Demorei um tantinho pra vir comentar, mas eu estava MUITO ansiosa pra esse capítulo, e sério, to apaixonada pela Lysana já e curiosa pra saber o que vai acontecer na casa Dayne que já de início com a postagem da árvore genealógica da família eu sei que vem problema.
Mas antes de falar sobre a Lysana eu preciso falar que eu amo descrição de mundo, e já abrir o capítulo com isso pra mim é ótimo, ainda mais que querendo ou não Dorne não é um lugar tão explorado ao ponto de poder conhecer todas as regiões e até as Casas, então esses pequenos traços de mundo, mesmo que sejam poucos, pra mim é sempre uma delícia de ler.
"Da agua ela havia vindo, para a agua ela sempre voltava", que frase mais linda, até porque isso mesmo demonstra o quanto ela luta pra tentar ter aquela familiaridade da vida que tinha, mesmo que seja difícil pra ela, até a garça azul também ela se esforça em um lugar onde ela aparentemente não devia estar, fazendo com que ela sofra ainda mais pra se alimentar e principalmente sobreviver em um lugar que parece que não é apto, e o quanto ela também não gostaria de poder ir para o lugar certo, mesmo que ela como Herdeira e agora ela como Senhora de Tombastela, indica que aquele é o lugar dela, mesmo que talvez não seja o mais gentil, e talvez ela precise sempre utilizar uma fachada que não é a dela, aquela casa ainda precisa da ordem, e dela como Senhora apesar de todos os pesares, más línguas e tentativas silenciosas de usurpação.
Mas eu reconheço que sei pouco dela ainda pra estar fazendo análise de personagem como eu amo fazer, então vou esperar próximos capítulos.
A Dança das Serpentes começando com um banquete, Ardyn apesar de tudo realmente tem o interesse de manter a posição dele, e talvez conhecer melhor quem desses facilmente poderia ser seus aliados, e é até interessante que Lysana pode só ignorar o convite e não ir, mas o que iria significar ir pra posição dela não é? ainda mais um convite direto de Ardyn que até segunda ordem (assassinato) é o herdeiro.
Mas ainda atenta, com Arren sendo o responsável por deixar tudo em ordem enquanto ela vai a Paloferro, quando é alguém que vive fechado na própria torre.
Ai eu amo a Lys também, acho bem difícil alguém não gostar dessa querida, e sim a casa Dayne ainda vai dar muito o que falar pela história!!
Realmente, vimos muito pouco de Dorne e temos muitas poucas descrições, tentarei dar o meu melhor em desenvolver o pouco que já temos e criando coisas interessante do que não temos :)
Meu lado fã de Avatar brilha um pouco com a Lys, porque consigo colocar essas referencias a água, assim como eu consigo agora com o Thoren, então espero que não enjoem rápido demais kakakakakak E assim como para com todos esses primeiros capítulos, é tudo muito introdutório, veremos mais do motivo da Lys ser Senhora de Tombastela e como ela chegou nesse posto, o que ela perdeu e o que ela ganhou!!
Melhor ainda, um TORNEIO!!! Eu amo um bom torneio, junto todo mundo e dá a chance de termos diálogos com personagens que possivelmente não se encontrariam de outra forma.
E o Arren ficar cuidando do castelo é uma brincadeira heheheh a Lys sabe muito bem que ele não serve pra isso, o lugar dele é com seus livros e ponto final, mas ele é um mini querido.
E, oh my, não é que está de volta mesmo? Por mais que esse tenha sido o foco das últimas semanas no Discord, é uma vibe totalmente diferente ver as coisas se concretizando aqui pelo Nyah, Spirit e o Tumblr. Desejo tudo de bom pra ti e pra essa nova fic; novos começos, novos personagens, novos surtos, novas teorias (ai ai, preparando o caderninho das hipóteses aqui pra adivinhar o que você vai aprontar com essa história) e que seja uma experiência tão gostosinha de acompanhar quanto foi com a PP.
