Livros e fanfics sobre Contemporânea

Recomendado por Bia

Bia
Como explicar? Simplesmente P.E.R.F.E.I.TA Detalha todos os sentimentos perfeitamente que você é capaz de sentir o que Jenny esta sentindo...perfeito. Personagens maravilhosos, cada um com o seu jeito encantador e reveladores. Lugares imaginativos, o que eu adoro propriamente dito... Fala detalhes, mas deixa sua imaginação correr solta. Textos incríveis, muito pouco os erros, e esses aceitáveis. (Sei como é ( difícil prestar atenção quando a ideia vem em mente e você precisa passar para o computador antes que se esqueça). :) Mostra que o amor não tem idade, gênero ou importância sanguínea... e esta certíssimo. Você vai morrer de rir com os dramas de Jenny e vai chorar com as declarações por parte das meninas e também por causa do sofrimento de Jenny. Vai amar a historia assim como muitas pessoas amaram. Perfeita! Passou a ser uma das minhas favoritas...parabéns. ;)
ISSO IMPLICOU "NA" SUA MORTE

Quando o verbo significa "ACARRETAR", não se deve utilizar a preposição "EM" (no caso do título, "NA" é a junção de "EM + A"). Assim, se implica algo, não se implica em algo.
-> Ex. certo: As leis implicam acidentes.
-> Ex. errado: As leis implicam em acidentes. <- ISSO NON ECZISTE!

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por TatiGreenDay

TatiGreenDay
A história da Joice nos traz muitas reflexões, desde o início. Parte por já sabermos qual será o destino dela (já que a história é narrada pela garota contando sobre seu último verão antes de morrer), parte pela forma crua como a autora trabalha a rotina, o preconceito, os desafios e os problemas extremamente realistas na adolescência. Ela também nos faz criar simpatia pela Joice e torcer para que ela de alguma forma drible a morte que está narrando. Como a história é contada pela perspectiva da personagem protagonista como uma lembrança, é como se estivéssemos ali, junto com ela, descobrindo tudo ao mesmo tempo. Além de vermos ela viver o primeiro amor (muito fofo por sinal, lindo ver ela apaixonada ♥), as responsabilidades estudantis e as frustrações com seus problemas, essa história também nos faz pensar em como estamos usando o nosso tempo. Será que estamos nos projetando demais no futuro e deixando de viver e abraçar o presente, que é o único tempo que nós de fato vivemos? O Último Verão de Joice vai alugar alguns triplex na sua cabeça. ♥