In the desert you can remember your name... Eu acho essa musica gostosa demais e gostei muito como você trabalhou ela aqui, na profundidade das contribuições do próprios Daniel.
~dancinha
Oi oi Nanat, eu voltei.
Eu gostei muito [muito, muito, muito] de observar os sentimentos do Daniel aqui e eu acho que você tem aplicado muito bem seus conhecimentos [adorei saber sobre a facul de filosofia, agora eu entendo como você aprofunda tantas coisas. Eu sei que escrever é aprofundar, mas você tem... um jeito especial de fazer isso]. Mas o jeito como Daniel explora seus sentimentos e a evolução deles pela Nim, não como um fantasma, como uma mão amiga, uma pessoa [vivo ou morta] com a qual ele realmente pode contar.
Tem gente que passa a vida toda e não encontra isso.
Quando ele fala sobre a unilateralidade das relações fictícias, eu fiquei "ai, mas eu discordo", mas ao mesmo tempo eu entendo e concordo. É isso, sabe? É essa forma como você explora os sentimentos e os detalhes que torna o todo muito bom de ser lido, porque o todo avalia a vida de forma mais ampla, que abandona apenas os capítulos da tua história e faz com que a gente avalie a gente mesmo, as nossas relações, o que faríamos se estivéssemos nessa situação?
Desculpa, eu sempre fico divagando.
Este foi outro capítulo muito bom, Nat. sentimental, exploratório e imersivo no ponto certo. E com criatividades narrativas que poucos autores se permitem. Meus parabéns, por tudo.
Um beso.
O que mais gostei: Debates internos.
O que acho que pode melhorar: -
Essa música realmente é muito boa e eu não consigo ler a letra dela sem lembrar da Nim. Acho que tem tudo a ver!
Quanto ao Daniel e a Nim, acho muito interessante dar espaço para que os dois mostrem as suas perspectivas. A princípio, pensei em contar a história apenas pela visão da Nim, mas senti que isso deixaria as coisas incompletas. Gosto de pensar que ambos estão seguindo caminhos diferentes (ou vendo o mesmo caminho sobre óticas distintas), mas rumando em direção ao mesmo destino. Nenhum dos dois tem mais ninguém nesse momento, mas quero trabalhar isso de uma forma que não se torne uma dependência emocional. Estabelecer uma amizade saudável é um ótimo caminho. Antes (e depois) de se tornarem amantes, eles vão sempre encontrar um caminho para serem o melhor amigo um do outro.
Fico feliz que tenha gostado de tudo que leu até aqui e espero, ainda, poder te resgatar para continuar lendo!
In the desert you can remember your name... Eu acho essa musica gostosa demais e gostei muito como você trabalhou ela aqui, na profundidade das contribuições do próprios Daniel.
~dancinha
Oi oi Nanat, eu voltei.
Eu gostei muito [muito, muito, muito] de observar os sentimentos do Daniel aqui e eu acho que você tem aplicado muito bem seus conhecimentos [adorei saber sobre a facul de filosofia, agora eu entendo como você aprofunda tantas coisas. Eu sei que escrever é aprofundar, mas você tem... um jeito especial de fazer isso]. Mas o jeito como Daniel explora seus sentimentos e a evolução deles pela Nim, não como um fantasma, como uma mão amiga, uma pessoa [vivo ou morta] com a qual ele realmente pode contar.
Tem gente que passa a vida toda e não encontra isso.
Quando ele fala sobre a unilateralidade das relações fictícias, eu fiquei "ai, mas eu discordo", mas ao mesmo tempo eu entendo e concordo. É isso, sabe? É essa forma como você explora os sentimentos e os detalhes que torna o todo muito bom de ser lido, porque o todo avalia a vida de forma mais ampla, que abandona apenas os capítulos da tua história e faz com que a gente avalie a gente mesmo, as nossas relações, o que faríamos se estivéssemos nessa situação?
Desculpa, eu sempre fico divagando.
Este foi outro capítulo muito bom, Nat. sentimental, exploratório e imersivo no ponto certo. E com criatividades narrativas que poucos autores se permitem. Meus parabéns, por tudo.
Um beso.
O que mais gostei: Debates internos.
O que acho que pode melhorar: -
Olá novamente!
Essa música realmente é muito boa e eu não consigo ler a letra dela sem lembrar da Nim. Acho que tem tudo a ver!
Quanto ao Daniel e a Nim, acho muito interessante dar espaço para que os dois mostrem as suas perspectivas. A princípio, pensei em contar a história apenas pela visão da Nim, mas senti que isso deixaria as coisas incompletas. Gosto de pensar que ambos estão seguindo caminhos diferentes (ou vendo o mesmo caminho sobre óticas distintas), mas rumando em direção ao mesmo destino. Nenhum dos dois tem mais ninguém nesse momento, mas quero trabalhar isso de uma forma que não se torne uma dependência emocional. Estabelecer uma amizade saudável é um ótimo caminho. Antes (e depois) de se tornarem amantes, eles vão sempre encontrar um caminho para serem o melhor amigo um do outro.
Fico feliz que tenha gostado de tudo que leu até aqui e espero, ainda, poder te resgatar para continuar lendo!
A propósito, um feliz ano novo atrasado haha