Ademaaais, vamos ao cap
E começando com ela, a donzela mais bela, pistola, triste e talvez um tanto quanto amargurada desse canto de Dorne. Primeiro que a escolha de roupa dela sendo "preto sobre preto, com uma pitada de mais preto" é literalmente esta que vos escreve numa segunda-feira normal, então refletiremos agora se é energia de viúva gótica que habita em mim, ou a de jovem adulta brasileira sequelada e fanfiqueira que habita na Lysana, hmmm
Memes à parte, certamente não me agrada ver a amadinha preocupada desse jeito logo de cara. Mas convenhamos, quando que a Lys aparece relaxada at all? Ela está bem (pro parâmetros de GoT, vamos dar esse descontinho), ela tem o controle da situação, mas isso não é equivalente a estar feliz. E talvez a felicidade em si seja um luxo a essa altura do campeonato, principalmente pra alguém na posição dela. Mas não custa sonhar, né? A vida tá devendo esse descanso pra ela com uns anos de atraso já.
E o Nymor, ah, esse homem. Já é unânime que ele é um dos rostinhos de propaganda da fic, e se não for, é canon na minha cabeça e só isso importa. Ele podia dar um calote em mim, roubar os meus cartões e imóveis (vantagens de ser plebe proletariado é que não tenho posses mesmo -qq), lançar o golpe do pix, que eu ia agradecer e ainda pedia bis, amém. Impossível não xonar num canalha desse naipe, o espírito aqui é fraco e a carne mais ainda.
Btw, ele dizendo que “se convidou” para acompanhar a caravana do príncipe, bom demais UAHSAUHSAU o amado é farofeiro demais, um legítimo bastardo.
Gostei bastante desse diálogo entre os dois nesse comecinho, deu pra entender algumas nuances da relação deles, mas sem muitos detalhes explícitos. Só pelas vibes de caótico neutro que os dois passam, eles são muito aquele meme do “Someone will die–” “–Of fun”, e certamente não sei se tô muito afim de ver essa fraternidade sendo colocada à prova mais pra frente. Não dá pra negar o amor entre eles, mas, adotando o adjetivo atribuído pela própria Lys, um imprestável é um imprestável. Não tem como garantir que, independente do lado que ela escolha apoiar, o Nymor não vai ser simplesmente comprado pelo outro e that’s it. Laços de sangue nem sempre são suficiente.
Mas, agora deixando a parte sentimental um pouco de lado e dando espacinho pro diabinho caótico sussurrando no pé do ouvidinho, oh my, eu tô tão pronta pras coisas pegarem fogo em Dorne. Sim, sim, ainda é muito cedo na fic, mas poucos plots são tanto suco puro de entretenimento quanto family issues resolvidos em guerra. O político se misturando com o pessoal, a galera começa a morrer, todo mundo ficando full miserável e pistola, gritaria, veneno e soco na costela – o bom e velho caos. Cenas dos dois representantes dos lados opostos tentando se reconciliar um dia antes da grande batalha, só pra brigarem novamente e depois se encararem com mais rancor ainda no campo? Pra então se arrependerem por que só tinham um ao outro como família, mas é tarde demais pra voltar atrás? Entretenimento do mais altíssimo nível. Chars tendo que tomar as decisões difíceis, independente da moral pessoal deles, mesmo que isso machuque quem eles amam? Fino, señores, finíssimo.
É contraditório não querer que as coisas ruins aconteçam com quem a gente simpatiza, mas também torcer pro barraco começar logo? É sim, mas tal como esses personagens, somos seres humanos complexos. Da mesma forma que torcemos pra ver todo mundo são e salvo, não é só de coisas boas que se sustentam as fofocas, né. Alguém tem que sair dessa pelo menos com aquela apunhalada básica nas costas, tem que render.
