Uhuhuhu, confesso que esta foi a história que mais me prendeu dentre as outras do senhor, autor, e parece que não foi a toa. Parabenizo-lhe pela organização já apresentada, os nomes dados para as alianças durante a guerra e a distribuição de áreas pelo globo. Uma coisa que diversas obras distópicas tem em comum é a distribuição da população segundo o trabalho.
Em Divergente, ouso citar, por meio de afinidades de forma semelhante (mas ao mesmo tempo tão distoante) daqui, ou até em A Seleção e Jogos Vorazes, duas obras que falam sobre o futuro (porém uma sendo mais voltada para o romance enquanto a outra é, bem, voltada para a guerra em si) em que dependendo de sua "casta" ou área a pessoa é limitada a um certo tipo de trabalho, sempre voltado para algo em comum.
A diferença no entanto que parece aguardar surpresas no futuro desta obra esta no fato dela ser uma autobiografia, não de uma pessoa qualquer, mas de um militar, de forma que poderemos ver o desenvolvimento pessoal do personagem e da sociedade em si.
Acompanharei os capítulos de forma curiosa, apesar da modestia do senhor, autor, acredito que gostarei desta história. O que faltaria nela para fazer mais sucesso? Talvez um beta (o que toda história basicamente necessita) e uma atualização qualquer para colocá-la na lista de recentes. Sei que não procura isto, mas ela tem muito a prometer.
Agradeço os elogios, e peço desculpas por não poder responder com detalhes sobre o assunto, me recordo pouco sobre o assunto em pauta.
Mas posso te afirmar com certeza que a guerra acabou com grande parte da população mundial, não se formaram mais alianças, a população esta uno com o planeta.
E a civilização vive através de um capitalismo inteligente (não tem melhor forma de o sistema acumular um elevado capital se a população tem um alto capital à investir).
Então a sociedade vive em um alto padrão econômico e com uma elevada educação desde a infância.
Espero ter esclarecido certos pontos que ajude a entender melhor a história.
Uhuhuhu, confesso que esta foi a história que mais me prendeu dentre as outras do senhor, autor, e parece que não foi a toa. Parabenizo-lhe pela organização já apresentada, os nomes dados para as alianças durante a guerra e a distribuição de áreas pelo globo. Uma coisa que diversas obras distópicas tem em comum é a distribuição da população segundo o trabalho.
Em Divergente, ouso citar, por meio de afinidades de forma semelhante (mas ao mesmo tempo tão distoante) daqui, ou até em A Seleção e Jogos Vorazes, duas obras que falam sobre o futuro (porém uma sendo mais voltada para o romance enquanto a outra é, bem, voltada para a guerra em si) em que dependendo de sua "casta" ou área a pessoa é limitada a um certo tipo de trabalho, sempre voltado para algo em comum.
A diferença no entanto que parece aguardar surpresas no futuro desta obra esta no fato dela ser uma autobiografia, não de uma pessoa qualquer, mas de um militar, de forma que poderemos ver o desenvolvimento pessoal do personagem e da sociedade em si.
Acompanharei os capítulos de forma curiosa, apesar da modestia do senhor, autor, acredito que gostarei desta história. O que faltaria nela para fazer mais sucesso? Talvez um beta (o que toda história basicamente necessita) e uma atualização qualquer para colocá-la na lista de recentes. Sei que não procura isto, mas ela tem muito a prometer.
Com expectativas curiosas,
Trapezista.
Sra. Trapezista
Agradeço os elogios, e peço desculpas por não poder responder com detalhes sobre o assunto, me recordo pouco sobre o assunto em pauta.
Mas posso te afirmar com certeza que a guerra acabou com grande parte da população mundial, não se formaram mais alianças, a população esta uno com o planeta.
E a civilização vive através de um capitalismo inteligente (não tem melhor forma de o sistema acumular um elevado capital se a população tem um alto capital à investir).
Então a sociedade vive em um alto padrão econômico e com uma elevada educação desde a infância.
Espero ter esclarecido certos pontos que ajude a entender melhor a história.
Atenciosamente
Lucas