Livros e fanfics de Suspense

Recomendado por Lolita Santiago

Lolita Santiago
Não tem como indicar uma única ficzinha sem querer indicar a saga inteira!!! O nome cai muito bem a saga PAIXÕES Gregas, a cada livro eu me apaixono por mais um galã literário ;). Isso mesmo produção, nada de trocar de amores, aqui o lance é adicionar paixões e viver alegre, feliz, satisfeita e sem preconceitos. Me apaixonei por esse Clã quando eles ainda eram só os moicanos hehe e hoje são cheios de tradições que eu super apoio. Então, em PG Amor sem fronteiras temos drama (como se pudéssemos viver sem ele), temos altruísmo, risos sem fim, PEGADA, aceitação, diversidade (todos somos diferentes e isso nos torna igual) e muuuuuito amor! O melhor das fics de Moni é q elas nos ensina, nos faz refletir, mesmo q a intenção inicial n seja esta. Vale a pena tirar uns minutinhos para viajar nesse mundo perfeitamente imperfeito dos Stefanos. Deem uma chance e tbm irão se apaixonar; eu já me sinto da família kkk
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) DE REPENTE / (2) DERREPENTE

(1) Assim se escreve, estrelinha na testa pra quem escreve desse jeito.
(2) Saia deste capítulo que não te pertence! Ninguém escrevendo mais derrepente, hein!

Recomendado por Wescreidi

Wescreidi
Acho uma tremenda injustiça poder recomendar a história, e não o autor. Não obstante, confesso: Das histórias do talentoso Vini-san, essa superou em alguns pontos as demais. Ah trama interligada e construída por personagens de altíssimo nível de singularidade e humanidade , toma como essência, a vida representada pela palavra, sendo ardorosamente esculpida pela qualidade em que é escrita. Parece ser muito para se ler, mas o desejo é atemporal e ignorante à extensão. E o desejo que se cresce por lê-la é grande; acredito que não importe o quanto seja escrita, nunca será suficiente. No entanto, se torna cada vez mais complicada; se faz necessária a vontade de entender, e o hábito de pensar e ler, não só ler. Se aceitar as cláusulas desse contrato, será recompensado por qualidade e conteúdo. Ademais, "Como Vivem os Anjos" é contraditória à teologia. Fico a pensar que todos os anjos são Lúcifer. Represente ele o mal, ou o bem; ou os dois. Deveria cobrar pelo conselho que darei: Leia.