E sobre esse convite do Ardyn, estou deveras intrigada. Essas segundas intenções dele, provavelmente relacionadas ao que vai rolar depois que a Myriah ir de comes e bebes (com todo respeito e amor), me deixam com a impressão de que ele também já está preparando o terreno – mas o quanto ele já se adiantou que é questão. A Ary certamente já começou a mexer os pauzinhos dela, tanto que o meu palpite particular é que ela vai fazer o primeiro movimento, chegar com os dois pés na porta e o Ardyn que se vire pra revidar. E, well, gosto bastante do menino Martell, mas o fato dele simplesmente ter ido tirar férias em Cancun enquanto a avó tava quase dando notícias do mundo de lá me deixou com algumas ressalvas. Será que ele realmente tá vendo por trás das intenções da irmã e jogando no nível dela, ou só garantindo que vai ter algum apoio, sem achar muito que algo vai acontecer? A Lys pode estar pensado além demais e superestimando ele, talvez. O Ardyn é mais do que ele demonstra pros outros, ou é só esse rostinho bonito com backstory meio emo, que não quer muito com a vida ou com as responsabilidades de príncipe? E Aryelle é tão decidida e sangue-frio mesmo quanto a gente imagina?
Enfim, cenas para os próximos capítulos (Isso é um chorinho por mais umas lasquinhas informações? Quem sabe. Estou desesperada pra saber mais dessa relação espinhosa, um tanto triste e certamente mais que decadente desses irmãos? Mas é claro, completamente). Pra ser honesta, i’m not really sure pra quem torcer nessa guerra, e nem se vou escolher mesmo um lado, na verdade AUSHASUAH
E toda essa cena da festa, aahhh, me deixou e coração quentinho. A amadinha simplesmente não sabe se divertir at all, fiquei com vontade de guardar ela num potinho, mesmo que fosse perder alguns dedos no processo, tamanha a brabeza da mulher. O Nymor cantando, a dança dos dois, o estranhamento dos criados, o Arren (outro King of my heart, inclusive) sendo arisco, a Lysana se permitindo deixar pela música, sentindo o luto pelo esposo, pensando nos deveres, nos obstáculos que ela teve que superar, a mistura do sentimento de revolta com a melancolia... Gostei muito desse momento, da forma como você teceu a história dela. Confesso que a parte do Brynden bateu muito mais em mim, essa analogia das pedras bloqueando o rio foi muito certeira, o fluxo que sempre encontra seu caminho, sempre voltando pra ela. Não deu pra não lembrar do clássico “What is grief, if not love persevering?”.
Damnit, eu juro, se a fórmula do casal trágico separado pela morte for aparecer mais três vezes seguidas, ainda vou sofrer igual na três.
Enfim, me despeço agradecendo por esse deleite de cap, até a próxima!!
Acho que é de praxe já, eu, você ou a holtz atrasadas com alguma coisa XD
Foi o que eu já comentei antes, eu corro e corro, mas sempre acabo voltando para esse site e para as interativas, e o que seria de mim sem vocês para me apoiar em minhas loucuras não é mexxxmo? E sim, eu também espero que seja uma experiência tão boa como em PP, com muitos surtos e muitas teorias!! Os personagens de vocês já estão incríveis, então já temos meio caminho andado!
Um pretinho básico sempre cai bem, vamos combinar hahaha
Então, eu gosto muito de como tipo, a Lys tem sua posição inabalada há anos, mas ela nunca conseguiu a verdadeira paz, porque ela tem muitas pontas soltas em sua vida. Seja o esposo que perdeu, o irmão que ela "usurpou", a mãe que foi tirada dela. São muitas coisas que ela teve que engolir e superar, sem ter a chance de realmente lidar coisa por coisa, afinal a vida dela foi só uma coisa atrás da outra.
Como sempre, nada que uma boa terapia não teria ajudado :T
Ai ai o Nymor, eu quero um Nymor, iria me arrepender depois? SIM! Mas, me arrepender feliz jkakakakakkaka E claro, quem não iria querer o Nymor em sua caravana, ele é a alma da festa!!
Foi só um gostinho, teremos mais diálogos e aventuras que os dois vão ter e com certeza será um desenvolvimento não só da Lys, mas do Nymor, de ver o que ele realmente preza em sua vida e o que vale a pena abrir mão, ou não...
