Queria dizer já de cara que uma das coisas que acho perfeitas nesse capítulo é você ter explorado com maestria a capacidade de transformar um local de luz, visto geralmente como refúgio, em um cenário grotesco e sinistro, onde a aura benigna imperturbável dá lugar ao medo, ao pavor, ao sombrio e a morte. Essa subversão literária do sagrado em algo maldito exige técnica para cumprir sua função de semear medo e apreensão no coração do leitor. E você é expert nessas coisas. Parabéns, meu amigo!
Um capítulo inteiro dedicado ao Landau! Isso foi de tirar o fôlego!
Acompanhar Eduardo em sua ronda e ter acesso a seus pensamentos e temores humaniza demais o personagem. Sacada de gênio, meu amigo. Eu fiquei me perguntando o tempo todo se ele estava de fato arrependido ou só corroído pelo remorso. Há uma diferença crucial, você sabe. E foi impossível não ter pena dele. Morrer numa igreja tem lá seu toque poético, apesar do tom predominantemente macabro (e bem vindo) do capítulo.
Esse negócio da morte estar sempre rondando determinado grupo de pessoas (culpadas ou não) me traz uma vibe muito estilo franquias como Premonição e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Não sei se foi proposital ou se essas franquias estão talvez entre as suas influências; o fato é que não descarta a genialidade da coisa.
O Landau age exatamente como um predador caçando. Parece um dinossauro de metal. Uma coisa viva.
E ele não perdoa nem igrejas! Quando o bicho invade a catedral, me lembrei daquele filme Fim dos Dias. Quando o personagem de Schwarzenegger questiona o Satã sobre como conseguiu entrar na igreja, no final do filme, o Tinhoso responde: "Eu posso suportar a dor de estar aqui."
Sinistro, tal qual o Landau arrombador de catedrais. Se nunca assistiu esse filme, recomendo demais.
É isso, meu irmão! Mais um capítulo fenomenal para a sua conta. Tiro o chapéu, como sempre.
Cara, esse sem dúvida é um dos meus capítulos favoritos da história. E confesso que usei alguns medos que eu mesmo tenho para construir essa subversão do sagrado em profano sinistro rsrsrs Não me julgue, plisssss
E simmmm, eu quis dedicar um capítulo inteiro ao Landau não só porque a idéia de um ataque dentro de uma igreja é BELÍSSIMAAAAA, mas também porque é um momento de "virada de chave" na história e daqui em diante as coisas ganham um ritmo mais acelerado. E simmmm, a idéia é sempre dar pro Landau esse ar de predador, por isso as comparações constantes com um animal pré-histórico imenso. :D
E não conheço esse filme não, vou procurar aqui. Amei a frase de efeito hahaha
Venho lendo sua história numa velocidade absurda, muito provavelmente por tê-la na mão tão facilmente. E como te disse, decidi comentar em alguns capítulos apenas (e espero que isso não seja chato pra você).
P.S.: vou tentar encurtar o comentário. Não quero te dar trabalho.
Primeiro de tudo: O ponto principal da sua história tá sempre presente. É bem difícil ler O Landau Vermelho e não ver referências da história o tempo inteiro (e isso é excelente, ao meu ver, porque traz essa imersão constante e não foge do tem
Segundo: Eu não sei se você tem dimensão disso, mas é bem difícil equilibrar os pontos de vista em uma história. Você fez isso de uma maneira admirável, conseguir ministrar a dose certa de cada perspectiva com uma maestria digna de exaltação.
Terceiro: Gostei da inserção do Guilherme. Lendo, me senti bem familiarizada com todo o universo que você propôs.
Vou deixar claro que tenho um penhasco pelo Adam. O jeito que ele trata a Fernanda é tão... A cena deles no restaurante, bem na hora da reação do Adam às provocações, foi muito boa, li que nem pisquei. Como dizem em Spy Family:Quanta elegância.
Não consigo juntar peça alguma sobre os assassinatos, não sei se deixei algo passar ou se faz parte de tudo começar a entregar mais à frente. Só sei que tô curiosa pela explicação de tudo isso, tanto quanto o Guilherme.
