É em capítulos como este que percebemos sua maestria em conduzir a trama policial, cerne da narrativa de OLV. A ambientação bem pensada, os diálogos bem construídos, que sempre revelam algo sobre os personagens ou fazem a história avançar, tudo nos leva a mais do que imaginar, nos faz praticamente assistir a cena onde Guilherme, querendo ou não, interroga Adam. A trama, o suspense, em nada perdem em qualidade para obras gringas do mesmo gênero ou algum best-seller de Sydney Sheldon. A cada capítulo desta fic maravilhosa me sinto sempre assistindo a um eletrizante thriller policial.
Aqui o fio condutor da narrativa nos propõe um dilema; Guilherme é um bom policial, o que nos faz torcer por seu êxito na investigação. Por outro lado, Adam aparenta ser bastante sincero e transparente em suas colocações, o que nos move a acreditar em sua inocência (o que é exatamente o que um serial killer pretenderia kkk) Difícil dizer quem é o heroi, afinal, todo mundo é o heroi da sua própria história, né? Por ora, sigo torcendo igualmente para ambos. o capítulo termina mostrando um detalhe importante, Guilherme sentindo que há algo mais naquela história. Alguém com sua carreira investigativa atua nesse campo há tempo suficiente para aprender a confiar em seus instintos, o que pode pesar em favor da provável inocência de Adam.
Agora, o Landau. É sempre um show à parte.
É maravilhoso o tour que você nos proporciona a cada vez que resolve dar um zoom pormenorizado nesta máquina poderosa em forma de carro que tanto fascina quanto assusta. Ver o Landau por seus olhos traz a mesma sensação que tenho quando admiro um leão no zoológico: a de que é belo e extremamente mortal.
Sob seus holofotes, quase vejo o Landau reluzente girando sobre aquelas plataformas rotativas de exposições de carros chiques. A riqueza de detalhes impressiona até mesmo um amante inveterado do motociclismo como eu, o que comprova a sua propriedade e paixão pelo assunto.
Obrigado por nos brindar com este capítulo mais sério e focado no mistério, Matheus. Mas devo admitir que já estou sentindo falta das peripécias cômicas do Bruno. kkkk
Tem algo a mais e agora as suspeitas recaem nos sócios e nos desafetos antigos do Adam... mas quem teria uma motivação tão grande pra arquitetar tudo isso? Centenas de milhões de reais valem por uma série de assassinatos? Bom, algumas pessoas dizem que sim, então quem sou eu pra duvidar...
Olha aí que já tem mais possibilidades pra dar um nó na sua cabecinha de leitora MUAHUAHUAHUAHUAW *risada de escritor muito maligno*
E não se faz uma pergunta dessas, mulher. Você chega numa praça e pergunta "Quem topa matar uma galera por 100 milhões?", pode ter certeza que a galera faz até ola. Julgo? Jamais.
É em capítulos como este que percebemos sua maestria em conduzir a trama policial, cerne da narrativa de OLV. A ambientação bem pensada, os diálogos bem construídos, que sempre revelam algo sobre os personagens ou fazem a história avançar, tudo nos leva a mais do que imaginar, nos faz praticamente assistir a cena onde Guilherme, querendo ou não, interroga Adam. A trama, o suspense, em nada perdem em qualidade para obras gringas do mesmo gênero ou algum best-seller de Sydney Sheldon. A cada capítulo desta fic maravilhosa me sinto sempre assistindo a um eletrizante thriller policial.
Aqui o fio condutor da narrativa nos propõe um dilema; Guilherme é um bom policial, o que nos faz torcer por seu êxito na investigação. Por outro lado, Adam aparenta ser bastante sincero e transparente em suas colocações, o que nos move a acreditar em sua inocência (o que é exatamente o que um serial killer pretenderia kkk) Difícil dizer quem é o heroi, afinal, todo mundo é o heroi da sua própria história, né? Por ora, sigo torcendo igualmente para ambos. o capítulo termina mostrando um detalhe importante, Guilherme sentindo que há algo mais naquela história. Alguém com sua carreira investigativa atua nesse campo há tempo suficiente para aprender a confiar em seus instintos, o que pode pesar em favor da provável inocência de Adam.
Agora, o Landau. É sempre um show à parte.
É maravilhoso o tour que você nos proporciona a cada vez que resolve dar um zoom pormenorizado nesta máquina poderosa em forma de carro que tanto fascina quanto assusta. Ver o Landau por seus olhos traz a mesma sensação que tenho quando admiro um leão no zoológico: a de que é belo e extremamente mortal.
Sob seus holofotes, quase vejo o Landau reluzente girando sobre aquelas plataformas rotativas de exposições de carros chiques. A riqueza de detalhes impressiona até mesmo um amante inveterado do motociclismo como eu, o que comprova a sua propriedade e paixão pelo assunto.
Obrigado por nos brindar com este capítulo mais sério e focado no mistério, Matheus. Mas devo admitir que já estou sentindo falta das peripécias cômicas do Bruno. kkkk
Tem algo a mais e agora as suspeitas recaem nos sócios e nos desafetos antigos do Adam... mas quem teria uma motivação tão grande pra arquitetar tudo isso? Centenas de milhões de reais valem por uma série de assassinatos? Bom, algumas pessoas dizem que sim, então quem sou eu pra duvidar...
Olha aí que já tem mais possibilidades pra dar um nó na sua cabecinha de leitora MUAHUAHUAHUAHUAW *risada de escritor muito maligno*
E não se faz uma pergunta dessas, mulher. Você chega numa praça e pergunta "Quem topa matar uma galera por 100 milhões?", pode ter certeza que a galera faz até ola. Julgo? Jamais.
Bora pro próximo!