:S
AHHAHAHAHAHAH como eu falei com a holtz, tudo isso e a Myriah nem morreu ainda ahahhahahahaha a coitada com a orelha coçando do tanto que o povo fala da morte dela! E não se preocupe, teremos muita intriga familiar, afinal temos aqui a nossa grande briga por terreno.
AAAAAAH o Ardyn é complicado, ele é ingênuo em partes, porque ele sempre costuma dar o beneficio da dúvida as pessoas, e como foi mostrado, ele tá pouco se ligando pras coisas, quer ficar só no colinho do Edwyn e vivendo o bem bom. Tem muita coisa que ele observa, mas muito que ele perde de se atentar também. Então, não subestimem tanto ele, mas não deem tanto crédito como dão a Ary, porque a menina ali tem anos de mágoa e muito cérebro pra usar.
Vocês gostaram tantos dos irmãos Martell, que eles terão mais povs do que eu planejava de inicio, já que o plano inicial era eles serem vistos pelos olhos de outros personagens, mas eu me apaixonei tanto quanto e quero mais dos meus bbs ♥
Wandavision sempre presente T-T
Casais trágicos dando história desde a antiguidade, amamos ver!!
Eu que agradeço por tirar do seu tempo para ler e comentar, significa o mundo para mim >.
Demorei um pouco para comentar, mas eu queria reler os capítulos para poder comentar. Vamos continuar essa historia com a primeira personagem sendo apresentada. O que dizer sobre a Lysana Dayne? Desde cedo parece que sua vida foi trágica.
Já começa com ela tendo o relato logo no inicio de que ela foi roubada da mãe pelo próprio pai. E levando em consideração essa árvore genealógica, com o nome da Lysana não sendo de nenhuma casa nobre, creio que ela seja uma bastarda legitimada mesmo. O que é interessante, já que ela provavelmente cresceu sendo uma Sand e não uma Dayne.
E é mais um capitulo rico nas descrições, afinal acho que a maioria esquece que Dorne não é só deserto. Que tem rios também, sendo que logicamente a civilização cresceria ao redor de cursos de água (no mundo real é assim também, com as cidades sendo construídas próximas de rios e lagos). Está valorizando muito a região dornesa.
Toda uma metáfora construída entre a Garça Azul e Lysana Dayne. Dá para ver toda uma melancolia nela enquanto pensa que está em um lugar ao qual não pertence, mas que tem que sobreviver ali e fazer o papel que esperam dela. Porque agora ela é a Senhora de Tombastela e as pessoas precisam dela. Eu fiquei curioso mais sobre Brynden. E o passado dos dois juntos.
E agora temos um torneio para começar tudo, lembrando que Westeros tem um historico de torneios que não acabaram bem ou que foram bem marcantes. Tivemos Torneio de Harrenhall, Torneio de Alvaparedes (acho que é isso) em Cavaleiro dos Sete Reinos e o não tão lembrado, Torneio da Mão que eu estou só citando porque foi onde tivemos o primeiro contato com esse evento medieval tradicional.
Mas o que esperar do Torneio de Paloferro? Será que o Ardyn já está imaginando que sua irmã tem alguma pretensão de usurpar seu direito ao trono? Difícil saber, não é? Afinal, deve ter pessoas que são leais ao Ardyn e possam ter passado a informações para ele.
Nymor um personagem muito interessante também, parece que é um dos responsáveis a trazer um pouco de alegria para a irmã. O dialogo deles foi muito bom, com a Lysana dizendo que talvez o lorde esteja com medo dela amaldiçoar a criança caso não compareça na comemoração, estilo Malévola. Agora a Casa Yronwood está diretamente envolvida na causa do Ardyn, buscar e reunir aliados é o primeiro passo.
Um bom capitulo, Dhuly. Reler só me fez querer ver como vai ser esse torneio. Até mais!
