:O olha eu de novo aqui :D , porqueeeeeeeeeeeeee porqueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee e
Se Ryan Murphy não fosse o troll que é, este seria o plot da segunda temporada e o da terceira seria uma mistura de You And I com F**kin Perfect.
"Muito bem, Fabray! Cuidando da fêmea. " "O testosterona da Quinn.." posso dizer o quão estou cansada de ouvir frases semelhantes a estás dos coadjuvantes de Femslash/Woman loves Woman/ Yuri é sempre heteronormatizando ou colocando a heteronormatividade de ter um homem que atua sendo o Alpha do relacionamento e a mulher sendo uma Beta.
Além desses termos sendo muito usados no universo gay (prefiro flexível, menos em relação à Britanna, Santana dificilmente com toda instabilidade emocional e sentimentos negativos dentro dela seria uma bottom. Em contrapartida, adoro histórias que Quinnie como em Heart é uma bottom.)
Sejamos sinceros. Quinnie, My baby Fabray foi babaca em preferir a reputação dela ascender sendo novamente Head Cheerio a Rachel, ou a Manhads (ok, não vou mais falar isso. Vejo os olhos da líder de torcida semicerrando os meus e querendo minha cabeça. Acalme se, não usarei novamente!)
Por céus, todos acabando magoando a Berry. E isso me entristece o que acaba tornando mais fechada e decepcionada com pessoas ao redor.
Assim pensando apenas na Broadway e nos sonhos.
Amei. 9/10
O que mais gostei: O detalhe e personalidade presente, não ficou uma coisa como "eles nunca fariam isso na série" parece verossímil e realista.
O que acho que pode melhorar: Momentos entre Rachel e Kurt e mais foco nas amizades.
:O olha eu de novo aqui :D , porqueeeeeeeeeeeeee porqueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee e
Se Ryan Murphy não fosse o troll que é, este seria o plot da segunda temporada e o da terceira seria uma mistura de You And I com F**kin Perfect.
"Muito bem, Fabray! Cuidando da fêmea. " "O testosterona da Quinn.." posso dizer o quão estou cansada de ouvir frases semelhantes a estás dos coadjuvantes de Femslash/Woman loves Woman/ Yuri é sempre heteronormatizando ou colocando a heteronormatividade de ter um homem que atua sendo o Alpha do relacionamento e a mulher sendo uma Beta.
Além desses termos sendo muito usados no universo gay (prefiro flexível, menos em relação à Britanna, Santana dificilmente com toda instabilidade emocional e sentimentos negativos dentro dela seria uma bottom. Em contrapartida, adoro histórias que Quinnie como em Heart é uma bottom.)
Sejamos sinceros. Quinnie, My baby Fabray foi babaca em preferir a reputação dela ascender sendo novamente Head Cheerio a Rachel, ou a Manhads (ok, não vou mais falar isso. Vejo os olhos da líder de torcida semicerrando os meus e querendo minha cabeça. Acalme se, não usarei novamente!)
Por céus, todos acabando magoando a Berry. E isso me entristece o que acaba tornando mais fechada e decepcionada com pessoas ao redor.
Assim pensando apenas na Broadway e nos sonhos.
Amei. 9/10
O que mais gostei: O detalhe e personalidade presente, não ficou uma coisa como "eles nunca fariam isso na série" parece verossímil e realista.
O que acho que pode melhorar: Momentos entre Rachel e Kurt e mais foco nas amizades.