Livros e fanfics de Terror

Recomendado por Letícia Paixão

Letícia Paixão
Nunca vi tanta perfeição em uma só fic! E não estou falando só por causa daquele Adônis chamado Diego ñ. Estou falando da estória em si. Perfeição de escrita e enredo. Amei cada pedacinho dela. A princípio ñ gostei muito de como as coisas aconteceram na vida de Pietra, mas depois eu vi que valeu a pena cada momento. Garota de sorte viu! **) Só espero q tenha continuação pois estou louquinha pra ver esses dois se reencontrando e vivendo felizes para sempre. Eu sei, clichê, mas fazer oq né!?!? Por incrível q pareça, eu tenho um lado romântico. Lado esse q cresce a cada dia, mesmo q ñ valha muito a pena, já q história como essa só acontecem em livros. Uma vez na vida e outra na morte, é q vemos algo assim no planeta terra, mas creio eu q seja raro, e para pessoas q realmente mereçam. Como a Pietra, por exemplo! Ficarei na torcida, NEXT LOGO! bjs. >.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) DE / (2) DÊ

(1) "De" é preposição, une as palavras. -> Ex: Gosto de refrigerante de laranja.
(2) "Dê" é uma ordem (verbo no imperativo afirmativo) que vem do verbo "dar". -> Ex: Me dê um brinquedo, mãe!

Recomendado por Ethereal Serenade

Ethereal Serenade
Julia não é uma história fácil de ser lida, e muito menos de ser digerida facilmente. Ela aborda uma temática pouco usual, e não menos polêmica. Venho aqui recomendar a leitura a todos, mas como os bons são os amigos sempre avisam, deixo um recado de antemão: esta não é uma leitura aconselhável a quem tem a mente fraca e/ou fechada para determinados assuntos, ou toma como ofensa quando se toca em algo que lhe deve respeito. Agora, se você deseja ler algo que fuga às regras do lugar-comum, que incomode, que cause e traga sensações diversas, e, quem sabe até mesmo o/a fascine de uma maneira peculiar, sinta-se convidado para o deleite desta pequena, porém inesquecível história.