Oiee;
Demorei um tantinho pra vir comentar, mas eu estava MUITO ansiosa pra esse capítulo, e sério, to apaixonada pela Lysana já e curiosa pra saber o que vai acontecer na casa Dayne que já de início com a postagem da árvore genealógica da família eu sei que vem problema.
Mas antes de falar sobre a Lysana eu preciso falar que eu amo descrição de mundo, e já abrir o capítulo com isso pra mim é ótimo, ainda mais que querendo ou não Dorne não é um lugar tão explorado ao ponto de poder conhecer todas as regiões e até as Casas, então esses pequenos traços de mundo, mesmo que sejam poucos, pra mim é sempre uma delícia de ler.
"Da agua ela havia vindo, para a agua ela sempre voltava", que frase mais linda, até porque isso mesmo demonstra o quanto ela luta pra tentar ter aquela familiaridade da vida que tinha, mesmo que seja difícil pra ela, até a garça azul também ela se esforça em um lugar onde ela aparentemente não devia estar, fazendo com que ela sofra ainda mais pra se alimentar e principalmente sobreviver em um lugar que parece que não é apto, e o quanto ela também não gostaria de poder ir para o lugar certo, mesmo que ela como Herdeira e agora ela como Senhora de Tombastela, indica que aquele é o lugar dela, mesmo que talvez não seja o mais gentil, e talvez ela precise sempre utilizar uma fachada que não é a dela, aquela casa ainda precisa da ordem, e dela como Senhora apesar de todos os pesares, más línguas e tentativas silenciosas de usurpação.
Mas eu reconheço que sei pouco dela ainda pra estar fazendo análise de personagem como eu amo fazer, então vou esperar próximos capítulos.
A Dança das Serpentes começando com um banquete, Ardyn apesar de tudo realmente tem o interesse de manter a posição dele, e talvez conhecer melhor quem desses facilmente poderia ser seus aliados, e é até interessante que Lysana pode só ignorar o convite e não ir, mas o que iria significar ir pra posição dela não é? ainda mais um convite direto de Ardyn que até segunda ordem (assassinato) é o herdeiro.
Mas ainda atenta, com Arren sendo o responsável por deixar tudo em ordem enquanto ela vai a Paloferro, quando é alguém que vive fechado na própria torre.
Até o próximo!
Oie!
Ai eu amo a Lys também, acho bem difícil alguém não gostar dessa querida, e sim a casa Dayne ainda vai dar muito o que falar pela história!!
Realmente, vimos muito pouco de Dorne e temos muitas poucas descrições, tentarei dar o meu melhor em desenvolver o pouco que já temos e criando coisas interessante do que não temos :)
Meu lado fã de Avatar brilha um pouco com a Lys, porque consigo colocar essas referencias a água, assim como eu consigo agora com o Thoren, então espero que não enjoem rápido demais kakakakakak E assim como para com todos esses primeiros capítulos, é tudo muito introdutório, veremos mais do motivo da Lys ser Senhora de Tombastela e como ela chegou nesse posto, o que ela perdeu e o que ela ganhou!!
Melhor ainda, um TORNEIO!!! Eu amo um bom torneio, junto todo mundo e dá a chance de termos diálogos com personagens que possivelmente não se encontrariam de outra forma.
E o Arren ficar cuidando do castelo é uma brincadeira heheheh a Lys sabe muito bem que ele não serve pra isso, o lugar dele é com seus livros e ponto final, mas ele é um mini querido.
Até mais e muito obrigada por comentar ♥
Oee, Dhuly!
Meio atrasadinha (como sempre), mas aqui estou.
E, oh my, não é que está de volta mesmo? Por mais que esse tenha sido o foco das últimas semanas no Discord, é uma vibe totalmente diferente ver as coisas se concretizando aqui pelo Nyah, Spirit e o Tumblr. Desejo tudo de bom pra ti e pra essa nova fic; novos começos, novos personagens, novos surtos, novas teorias (ai ai, preparando o caderninho das hipóteses aqui pra adivinhar o que você vai aprontar com essa história) e que seja uma experiência tão gostosinha de acompanhar quanto foi com a PP.
