Livros e fanfics

Recomendado por Paloma

Paloma
Essa fic é uma daquelas que você que ler ler, ler, ler e ler de novo. É simplesmente perfeita, eu a cada capítulo estou ficando mais e mais apaixonada, eu comecei ler essa fic no domingo e passei o domingo todo lendo e fiquei simplesmente encantada. Se ler essa fic, não tem como se arrepender. Eu espero que ainda demore bastante para acabar porque quando acabar com certeza vai ser o meu fim também. A cada capítulo eu quero mais e mais. Tem tudo oque eu gosto nessa fic e por isso eu simplesmente a amei desde o inicio. ♥
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO

(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.

Recomendado por Napolitana

Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção. Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos... Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa. Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle. PS. A autora é muito gente boa!