O que mais gostei: OMG! Ainda nem acredito que tive a honra de betar Anjo!
O que acho que pode melhorar: Vlad, controle-se homem! Senão você não sai desse castelo nunca!
Carol? Que vc tá fazendo ai menina? Minha mais absoluta honra ter o capítulo betado por ti... Falando nisso, eu preciso falar com vc urgente sobre E...Corta.
LH, desculpe-me por respoder pra vc, mas já que isso aconteceu... fazer o que?
Nossa, não tem como discordar das notas finais que vc escreveu.
A verdade mesmo, eh que todos nós sentimos um pouco do que os personagens sentem, e acabamos criando saidas alternativas para o problema deles, expressando, por fim, que nós somos humanos e não resistimos a ler/assistir a algo de qualidade sem poder pensar e analisar sobre o assunto. Alguns de nós de a coragem e o talento de escrever e mostrar ao público suas ideias e suas saidas.
Parabéns pelo ótimo trabalho. Sua fic é magnifica *-*
E como uma amiga me disse: "Nossa criatividadem nossa arte, nosso texto são nossas asas. Com elas alcançamos mundos fantásticos e intangiveis. Não deixem que cortem suas asas." ^.^
Ps. Morrendo de curiosidade sobre o que está escrito naquela carta *-*
Um trechinho pra vc então, enquanto a lerda aqui não posta o 29:
"Saio da cama todos os dias porque preciso ser um homem melhor, não por mim, mas por ti. Porque é o que merece. Merece ter ao seu lado alguém que jamais te fira, que seja capaz de protegê-la. Percebi hoje que este alguém, este homem, não sou eu."
Brincadeira... ela não lê por medo, porque quando ela ler, o que quer que esteja escrito lá será. Enquanto ela não ler, pode ser tudo. É o velho paradigma do Gato de Schrödinger. Mas nada temas, essa bagunça vai acabar logo. ^^
Interessante o que você disse nas notas finais. Não sei se eu já disse, várias cenas que você descreve seriam bem bacanas de se ver no mangá – como aquela da Integra dispensando a enfermeira delicadamente como só ela sabe...
Andei pesquisando sobre aquela história das três batidas, despertou a minha curiosidade...
Descobri que no Século XVII havia o hábito de se bater três vezes no chão para chamar a atenção do público no início de um espetáculo, as chamadas “batidas de Molière”, mais tarde – BEM mais tarde... – substituídas pela campainha que temos hoje.
Li também em alguns blogs relatos de pessoas que dizem ter ouvido espíritos baterem três vezes ou de terem testemunhado a morte de alguém algum tempo após ouvirem três batidas na porta.
Três batidas na porta também têm um significado especial para os maçons – que eu não sei, pois todos os textos sobre maçonaria que eu encontro são muito confusos...
De qualquer forma, o número três nem sempre está relacionado a coisas ruins, não sei de onde veio essa minha frescura...
Sobre o professor... Na verdade, tenho pena dele, acho que ele é novato, é meio enrolado, sabe? E a turma não ajuda...
Até eu fiquei com pena do seu professor agora. De qualquer forma, tacar um fichário na cabeça dele pode ser uma boa história pra contar. Nossa, quanta coisa sobre as três batidas!!! Vou contar pra todo mundooooooooooo!!!!
Cara...o que é essa voz interior do Vlad? Porque não to gostando nenhum pouco dos conselhos (?) que ela tá dando pra ele.
Guria, tu escreve de uma forma que parece que foi você quem escreveu os livros que contam a história do Vlad, sério. Parabéns mesmo.
Acho que a Integra está sendo irracional, quando ela pensa que 'sendo correto ou não quem deveria tomar a decisão sobre deixar o Alucard ressuscitar seria ela'; oras! Não seria o Alucard, seria sei lá...qualquer outra coisa estranha, ela não percebe isso mesmo?
Parabéns pelo capítulo, você escreve os personagens de uma forma que eu consigo imaginá-los aqui na minha frente brigando com seus próprios pensamentos e emoções!
PS: sobre as notas finais, ainda bem que temos mais leitores com críticas construtivas, elogios e indicações...que gente querendo destruir o que construímos aos poucos né? Não importa o que digam... (e quanto tempo eu demore pra comentar aqui, ou os outros leitores também) você escreve MUITO bem, na forma literária e quando a expressão de sentimentos. Por favor, não deixe de fazê-lo por causa de uns poucos amargurados.
O que mais gostei: OMG! Ainda nem acredito que tive a honra de betar Anjo!
O que acho que pode melhorar: Vlad, controle-se homem! Senão você não sai desse castelo nunca!
