Meu bom rapaz, Willians... teu texto é de grande valia não posso contestar. Lembro-me de quando tu invejavas meu vocabulário, mas por astuciosa irônia do destino, agora quem invejas sou eu sou eu. Suas rimas são de um teor que, meros leitores quase não conseguem captar a excência das mesmas. Mas como é de nosso costume críticar mesmo que não precise, apontar certos pontos - "veio" issu foi um pleonasmo? - mesmo que não haja defeitos algum nesses pontos, vou dizer a você: "Meu! tá uma bosta imensa! Veio você faz coisa melhor, então trate de fazer agora!".
Creio que depois disso sabes quem estás a escrever, e pelo mesmo motivo não há razôes de me identificar.
Como os Hindus acreditavam, e ainda crêem, a existência é circular, um dia sim, em outro simples não. Caro Rafael, agradeço pelo comentário, até o ponto que me gratifica, agora o que contesta... Bem, sou eu quem deve critica-lo agora. Você então afirma, que sou capaz de fazer coisa melhor, mas antes de afirmar isso, você deveria ter levado em conta alguns pontos específicos e valiosos. De primeiro, a poesia não limita, ela encara, propõem a melhor forma literária, e ao mesmo tempo, é contratidória quanto ao que se deve, na forma a qual se cabe. Poetas são testados a colocarem leões inteiros (e famintos), em caixas de fósforos convencionais. Entende? Segundo, a forma do "melhor", é mútavel em cada mente que expõem suas análises. Fácil. Terceiro... FAÇA MELHOR. kkkkkkkkk, brincadeira; saiba que eu te admiro muito por ter me mostrado coisas que hoje são cruciais em minha vida: RPG, metal e mitologia nórdica. ATÉ!
Nossa! Que drástico! Está ótimo!
Muito obrigado!
Adoreeei!Gostei mesmo,ficou muito bom!
Agradeço novamente, e por sempre que comenta minhas obras. Muito obrigado.
Hail!
Meu bom rapaz, Willians... teu texto é de grande valia não posso contestar. Lembro-me de quando tu invejavas meu vocabulário, mas por astuciosa irônia do destino, agora quem invejas sou eu sou eu. Suas rimas são de um teor que, meros leitores quase não conseguem captar a excência das mesmas. Mas como é de nosso costume críticar mesmo que não precise, apontar certos pontos - "veio" issu foi um pleonasmo? - mesmo que não haja defeitos algum nesses pontos, vou dizer a você: "Meu! tá uma bosta imensa! Veio você faz coisa melhor, então trate de fazer agora!".
Creio que depois disso sabes quem estás a escrever, e pelo mesmo motivo não há razôes de me identificar.
Como os Hindus acreditavam, e ainda crêem, a existência é circular, um dia sim, em outro simples não. Caro Rafael, agradeço pelo comentário, até o ponto que me gratifica, agora o que contesta... Bem, sou eu quem deve critica-lo agora. Você então afirma, que sou capaz de fazer coisa melhor, mas antes de afirmar isso, você deveria ter levado em conta alguns pontos específicos e valiosos. De primeiro, a poesia não limita, ela encara, propõem a melhor forma literária, e ao mesmo tempo, é contratidória quanto ao que se deve, na forma a qual se cabe. Poetas são testados a colocarem leões inteiros (e famintos), em caixas de fósforos convencionais. Entende? Segundo, a forma do "melhor", é mútavel em cada mente que expõem suas análises. Fácil. Terceiro... FAÇA MELHOR. kkkkkkkkk, brincadeira; saiba que eu te admiro muito por ter me mostrado coisas que hoje são cruciais em minha vida: RPG, metal e mitologia nórdica. ATÉ!