Parabéns pelo trabalho. Você escreveu sobre algo que viveu/vive e sabe a respeito, e isso torna a sua história gostosa de se ler (além da escrita, claro). Isso porque ela agrega, porque ela é firme e sabe o que descreve.
Fico feliz por saber que você engatou na leitura e (aparentemente) tá curtindo o desenrolar da trama rsrs Espero que a história continue atendendo suas expectativas enquanto leitora rsrs E sobre não comentar em todos os capítulos, de forma alguma isso me chateia. Eu respeito o ritmo e tempo de cada leitor, e cada comentário sempre será muito bem-vindo e respondido com todo meu amor ♥
Sobre os pontos que você mencionou:
Primeiro: Sim, essa história é literalmente uma imersão no meu próprio mundinho. Por ser a primeira história que escrevi nesse formato, ela está transbordando de referências. Dá pra me conhecer muito por aqui rsrs
Segundo: Muito obrigado por perceber esse detalhe ♥ Eu tento trazer o máximo de equilíbrio e fluidez possível à trama, sempre dosando cenas de ação e suspense com cenas mais "paradas" e "dia-a-dia" de forma que consiga prender a atenção do leitor nas horas certas e relaxá-lo quando é preciso.
Terceiro: Guilherme é um neném ♥
E não fique chateada por ainda não ter conseguido juntar todas as peças desse quebra-cabeça. As coisas começam a caminhar pra uma solução justamente de agora em diante. #ZeroSpoilers
Cuidado com a burra: a Juliana também tava envolvida no negócio todo, acho que entendi errado achando que só tinham sido homens KKKKKKKKK
Que capítulo incrível. Tudo que eu precisava hoje era de muita ação e adrenalina. O contraste da igreja em completo silêncio e monotonia com todas as falas e o rugido do motor... cara, que arraso. Meus parabéns pela sua escrita, não canso de elogiar ❤
Olá, meu irmão Matheus!
Demorei, mas cheguei!
Queria dizer já de cara que uma das coisas que acho perfeitas nesse capítulo é você ter explorado com maestria a capacidade de transformar um local de luz, visto geralmente como refúgio, em um cenário grotesco e sinistro, onde a aura benigna imperturbável dá lugar ao medo, ao pavor, ao sombrio e a morte. Essa subversão literária do sagrado em algo maldito exige técnica para cumprir sua função de semear medo e apreensão no coração do leitor. E você é expert nessas coisas. Parabéns, meu amigo!
Um capítulo inteiro dedicado ao Landau! Isso foi de tirar o fôlego!
Acompanhar Eduardo em sua ronda e ter acesso a seus pensamentos e temores humaniza demais o personagem. Sacada de gênio, meu amigo. Eu fiquei me perguntando o tempo todo se ele estava de fato arrependido ou só corroído pelo remorso. Há uma diferença crucial, você sabe. E foi impossível não ter pena dele. Morrer numa igreja tem lá seu toque poético, apesar do tom predominantemente macabro (e bem vindo) do capítulo.
Esse negócio da morte estar sempre rondando determinado grupo de pessoas (culpadas ou não) me traz uma vibe muito estilo franquias como Premonição e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Não sei se foi proposital ou se essas franquias estão talvez entre as suas influências; o fato é que não descarta a genialidade da coisa.
O Landau age exatamente como um predador caçando. Parece um dinossauro de metal. Uma coisa viva.
E ele não perdoa nem igrejas! Quando o bicho invade a catedral, me lembrei daquele filme Fim dos Dias. Quando o personagem de Schwarzenegger questiona o Satã sobre como conseguiu entrar na igreja, no final do filme, o Tinhoso responde: "Eu posso suportar a dor de estar aqui."
Sinistro, tal qual o Landau arrombador de catedrais. Se nunca assistiu esse filme, recomendo demais.
É isso, meu irmão! Mais um capítulo fenomenal para a sua conta. Tiro o chapéu, como sempre.
Nos vemos de novo em breve!
