pelo fato de ser tão delicadamente escrita, ou simplesmente por ter sido uma das histórias que arrancaram minhas lágrimas.
A história retrata um romance bonito, mas não um "romance bonito" qualquer, e sim daqueles que apaixonam, e fazem você ansiar por mais, sabendo que nunca terá um "Mais".
Apesar de eu querer estrangular a autora por não fazer mais, eu tenho mais é que elogiar, pois ela me fez ganhar um bom tempo da minha vida lendo.
Na minha sincera e limpa opinião, eu acho que a autora deveria transformar num livro, pois renderia dinheiro com um empurrãozinho de alguma editora, mas se ela não o fizer, não acho justo, pois muitas pessoas que não usam o Fanfiction estariam perdendo a maravilhosa oportunidade de ler.
O romance é puro, com suas próprias piadas e um drama, que combinado faz a história ser totalmente maravilhosa, não é estranho uma história ser tão perfeita?
Então até agora, tento agradecer a autora por tê-la escrito, e espero que essa recomendação baste, pois se não terei que vender minha vida para agradecer.
Então, resumindo tudo que disse, meus parabéns pela ótima escrita, e pela história, uma obra-prima digna de ser transformada em um belo livro.
A história, é maravilhosa.
(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO
(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.
(1) À-TOA / (2) À TOA
“Tia, essa é fácil! À-toa, com hífen, não existe! rsrsrs”
Caro ninja noob, infelizmente, existe sim, e veremos como:
(1) Significa desprezível, inútil. -> Ex: Ela era alguém à-toa. (Inútil)
(2) Significa “a esmo”, inutilmente (note que é a forma da ação enquanto, o de cima, caracteriza algo). -> Ex: Vivia à toa na vida.
Recomendado por Rachel Bianchi
Rachel Bianchi
Eu fiquei algumas muitas horas hoje, absolutamente imersa neste maravilhoso mundo do Vicente (que na minha cabeça é Vince e ponto final) e da Maria Valentina (que eu batizei de Vale carinhosamente). Durante os mágicos momentos em que estava preso no peculiar universo deste improvável casal de animigos, eu me peguei diversas vezes com inveja e ciúmes de um sentimento que oscilava tanto entre o ódio e o amor. Foram vários os momentos em que me senti verdadeiramente tentada a derramar lágrimas pelos dois, tanto a situação deles como um casal ou algo assim quanto pela situação familiar de ambos, que eu me identifiquei de algumas formas.