Comentários em “Mutantes a mutação”: “A fuga de Jean”

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Mambo Hokage L F Anglo Angola
Destacado pelo autor

Marcos é empresário mas está envolvido deveras com maracutaias, até a cintura. Hoje vemos muita gente se envolver com esquema de apostas, esquema de pirâmide financeira, e o Marcos pelo jeito, não é nada diferente. "Cidadão de bem", será?

Jean está lidando com muita coisa no momento...

E a polícia se aproxima de respostas. Isso pode implicar ambos. Tanto Jean quanto Marcos tem motivos para ficar nervosos. Ou será que Marcos no fundo está se lixando para tudo isso?

Isabel mostra que tem um enorme senso de autonomia e que nao quer ser financeiramente ou emocionalmente dependente de seu pai.

No mais vê-que se tu construíste com sucesso um bom desenvolvimento para os personagens introduzidos até este momento. Isabel alem de ser independente almeja uma promoção no emprego. Por isso também, ela se mantém firme em não sair do emprego atual. Acho que até agora ela está a ser a personagem mais bem desenvolvida, destacavel e se apresentando de forma e nuances mais interessantes no teu texto, Bom trabalho e meus parabéns

Espero pelos próximos capítulos

Claudio Faria Lopes

Obrigado pelo comentário as vezes estou vendo os avisos mas não respondo porque estou aínda apreendendo a mexer nesse site

Phoenix M Marques W MWU 27

Não sabia sobre a sua doença, mas acho que a sua escrita de hoje está num bom nível, não parece estar afetada.

Sobre o capítulo Vemos que a polícia vai se aprofundando na situação, e isso pode colocar Jean e Marcos em maus lençois. E Marcos ao que parece está envolvido até os calcanhares em tudo

Isabel toma a decisão de nao querer depender do pai, e não sairá de seu emprego; alem disso ela pode receber uma promoção muito em breve em seu local de trabalho.

Claudio Faria Lopes

A lutas que passamos Nos Da Experiência Para Viver O Melhor De Deus

R
Romântica Gótica

Após ouvir que Jean foi pego, Marcos decide disfarçar e afirma que vai ajudar Robison a capturar Jean, mas essa ajuda não pode acontecer. Jean é cúmplice de Marcos em um esquema de tráfico de drogas.

Jean tem uma família e nem sempre foi fornecedor de armas. Antes, era evangélico, mas se desviou e começou a seguir uma vida de crimes. Um dos seus piores delitos foi matar seu próprio irmão. Jean até hoje se arrepende do que fez, mas o passado não pode ser apagado.

Jean está conversando com um cliente e diz: — E aí, está bom?

O cliente responde: — Está perfeito.

Jean responde ao cliente: — Não foi nada fácil encontrar essa arma, tive que rodar tudo quanto é lugar.

O cliente responde: — Tomara que seja de qualidade.

Jean garante: — Pode apostar que é de qualidade.

Enquanto isso, Robison continua sua investigação paralela. Um policial chamado Lucas olha para Robison e pergunta: — Ainda está vendo essa investigação?

Robison responde: — Estou. Por quê?

Lucas responde: — Nada, só acho que você está perdendo tempo em um caso que até hoje não teve uma explicação.

Robison responde, intrigado: — Mas isso que me deixa mais interessado. Não consegui uma resposta lógica para esses problemas.

Lucas ri e diz: — Vai me dizer que acredita em papai Noel?

Robison responde, sério: — É sério, Lucas. É um caso que parece filme, mas pode acontecer.

Lucas diz, rindo: — Não me leve a mal, mas acredita nessa história assim como acredita em terra plana.

O delegado Bruce se aproxima e pergunta a Robison: — O que vocês estão olhando?

Robison responde: — Estava olhando alguns documentos do caso Dafne.

Bruce fica irritado e diz: — De novo essa história? Já disse que não.

Robison responde: — Eu sei que na época não havia provas, mas agora consegui mais uma evidência. Sei que, se o senhor me der mais uma chance...

Bruce corta: — Já disse que não! Não quero saber mais dessa história do caso Dafne.

Robison, triste, responde: — Tudo bem.

Bruce pergunta a Lucas: — Agora quero saber como anda a operação para pegar o fornecedor de armas.

Lucas responde: — Estamos tendo sucesso. O fornecedor se chama Jean Johnson. Ele tem dois filhos e sua esposa se chama Catarina Duart.

Robison acrescenta: — Tem 49 anos, trabalha para Jamau há 11 anos e já foi preso por roubo, contrabando, assassinato e tráfico de drogas.

Bruce diz: — Temos que andar rápido antes que Jean fuja.

Marcos liga para Jean e diz: — Você está sendo perseguido pela polícia.

Jean pergunta, alarmado: — Como é que é?

Marcos responde: — Você tem que se esconder.

Jean responde, irritado: — Mas você não disse que quando houvesse problemas você me avisaria?

Marcos responde: — Sim, mas eu não sabia dessa operação.

Jean, frustrado, diz: — Koe, Marcos! Você disse que deixaria a facção atualizada sobre todos os passos dos PMs. Agora me vem com essa?

Marcos responde: — Não é tempo para isso. Saia logo daí.

Jean bate na parede e grita. Nesse momento, seu parceiro Thomas chega e pergunta por que Jean está nervoso. Thomas é parceiro de Jean desde que ambos trabalharam para o maior fornecedor de drogas do Brasil. Thomas era sapateiro, mas seus pais não tinham como sustentá-lo. Então, ele se envolveu com um grupo de ladrões e iniciou sua vida de crimes. Thomas não é brasileiro; é de origem mexicana, com pai brasileiro.