Ei migo! Demorei, mas enfim vim responder! Hahaha
Cara, esse sem dúvida é um dos meus capítulos favoritos da história. E confesso que usei alguns medos que eu mesmo tenho para construir essa subversão do sagrado em profano sinistro rsrsrs Não me julgue, plisssss
E simmmm, eu quis dedicar um capítulo inteiro ao Landau não só porque a idéia de um ataque dentro de uma igreja é BELÍSSIMAAAAA, mas também porque é um momento de "virada de chave" na história e daqui em diante as coisas ganham um ritmo mais acelerado. E simmmm, a idéia é sempre dar pro Landau esse ar de predador, por isso as comparações constantes com um animal pré-histórico imenso. :D
E não conheço esse filme não, vou procurar aqui. Amei a frase de efeito hahaha
Enfim. Te vejo no próximo, meu querido!
Venho lendo sua história numa velocidade absurda, muito provavelmente por tê-la na mão tão facilmente. E como te disse, decidi comentar em alguns capítulos apenas (e espero que isso não seja chato pra você).
P.S.: vou tentar encurtar o comentário. Não quero te dar trabalho.
Primeiro de tudo: O ponto principal da sua história tá sempre presente. É bem difícil ler O Landau Vermelho e não ver referências da história o tempo inteiro (e isso é excelente, ao meu ver, porque traz essa imersão constante e não foge do tem
Segundo: Eu não sei se você tem dimensão disso, mas é bem difícil equilibrar os pontos de vista em uma história. Você fez isso de uma maneira admirável, conseguir ministrar a dose certa de cada perspectiva com uma maestria digna de exaltação.
Terceiro: Gostei da inserção do Guilherme. Lendo, me senti bem familiarizada com todo o universo que você propôs.
Vou deixar claro que tenho um penhasco pelo Adam. O jeito que ele trata a Fernanda é tão...
A cena deles no restaurante, bem na hora da reação do Adam às provocações, foi muito boa, li que nem pisquei. Como dizem em Spy Family: Quanta elegância.
Não consigo juntar peça alguma sobre os assassinatos, não sei se deixei algo passar ou se faz parte de tudo começar a entregar mais à frente. Só sei que tô curiosa pela explicação de tudo isso, tanto quanto o Guilherme.
Parabéns pelo trabalho. Você escreveu sobre algo que viveu/vive e sabe a respeito, e isso torna a sua história gostosa de se ler (além da escrita, claro). Isso porque ela agrega, porque ela é firme e sabe o que descreve.
Seguindo para os próximos capítulos. ♥
Oi de novo!
Fico feliz por saber que você engatou na leitura e (aparentemente) tá curtindo o desenrolar da trama rsrs Espero que a história continue atendendo suas expectativas enquanto leitora rsrs E sobre não comentar em todos os capítulos, de forma alguma isso me chateia. Eu respeito o ritmo e tempo de cada leitor, e cada comentário sempre será muito bem-vindo e respondido com todo meu amor ♥
Sobre os pontos que você mencionou:
Primeiro: Sim, essa história é literalmente uma imersão no meu próprio mundinho. Por ser a primeira história que escrevi nesse formato, ela está transbordando de referências. Dá pra me conhecer muito por aqui rsrs
Segundo: Muito obrigado por perceber esse detalhe ♥ Eu tento trazer o máximo de equilíbrio e fluidez possível à trama, sempre dosando cenas de ação e suspense com cenas mais "paradas" e "dia-a-dia" de forma que consiga prender a atenção do leitor nas horas certas e relaxá-lo quando é preciso.
Terceiro: Guilherme é um neném ♥
E não fique chateada por ainda não ter conseguido juntar todas as peças desse quebra-cabeça. As coisas começam a caminhar pra uma solução justamente de agora em diante. #ZeroSpoilers
Até o próximo! ;)
Cuidado com a burra: a Juliana também tava envolvida no negócio todo, acho que entendi errado achando que só tinham sido homens KKKKKKKKK
Que capítulo incrível. Tudo que eu precisava hoje era de muita ação e adrenalina. O contraste da igreja em completo silêncio e monotonia com todas as falas e o rugido do motor... cara, que arraso. Meus parabéns pela sua escrita, não canso de elogiar ❤
"Cuidado com a burra" me pegou, eu to rindo DEMAIS HAHAHAHAHA
AMIGAAAAAAAA O capítulo da igreja é sem dúvida um dos pontos altos dessa história! Me orgulho muito dele. ❤
Que bom que você está gostando de OLV. Espero que você se mantenha assim até o final (e depois dele haha).
Bora pro próximo!