Tua escrita fica cada vez melhor, desde a prosa até a caracterização, diálogos e descrição (esse início descortinando a Witte House foi lindo). Adorei a conversa entre Elizabeth e as damas dela com a Hortense, especialmente pelo modo como a Liz ficou chocada (um verdadeiro banho de água fria!) ao saber as opiniões que a lady Ives tinha em relação aos escravos. Foi interessante a sua visão de como todos nessa época eram como produtos de seu tempo.
Nessa nota – e digo isso sem saber se foi intencional ou não –, gostei de como você retratou a atitude da Elizabeth de se unir a movimentos antiescravagistas como algo vindo completamente da vaidade dela, com zero conhecimento pelas implicações sociais e econômicas do que algo assim traria para o mundo. Apesar de ser prudente em certos assuntos, em outros a Liz é extremamente impulsiva e gostei bastante de como você retratou isso.
No mais, a história continua ótima. Esse arco da Ives vai render.
Tua escrita fica cada vez melhor, desde a prosa até a caracterização, diálogos e descrição (esse início descortinando a Witte House foi lindo). Adorei a conversa entre Elizabeth e as damas dela com a Hortense, especialmente pelo modo como a Liz ficou chocada (um verdadeiro banho de água fria!) ao saber as opiniões que a lady Ives tinha em relação aos escravos. Foi interessante a sua visão de como todos nessa época eram como produtos de seu tempo.
Nessa nota – e digo isso sem saber se foi intencional ou não –, gostei de como você retratou a atitude da Elizabeth de se unir a movimentos antiescravagistas como algo vindo completamente da vaidade dela, com zero conhecimento pelas implicações sociais e econômicas do que algo assim traria para o mundo. Apesar de ser prudente em certos assuntos, em outros a Liz é extremamente impulsiva e gostei bastante de como você retratou isso.
No mais, a história continua ótima. Esse arco da Ives vai render.
O que mais gostei: Escrita