Carol? Que vc tá fazendo ai menina? Minha mais absoluta honra ter o capítulo betado por ti... Falando nisso, eu preciso falar com vc urgente sobre E...Corta.
LH, desculpe-me por respoder pra vc, mas já que isso aconteceu... fazer o que?
Nossa, não tem como discordar das notas finais que vc escreveu.
A verdade mesmo, eh que todos nós sentimos um pouco do que os personagens sentem, e acabamos criando saidas alternativas para o problema deles, expressando, por fim, que nós somos humanos e não resistimos a ler/assistir a algo de qualidade sem poder pensar e analisar sobre o assunto. Alguns de nós de a coragem e o talento de escrever e mostrar ao público suas ideias e suas saidas.
Parabéns pelo ótimo trabalho. Sua fic é magnifica *-*
E como uma amiga me disse: "Nossa criatividadem nossa arte, nosso texto são nossas asas. Com elas alcançamos mundos fantásticos e intangiveis. Não deixem que cortem suas asas." ^.^
Ps. Morrendo de curiosidade sobre o que está escrito naquela carta *-*
Um trechinho pra vc então, enquanto a lerda aqui não posta o 29:
"Saio da cama todos os dias porque preciso ser um homem melhor, não por mim, mas por ti. Porque é o que merece. Merece ter ao seu lado alguém que jamais te fira, que seja capaz de protegê-la. Percebi hoje que este alguém, este homem, não sou eu."
Vale a pena esperar? Espero que valha!
Deve ser difícil para o Vlad ter de conviver com tudo o que está acontecendo com ele. E quanto a Integra...por que ela não lê logo aquela carta?
Ela não lê pra eu ter tempo de escrever! Ha!
Brincadeira... ela não lê por medo, porque quando ela ler, o que quer que esteja escrito lá será. Enquanto ela não ler, pode ser tudo. É o velho paradigma do Gato de Schrödinger. Mas nada temas, essa bagunça vai acabar logo. ^^
Muito obrigada pelo comentário e por acompanhar!
Capítulo meio tenso... deu medo até. Foi legal!!!
Interessante o que você disse nas notas finais. Não sei se eu já disse, várias cenas que você descreve seriam bem bacanas de se ver no mangá – como aquela da Integra dispensando a enfermeira delicadamente como só ela sabe...
Andei pesquisando sobre aquela história das três batidas, despertou a minha curiosidade...
Descobri que no Século XVII havia o hábito de se bater três vezes no chão para chamar a atenção do público no início de um espetáculo, as chamadas “batidas de Molière”, mais tarde – BEM mais tarde... – substituídas pela campainha que temos hoje.
Li também em alguns blogs relatos de pessoas que dizem ter ouvido espíritos baterem três vezes ou de terem testemunhado a morte de alguém algum tempo após ouvirem três batidas na porta.
Três batidas na porta também têm um significado especial para os maçons – que eu não sei, pois todos os textos sobre maçonaria que eu encontro são muito confusos...
De qualquer forma, o número três nem sempre está relacionado a coisas ruins, não sei de onde veio essa minha frescura...
Sobre o professor... Na verdade, tenho pena dele, acho que ele é novato, é meio enrolado, sabe? E a turma não ajuda...
Até eu fiquei com pena do seu professor agora. De qualquer forma, tacar um fichário na cabeça dele pode ser uma boa história pra contar. Nossa, quanta coisa sobre as três batidas!!! Vou contar pra todo mundooooooooooo!!!!
^^- até mais!
Cara...o que é essa voz interior do Vlad? Porque não to gostando nenhum pouco dos conselhos (?) que ela tá dando pra ele.
Guria, tu escreve de uma forma que parece que foi você quem escreveu os livros que contam a história do Vlad, sério. Parabéns mesmo.
Acho que a Integra está sendo irracional, quando ela pensa que 'sendo correto ou não quem deveria tomar a decisão sobre deixar o Alucard ressuscitar seria ela'; oras! Não seria o Alucard, seria sei lá...qualquer outra coisa estranha, ela não percebe isso mesmo?
Parabéns pelo capítulo, você escreve os personagens de uma forma que eu consigo imaginá-los aqui na minha frente brigando com seus próprios pensamentos e emoções!
PS: sobre as notas finais, ainda bem que temos mais leitores com críticas construtivas, elogios e indicações...que gente querendo destruir o que construímos aos poucos né? Não importa o que digam... (e quanto tempo eu demore pra comentar aqui, ou os outros leitores também) você escreve MUITO bem, na forma literária e quando a expressão de sentimentos. Por favor, não deixe de fazê-lo por causa de uns poucos amargurados.
Beijos,
Bia.