Ademaaais, vamos ao cap
E começando com ela, a donzela mais bela, pistola, triste e talvez um tanto quanto amargurada desse canto de Dorne. Primeiro que a escolha de roupa dela sendo "preto sobre preto, com uma pitada de mais preto" é literalmente esta que vos escreve numa segunda-feira normal, então refletiremos agora se é energia de viúva gótica que habita em mim, ou a de jovem adulta brasileira sequelada e fanfiqueira que habita na Lysana, hmmm
Memes à parte, certamente não me agrada ver a amadinha preocupada desse jeito logo de cara. Mas convenhamos, quando que a Lys aparece relaxada at all? Ela está bem (pro parâmetros de GoT, vamos dar esse descontinho), ela tem o controle da situação, mas isso não é equivalente a estar feliz. E talvez a felicidade em si seja um luxo a essa altura do campeonato, principalmente pra alguém na posição dela. Mas não custa sonhar, né? A vida tá devendo esse descanso pra ela com uns anos de atraso já.
E o Nymor, ah, esse homem. Já é unânime que ele é um dos rostinhos de propaganda da fic, e se não for, é canon na minha cabeça e só isso importa. Ele podia dar um calote em mim, roubar os meus cartões e imóveis (vantagens de ser plebe proletariado é que não tenho posses mesmo -qq), lançar o golpe do pix, que eu ia agradecer e ainda pedia bis, amém. Impossível não xonar num canalha desse naipe, o espírito aqui é fraco e a carne mais ainda.
Btw, ele dizendo que “se convidou” para acompanhar a caravana do príncipe, bom demais UAHSAUHSAU o amado é farofeiro demais, um legítimo bastardo.
Gostei bastante desse diálogo entre os dois nesse comecinho, deu pra entender algumas nuances da relação deles, mas sem muitos detalhes explícitos. Só pelas vibes de caótico neutro que os dois passam, eles são muito aquele meme do “Someone will die–” “–Of fun”, e certamente não sei se tô muito afim de ver essa fraternidade sendo colocada à prova mais pra frente. Não dá pra negar o amor entre eles, mas, adotando o adjetivo atribuído pela própria Lys, um imprestável é um imprestável. Não tem como garantir que, independente do lado que ela escolha apoiar, o Nymor não vai ser simplesmente comprado pelo outro e that’s it. Laços de sangue nem sempre são suficiente.
Mas, agora deixando a parte sentimental um pouco de lado e dando espacinho pro diabinho caótico sussurrando no pé do ouvidinho, oh my, eu tô tão pronta pras coisas pegarem fogo em Dorne. Sim, sim, ainda é muito cedo na fic, mas poucos plots são tanto suco puro de entretenimento quanto family issues resolvidos em guerra. O político se misturando com o pessoal, a galera começa a morrer, todo mundo ficando full miserável e pistola, gritaria, veneno e soco na costela – o bom e velho caos. Cenas dos dois representantes dos lados opostos tentando se reconciliar um dia antes da grande batalha, só pra brigarem novamente e depois se encararem com mais rancor ainda no campo? Pra então se arrependerem por que só tinham um ao outro como família, mas é tarde demais pra voltar atrás? Entretenimento do mais altíssimo nível. Chars tendo que tomar as decisões difíceis, independente da moral pessoal deles, mesmo que isso machuque quem eles amam? Fino, señores, finíssimo.
É contraditório não querer que as coisas ruins aconteçam com quem a gente simpatiza, mas também torcer pro barraco começar logo? É sim, mas tal como esses personagens, somos seres humanos complexos. Da mesma forma que torcemos pra ver todo mundo são e salvo, não é só de coisas boas que se sustentam as fofocas, né. Alguém tem que sair dessa pelo menos com aquela apunhalada básica nas costas, tem que render.
