Comentários em “Up all night I won't quit”: “[MIYEST] - Capítulo 2”

M
Mandy

hellou ma friendi

~dancinha

Esse capítulo foi outro daqueles que a gente se questiona: mas que diabos está acontecendo? Macacos me mordam, alguém me explique! Mas ainda assim, um sucessão de eventos que vão elevando a tensão do capítulo de forma esplendorosa. Acho que é sempre muito bom apreciar esses pequenos detalhes como momentos importantes da construção da trama. Eu sinto um pouco de falta da elemento descritivo, eu não posso negar. Alguma coisa aqui podia ser mais inserida em termos de exploração, mas eu acho que cada um tem um modelo de escrita e críticas todos podemos fazer. O importante, é claro, sempre vai ser entender a mensagem.

Pois bem, eu tenho um apontamento. Ele consiste no uso do termo "papa", que me pareceu ser usado para "papai", mas que fica um pouco dúbio porque , é relativo à língua materna? tem um significado diferente? Eu sei que papa é papai em algumas linguagens e que algumas pessoas chamam o pai de papa. Mas, como essa é uma história escrita, eu diria que podia haver uma breve explicaçãozinha. Tipo um "desde que cresci, ele é meu papa, meu papai". Algo bem sutil sabe, só pra orientar.

Tirando isso, temos Kimura.

Kimura não é uma bruxa.

Kimura seria um vampiro? Um súcubo? Uma criatura demoníaca? Um alien? Eu acho que Kimura pode ser muitas coisas e eu realmente aprecio a forma como você compôs a construção da tensão em torno dela. Kimura exala um mistério maravilhoso, que eu gosto muito de acompanhar por diferentes razões. Uma porque todo mundo gosta de um bom segredinho sujo, outra porque é sempre intrigante acompanhar a descoberta do personagem central

E digamos que eu gostei do contrato firmado.

Não me parece tão terrível ser uma serva, embora nesse caso eu esteja, talvez ingenuamente, assumindo que Kimura e Sardjoe se tornarão amigas íntimas. Ai, eu quase tenho certeza de que não vai ser esse o caso, mas eu sempre fico nessa esperança leviana hahaha.

O desenrolar do capítulo também foi um ponto muito positivo. Os eventos se enveredaram de forma muito concisa, indo de uma condição à outra sem muita demora. Nesse ponto, do ponto de vista da linha temporal, acho que isso traduz de forma muito positiva a forma como você está construindo sua narrativa. Eu quero ver o que vai acontecer enquanto Sardjoe limpa o lustre e Kimura caminha pelas paredes exigindo sangue hahaha

Que relacionamento caótico vai ser isso.

Nossa, eu adorei.

Foi um prazer retornar para mais um episódio da sua série, Arin. Embora eu seja uma atrasada, digo com toda a alegria: eu te vejo no próximo capítulo.

Um beso.



O que mais gostei: Kimura me dá arrepios na nuca
O que acho que pode melhorar: "a bolsa que papa usava" ? por um segundo pensei "carai, menor, ela conhece o papa" ahsuhasuh mas eu acho que seria legal fazer um destaque pra isso, pra gente acompanhar o termo.
Arin Derano
Arin Derano Autor

Oie, Mandy!

Fico feliz de te ver de novo!

Ah sim, sobre os pontos do papa: vai ficar mais claro nos próximos capítulos, um spoilerzinho que já já você verá, mas Esther foi criada por dois pais. Um deles ela carinhosamente chama de papa, outro de pai/papai. Essa foi a melhor opção para mim na hora pois não queria chamá-los pelo nome, para dar aquela sensação de carinho e apreço pelos pais. Esther quando a criei seria surinamesa, e lá eles falam em boa parte o holandês, e no holandês eles costumam falar papa! Então tem um pouquinho de ligação com a língua materna dela também, mesmo que não se aplique aqui por ser um mundo fantástico.

A.D.O.R.O saber que a Kimura está cumprindo a função dela de ser misteriosa. Ela, em todas as minhas histórias, sempre terá um pouquinho disso. Faz parte da personalidade canônica dela ♥ e aqui, vi a oportunidade perfeita para aproveitar isso máximo, junto com a curiosidade até meio sem limites da Esther.

Um beijo e um abraço!