Livros e fanfics shipp Nara Shikamaru & Nara Shikamaru

Recomendado por Larissa Megurine

Larissa Megurine
Melhor fic de yaoi que eu já li na vida!!!!!!!! E sim, já li muitas. Sakakibara Chiaki não deixa a desejar em nada, desenvolvendo com maestria todos os três casais. É incrível como ela consegue dosar romance, comédia, sensualidade e ainda uma pitada de drama ao longo do desenrolar da trama. Seus personagens são carismáticos (alguns mais do que outros...), apaixonantes e te viciam nas histórias de seus respectivos romances. Impossível não amar o fofo do Tsuki, não ser seduzido pelo Kame, ou não morrer de rir com a Keiko (que lembra fortemente a fujoshi que vive dentro de cada um(a) de nós)! O que também me surpreendeu foi a excelente escrita da autora! Claro que estamos em um site de escritores amadores, mas é emocionante ler a fic de alguém que realmente tem um dom para isso, com ótimo português e leitura empolgante, além de uma história muitíssimo bem criada. Super recomendo a todos os fudanshis e fujoshis do mundo (bem como para aqueles que estão dispostos a conhecer esse mundo).
ASSISTO "A" TV

Pode-se assistir ALGO no sentido de ajudar. -> Ex: O médico assistiu o paciente. (Prestou ajuda ao paciente, atendeu-o.)
Ou assistir A ALGO no sentido de presenciar algo, ver, observar. -> Ex 2: Eles assistiam à televisão. (Olhavam a televisão.)

(1) SEDE/ (2) CEDE

(1) Estabelecimento principal (lemos séde); necessidade de beber (lemos sêde). -> Ex: Vou à sede amanhã / Estou com sede.
(2) Verbo ceder, abrir mão de algo, desistir ou dar (lemos céde, igual à pronúncia de estabelecimento principal). -> Ex: Ele não me cede aquele livro.

Recomendado por Gigi V

Gigi V
Menta nos presenteia em Amor Fati com um relato (muito bem narrado em primeira pessoa, diga-se de passagem) da elite carioca. Sob a ótica da protagonista, temos um relato verossímil e intencionalmente cru das entranhas de uma sociedade que, construída sobre as bases da aparência, esconde as mais variadas podridões sob seus belos e caros tapetes sociais. A autora aborda com verdade e maestria temáticas tão complexas (e sempre atuais) como hipocrisia, racismo, drogas, luxúria... Enfim, distintivos do ser que tanto o corrompem quanto lhe conferem humanidade. Vemos aqui que o ser humano pode ser cruel, indiferente, cobiçoso ou amável, sem que tais atributos sejam determinados por sua condição social. A elite pode, sim, ser podre. Essa é a primeira lição que Cecília, a protagonista, tem a nos ensinar. Mas, em contrapartida, logo nos damos conta de que podem, sim, haver pérolas em meio à sujeira sob o tapete. Menta nos oferece um relato leve e puro da amizade, fazendo-nos crer que nem tudo pode ser corrompido: a amizade de Cecília e Daniel está aí para confirmar que, quando temos amigos verdadeiros, as fases difíceis da vida são mais facilmente superadas; a amizade, afinal, deixa tudo mais leve e suportável. E, por fim, eu não poderia deixar de citar nosso estranho professor... Ele surgiu de repente como uma promessa de que a vida de Cecília vai mudar. Nabokov já nos alertou que relações assim podem ser totalmente destrutivas, logo, resta-nos aguardar que esse estranho não mude a vida da nossa (já tão querida) protagonista para pior. Recomendo enfaticamente a leitura de Amor Fati, um belo e perturbador retrato da realidade da vida que, como não poderia ser diferente, faz jus ao talento e convicção autoral da grande autora que é nossa Menta.