E sobre esse convite do Ardyn, estou deveras intrigada. Essas segundas intenções dele, provavelmente relacionadas ao que vai rolar depois que a Myriah ir de comes e bebes (com todo respeito e amor), me deixam com a impressão de que ele também já está preparando o terreno – mas o quanto ele já se adiantou que é questão. A Ary certamente já começou a mexer os pauzinhos dela, tanto que o meu palpite particular é que ela vai fazer o primeiro movimento, chegar com os dois pés na porta e o Ardyn que se vire pra revidar. E, well, gosto bastante do menino Martell, mas o fato dele simplesmente ter ido tirar férias em Cancun enquanto a avó tava quase dando notícias do mundo de lá me deixou com algumas ressalvas. Será que ele realmente tá vendo por trás das intenções da irmã e jogando no nível dela, ou só garantindo que vai ter algum apoio, sem achar muito que algo vai acontecer? A Lys pode estar pensado além demais e superestimando ele, talvez. O Ardyn é mais do que ele demonstra pros outros, ou é só esse rostinho bonito com backstory meio emo, que não quer muito com a vida ou com as responsabilidades de príncipe? E Aryelle é tão decidida e sangue-frio mesmo quanto a gente imagina?
Enfim, cenas para os próximos capítulos (Isso é um chorinho por mais umas lasquinhas informações? Quem sabe. Estou desesperada pra saber mais dessa relação espinhosa, um tanto triste e certamente mais que decadente desses irmãos? Mas é claro, completamente). Pra ser honesta, i’m not really sure pra quem torcer nessa guerra, e nem se vou escolher mesmo um lado, na verdade AUSHASUAH
E toda essa cena da festa, aahhh, me deixou e coração quentinho. A amadinha simplesmente não sabe se divertir at all, fiquei com vontade de guardar ela num potinho, mesmo que fosse perder alguns dedos no processo, tamanha a brabeza da mulher. O Nymor cantando, a dança dos dois, o estranhamento dos criados, o Arren (outro King of my heart, inclusive) sendo arisco, a Lysana se permitindo deixar pela música, sentindo o luto pelo esposo, pensando nos deveres, nos obstáculos que ela teve que superar, a mistura do sentimento de revolta com a melancolia... Gostei muito desse momento, da forma como você teceu a história dela. Confesso que a parte do Brynden bateu muito mais em mim, essa analogia das pedras bloqueando o rio foi muito certeira, o fluxo que sempre encontra seu caminho, sempre voltando pra ela. Não deu pra não lembrar do clássico “What is grief, if not love persevering?”.
Damnit, eu juro, se a fórmula do casal trágico separado pela morte for aparecer mais três vezes seguidas, ainda vou sofrer igual na três.
Enfim, me despeço agradecendo por esse deleite de cap, até a próxima!!
Hi Liz!!
Como está??
Acho que é de praxe já, eu, você ou a holtz atrasadas com alguma coisa XD
Foi o que eu já comentei antes, eu corro e corro, mas sempre acabo voltando para esse site e para as interativas, e o que seria de mim sem vocês para me apoiar em minhas loucuras não é mexxxmo? E sim, eu também espero que seja uma experiência tão boa como em PP, com muitos surtos e muitas teorias!! Os personagens de vocês já estão incríveis, então já temos meio caminho andado!
Um pretinho básico sempre cai bem, vamos combinar hahaha
Então, eu gosto muito de como tipo, a Lys tem sua posição inabalada há anos, mas ela nunca conseguiu a verdadeira paz, porque ela tem muitas pontas soltas em sua vida. Seja o esposo que perdeu, o irmão que ela "usurpou", a mãe que foi tirada dela. São muitas coisas que ela teve que engolir e superar, sem ter a chance de realmente lidar coisa por coisa, afinal a vida dela foi só uma coisa atrás da outra.
Como sempre, nada que uma boa terapia não teria ajudado :T
Ai ai o Nymor, eu quero um Nymor, iria me arrepender depois? SIM! Mas, me arrepender feliz jkakakakakkaka E claro, quem não iria querer o Nymor em sua caravana, ele é a alma da festa!!
Foi só um gostinho, teremos mais diálogos e aventuras que os dois vão ter e com certeza será um desenvolvimento não só da Lys, mas do Nymor, de ver o que ele realmente preza em sua vida e o que vale a pena abrir mão, ou não...
