Este capítulo foi muito maravilhoso especialmente para mim que sou tão encantada pelo Chemoth. Encantamento, este, que vinha apenas de suposição e detalhes, afinal, apenas agora, principais aspectos foram citados, o que me deixou bem animada, como a citação de seus modos teatrais e a sua confirmação de idade avançada (eu e meu fascínio por homens de meio século!). Não consigo decidir-me agora quem prefiro entre ele e Decarabia, sendo que deste tenho um só para mim (se é que me entende), mas ainda espero muito que ver deste demônio. Enfim, o foco do capítulo, a interação entre Liz e Chemoth, me foi muito agradável, divertida, tanto que terminei minha leitura antes de pensar tê-la começado, o que foi o único ponto terrível! Desejaria entrar na tenda da pequena criança e observá-los em cada interação cotidiana, pois com os modos extravagantes de Chemoth e os modos travessos de Liz, creio que até o escovar dos dentes entre os dois pode ser uma tarefa interessantíssima! Ele simplesmente não poderia escolher ninguém melhor para ter como filha, creio que se Liz fosse, de fato uma criança como Chemoth quer que ela seja, logo se cansaria dela. O interesse dele por ela está no seu próprio esforço por agradá-la, agradando a si próprio. No entanto, no meio de minha leitura, creio ter visto algo que me deixou mais estupefata do que pensei ser possível se tratando de Chemoth, ele bateu em sua garotinha? Tudo indica que sim, sua possessão por ela está atingindo gradualmente níveis impressionantes, os quais me deixam fascinada e completamente ansiosa!
Mais uma vez tenho que citar a formação dos personagens, algo que estimula minha leitura muito mais que o próprio enredo, talvez (e algo o qual já comentei por uma segunda vez com você anteriormente). Neste capítulo uma nova figura surgira, Cornélia! E apesar de sua breve participação, esta dama mostrou-se tão interessante quanto eu esperaria que fossem qualquer um dos seus personagens, é mesmo um privilégio poder ter contato com tais personalidades!
E bem, para finalizar os meus comentários para com o capítulo, devo, é claro citar seu querido e apreciado Auriam e o fato o qual este participou. Sabe, acho que começo a entendê-lo... toda aquela descrição que comentara comigo anteriormente começa a fazer sentido, agora, na prática. E a leviandade com o qual saiu dos seus lábios o nome de Liz me deixou bem satisfeita, já que eu mesma imaginava o quão difícil seria agradar o gosto requintado e decidido (já que ele disse que trataria de escolher outro nome para a garota e não se esqueceria por orgulho) de Chemoth, sem afetar a escolha já feita da tão independente e triplamente decidida Liz.
Senti falta do Heath, comentei anteriormente o quanto gostara dele, mas como tenho certeza que o verei novamente, vou pedir por mais cenas de interação entre Chemoth e Liz.
Lendo a parte em que especificamente comenta sobre os negócios de Chemoth na tenda de espelhos, notei o quão induvidavelmente seu escritor favorito é o Neil Gaiman, pois na narrativa existe aquele ar extraordinário (não que este já não estivesse completamente infestado em todo o Circo, estou apenas dando ênfase a minha notabilidade em especial), sem deixar de ser coerente, o que corrigindo minhas palavras na primeira review, não tem o ar nonsense que eu imaginava.
Quanto a este capítulo, termino aqui minha review, mesmo não sabendo que palavras são convenientes para fazê-lo sem terminá-la de uma forma medíocre. Espero que o conteúdo exposto até aqui possa driblar este final desastroso. Prometo voltar brevemente, por promessa, curiosidade e principalmente, interesse.
Este capítulo foi muito maravilhoso especialmente para mim que sou tão encantada pelo Chemoth. Encantamento, este, que vinha apenas de suposição e detalhes, afinal, apenas agora, principais aspectos foram citados, o que me deixou bem animada, como a citação de seus modos teatrais e a sua confirmação de idade avançada (eu e meu fascínio por homens de meio século!). Não consigo decidir-me agora quem prefiro entre ele e Decarabia, sendo que deste tenho um só para mim (se é que me entende), mas ainda espero muito que ver deste demônio. Enfim, o foco do capítulo, a interação entre Liz e Chemoth, me foi muito agradável, divertida, tanto que terminei minha leitura antes de pensar tê-la começado, o que foi o único ponto terrível! Desejaria entrar na tenda da pequena criança e observá-los em cada interação cotidiana, pois com os modos extravagantes de Chemoth e os modos travessos de Liz, creio que até o escovar dos dentes entre os dois pode ser uma tarefa interessantíssima! Ele simplesmente não poderia escolher ninguém melhor para ter como filha, creio que se Liz fosse, de fato uma criança como Chemoth quer que ela seja, logo se cansaria dela. O interesse dele por ela está no seu próprio esforço por agradá-la, agradando a si próprio. No entanto, no meio de minha leitura, creio ter visto algo que me deixou mais estupefata do que pensei ser possível se tratando de Chemoth, ele bateu em sua garotinha? Tudo indica que sim, sua possessão por ela está atingindo gradualmente níveis impressionantes, os quais me deixam fascinada e completamente ansiosa!
Mais uma vez tenho que citar a formação dos personagens, algo que estimula minha leitura muito mais que o próprio enredo, talvez (e algo o qual já comentei por uma segunda vez com você anteriormente). Neste capítulo uma nova figura surgira, Cornélia! E apesar de sua breve participação, esta dama mostrou-se tão interessante quanto eu esperaria que fossem qualquer um dos seus personagens, é mesmo um privilégio poder ter contato com tais personalidades!
E bem, para finalizar os meus comentários para com o capítulo, devo, é claro citar seu querido e apreciado Auriam e o fato o qual este participou. Sabe, acho que começo a entendê-lo... toda aquela descrição que comentara comigo anteriormente começa a fazer sentido, agora, na prática. E a leviandade com o qual saiu dos seus lábios o nome de Liz me deixou bem satisfeita, já que eu mesma imaginava o quão difícil seria agradar o gosto requintado e decidido (já que ele disse que trataria de escolher outro nome para a garota e não se esqueceria por orgulho) de Chemoth, sem afetar a escolha já feita da tão independente e triplamente decidida Liz.
Senti falta do Heath, comentei anteriormente o quanto gostara dele, mas como tenho certeza que o verei novamente, vou pedir por mais cenas de interação entre Chemoth e Liz.
Lendo a parte em que especificamente comenta sobre os negócios de Chemoth na tenda de espelhos, notei o quão induvidavelmente seu escritor favorito é o Neil Gaiman, pois na narrativa existe aquele ar extraordinário (não que este já não estivesse completamente infestado em todo o Circo, estou apenas dando ênfase a minha notabilidade em especial), sem deixar de ser coerente, o que corrigindo minhas palavras na primeira review, não tem o ar nonsense que eu imaginava.
Quanto a este capítulo, termino aqui minha review, mesmo não sabendo que palavras são convenientes para fazê-lo sem terminá-la de uma forma medíocre. Espero que o conteúdo exposto até aqui possa driblar este final desastroso. Prometo voltar brevemente, por promessa, curiosidade e principalmente, interesse.