Jean responde a Thomas: — Você não sabe o que o desgraçado do Marcos fez!

Thomas pergunta: — Mas o que foi que aconteceu?

Jean responde: — Os PMs estão nos investigando há meses e acharam meu carregamento.

Thomas pergunta: — Mas eles sabem que Marcos é nosso cúmplice?

Jean responde: — Não, mas é uma questão de tempo até descobrirem que Marcos trabalha para a gente.

Thomas pergunta: — O que vamos fazer?

Jean responde: — Temos que dar um jeito de fugir sem ser percebidos.

Enquanto isso, Isabel chega ao trabalho atrasada e seu chefe, Dylan, reclama. Dylan é chefe da empresa farmacêutica que cuida das contas e do fornecimento de remédios. Herdou a empresa de sua esposa Ashley, que está doente e sob os cuidados da filha Emma.

Dylan grita com Isabel: — Que horas você pensou em vir, senhorita Isabel?

Isabel responde: — Sinto muito, senhor Dylan. São alguns problemas pessoais que estou passando.

Dylan diz: — Problemas pessoais? Não me interessa. Desde que isso não interfira nos seus compromissos.

Isabel responde: — Tem razão, senhor Dylan. Vou ser mais responsável.

Dylan responde: — Tomara. Se não, vou ter que te demitir!

Isabel senta na cadeira e Adam a observa. Adam pergunta a Isabel: — Tem certeza que não vai desistir de trabalhar e se tornar enfermeira?

Isabel responde: — Já te disse que não vou depender do meu pai.

Adam responde: — Mas com o senhor Harry, você terá novas oportunidades. Aqui todo mundo vai brigar com você.

Isabel responde: — Escuta, Adam, eu não tô nem aí se as pessoas vão brigar comigo. O que me interessa é ganhar meu dinheiro, fazer a minha vida, e ninguém vai me passar para trás.

Um funcionário chama Isabel: — Oi, você pode me fazer um favor?

Isabel responde: — Pois não?

O funcionário diz: — Tem como fazer 2.000 cópias dessa documentação? Minha máquina quebrou e tenho que entregar isso até segunda para o Dylan.

Adam responde a Isabel: — Eu não falei.

Isabel, em voz baixa para Adam: — Não começa.

Adam responde a Isabel, disfarçando: — Não estou aqui para falar sobre isso.

O funcionário olha e pergunta a Isabel: — Isabel?

Isabel responde ao funcionário: — Nada, eu só tô esperando o Adam fazer uma coisa para mim, não é, Adam?

Adam disfarça e diz ao funcionário: — Ah, sim, estava vendo algo para Isabel.

O funcionário responde: — Ah, entendi.

Isabel responde ao funcionário: — Vamos lá.

Enquanto isso, Marcos vai até o galpão de Jean para despistar os PMs. Robison e as viaturas se aproximam do galpão.

Bruce recebe uma ligação de Luísa, sua filha com Bianca, sua ex-esposa, com quem tem guarda compartilhada. Luísa diz a Bruce: — Oi, pai.

Bruce responde: — Oi, filha.

Luísa responde: — Oi, senhor. Como está?

Bruce responde: — Estou bem, filha. E você?

Luísa responde: — Não estou nada bem.

Bruce pergunta: — O que houve?

Luísa responde: — Minhas colegas estão zombando de mim.

Bruce pergunta: — Mas por quê?

Luísa responde: — Porque elas me desafiaram a nadar.

Bruce diz: — Eu entendo. Você tem medo, e elas ficam tirando sarro de você.

Luísa responde: — Eu não aguento mais, pai.

Bruce responde: — Mas você tem que entender que precisa superar seus medos. Se não, nunca vai provar seu valor.

Luísa pergunta: — Você acha que tenho valor, pai?

Bruce responde: — Eu vejo valor no seu olhar.

Luísa responde: — Obrigada, pai.

Bruce diz: — De nada, filha.

Enquanto isso, Jean prepara as malas para fugir quando Robison chega. Robison aponta a arma e diz a Jean: — Parado!

Marcos chega e observa a cena, dizendo: — Droga.

Jean responde a Robison: — Vai me prender mesmo, policial?

Robison diz a Jean: — Calado! Está preso em nome da lei!

Jean responde: — Lei? Aqui eu sou a lei.

Thomas ataca Robison com um vaso, fazendo-o desmaiar. Jean agradece a Thomas e diz: — Valeu, Thomas. Vamos.

Marcos, nervoso, pergunta a Thomas: — O que você fez?

Thomas pergunta: — O que foi, Marcos?

Marcos responde: — Isso não estava combinado. Machucar o Robison foi muita sacanagem com minha cara.

Jean responde: — Se você não percebeu, ou eu fazia isso, ou seria preso. Você gostaria de ser preso para entregar você à polícia?

Marcos responde: — Desgraçado!

Jean responde: — Baixe a bola, ou você esqueceu que, se der mole, o chefe manda te executar.

Thomas ri.

Enquanto isso, no laboratório de Frederick, uma nova fórmula está sendo feita. O assistente de Frederick, Anthony, pergunta: — O senhor poderia me dizer o que está fazendo?

Frederick responde: — Isso é uma fórmula com a qual estou trabalhando. Não se preocupe, Anthony. No momento certo, você saberá.

Enquanto isso, Jean foge e se depara com várias viaturas. Um policial diz: — Parado! Você está cercado!

Jean exclama para Thomas: — Droga!


O que acho que pode melhorar: Corrigi o capítulo