:S
AHHAHAHAHAHAH como eu falei com a holtz, tudo isso e a Myriah nem morreu ainda ahahhahahahaha a coitada com a orelha coçando do tanto que o povo fala da morte dela! E não se preocupe, teremos muita intriga familiar, afinal temos aqui a nossa grande briga por terreno.
AAAAAAH o Ardyn é complicado, ele é ingênuo em partes, porque ele sempre costuma dar o beneficio da dúvida as pessoas, e como foi mostrado, ele tá pouco se ligando pras coisas, quer ficar só no colinho do Edwyn e vivendo o bem bom. Tem muita coisa que ele observa, mas muito que ele perde de se atentar também. Então, não subestimem tanto ele, mas não deem tanto crédito como dão a Ary, porque a menina ali tem anos de mágoa e muito cérebro pra usar.
Vocês gostaram tantos dos irmãos Martell, que eles terão mais povs do que eu planejava de inicio, já que o plano inicial era eles serem vistos pelos olhos de outros personagens, mas eu me apaixonei tanto quanto e quero mais dos meus bbs ♥
Wandavision sempre presente T-T
Casais trágicos dando história desde a antiguidade, amamos ver!!
Eu que agradeço por tirar do seu tempo para ler e comentar, significa o mundo para mim >.
Beijocas ♥
Oi Dhuly,
Tudo bem?
Demorei um pouco para comentar, mas eu queria reler os capítulos para poder comentar. Vamos continuar essa historia com a primeira personagem sendo apresentada. O que dizer sobre a Lysana Dayne? Desde cedo parece que sua vida foi trágica.
Já começa com ela tendo o relato logo no inicio de que ela foi roubada da mãe pelo próprio pai. E levando em consideração essa árvore genealógica, com o nome da Lysana não sendo de nenhuma casa nobre, creio que ela seja uma bastarda legitimada mesmo. O que é interessante, já que ela provavelmente cresceu sendo uma Sand e não uma Dayne.
E é mais um capitulo rico nas descrições, afinal acho que a maioria esquece que Dorne não é só deserto. Que tem rios também, sendo que logicamente a civilização cresceria ao redor de cursos de água (no mundo real é assim também, com as cidades sendo construídas próximas de rios e lagos). Está valorizando muito a região dornesa.
Toda uma metáfora construída entre a Garça Azul e Lysana Dayne. Dá para ver toda uma melancolia nela enquanto pensa que está em um lugar ao qual não pertence, mas que tem que sobreviver ali e fazer o papel que esperam dela. Porque agora ela é a Senhora de Tombastela e as pessoas precisam dela. Eu fiquei curioso mais sobre Brynden. E o passado dos dois juntos.
E agora temos um torneio para começar tudo, lembrando que Westeros tem um historico de torneios que não acabaram bem ou que foram bem marcantes. Tivemos Torneio de Harrenhall, Torneio de Alvaparedes (acho que é isso) em Cavaleiro dos Sete Reinos e o não tão lembrado, Torneio da Mão que eu estou só citando porque foi onde tivemos o primeiro contato com esse evento medieval tradicional.
Mas o que esperar do Torneio de Paloferro? Será que o Ardyn já está imaginando que sua irmã tem alguma pretensão de usurpar seu direito ao trono? Difícil saber, não é? Afinal, deve ter pessoas que são leais ao Ardyn e possam ter passado a informações para ele.
Nymor um personagem muito interessante também, parece que é um dos responsáveis a trazer um pouco de alegria para a irmã. O dialogo deles foi muito bom, com a Lysana dizendo que talvez o lorde esteja com medo dela amaldiçoar a criança caso não compareça na comemoração, estilo Malévola. Agora a Casa Yronwood está diretamente envolvida na causa do Ardyn, buscar e reunir aliados é o primeiro passo.
Um bom capitulo, Dhuly. Reler só me fez querer ver como vai ser esse torneio. Até mais!