Livros e fanfics de Ação
Recomendado por Salayne
Salayne
Certo, certo. Como eu posso fazer uma recomendação para a melhor história que eu já li? Não é babação de ovo, é verdade. Todo mundo devia ler essa história. Os personagens são muito bem desenvolvidos, muito bem retratados e escritos. O mais importante de tudo é que os personagens são muito reais! É muito fácil se identificar com a Belle, muito fácil se deixar envolver por todo o mistério que tem em torno dos gêmeos Blanchard.
Além disso, a história não gira em torno do romance — apesar de, é claro, ter romance — o que é ótimo. E ainda te prende a cada momento, faz com que você não consiga parar de ler, que não consiga parar de desejar o próximo capítulo, faz com que você queira que o capítulo não acabe nunca.
A Luma escreve de um jeito maravilhoso, de te deixar enfeitiçado. Acredite, Lua da Meia Noite é melhor do que muitos livros que eu já li. As descrições são ótimas, leves e não fazem a história ficar pesada ou arrastada, de modo algum. Os Bertrant e os Blanchard são os principais, mas os personagens secundários não ficam esquecidos. Pelo contrário, cada um deles também tem a sua história, todas muito bem desenvolvidas, e são muito carismáticos.
É uma história maravilhosa, muito bem escrita, com um ritmo perfeito, que consegue me deixar sem fôlego ao final de cada capítulo, sempre ansiosa e esperando pelo próximo. Uma história que sem sombra de dúvidas devia virar livro. Se virar, tenho certeza de que vai ser best-seller, e eu vou querer ter na minha estante.
Resumindo, Lua da Meia Noite é a melhor história que eu já li, e merece todas as recomendações do mundo ❤
"HOUVERAM" MUITOS ACIDENTES
O verbo "haver", no sentido de existir, é invariável; sendo assim -> Houve muitos acidentes.
(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO
(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.
Recomendado por Glória San
Glória San
Okay. Por onde começar? Vou dizer então que não sou boa utilizando as palavras para me expressar, então, eu espero que você não fique muito decepcionada com a minha capacidade de enrolar e falar nada... Vamos lá. Eu estava em certa tarde (não sei se era ensolarada ou não, eu não ligo pra isso) em um grupo onde sua história foi indicada e, em uma ação feliz, cliquei no link. Depois da descrição, eu fui ler, pois, além de amante de yaoi, sou apaixonada por xadrez (sim, o título me encantou em primeiro lugar). Então, eu vim ao lugar certo.
Além de ter uma escrita gostosa e um desenvolvimento certo, os personagens são realistas, são normais, são como eu e você. Os cenários são fáceis de imaginar e o romance vai te fazer torcer, não importa o quão careta você seja. Algumas pessoas podem até dizer que é lenga-lenga, mas eu chamo isso de relação construída e a adoro.
Os personagens já têm um lugarzinho especial no meu coração, e sempre terão, na verdade. Lendo essa história, eu senti um vazio quando dei conta que ainda não poderia tê-la em minha estante como um livro. Gente, falando sério, estou sonhando acordada, esperando que um dia Xadrez possa estar lá, nas prateleiras, junto com as outras histórias tão boas quanto, como aqueles romances famosos que todos já ouvimos falar sobre. Mais pontos positivos na história é a capa demais e a sinopse atraente (Monique, eu devo te agradecer por ser uma Hitler e por ajudar a Jujuba, você é demais), além do texto simples. Eu acho que já falei isso, no entanto, não custa nada dar ênfase.
Bem, mais uma coisa que pode te fazer ler urgentemente isso aqui é o fato da história se passar no Brasil. Nossa, essas são tão raras... E com toda a certeza Xadrez é a melhor de todas. Um dia, quem sabe, de jovem gafanhoto eu possa ser tão boa no que faço quanto a Jujuba (isso mesmo, eu não pedi permissão, mas eu vou chama-la assim, acostume-se).
Os: Meu personagem preferido é o Matheus, que fique claro. Ele é... (não posso falar nada, pois estou suspirando por causa de minha mais nova paixão platônica agora).