Diferente da protagonista, eu não curto borboletas. São lindas, sim, mas as asas imitam predadores e parece que insetos adoram zunir na minha cara! É mais receio de que me toquem e eu as veja de perto do que qualquer outra coisa.
E poxa, gata, tu não lembra o nome da amiga de infância? Que????? :c
Você é muito poética! Isso é lindo! Estou acompanhando o desenvolver dessa trama ♥
O que mais gostei: O sentimento mórbido, você entende muito bem e tem palavras certas pra passar a diante.
Pessoalmente, eu acho as borboletas meio esquistas, mas por alguma razão elas combinam muito bem com a minha protagonista hahaha
M
Mandy
Assim, qual a tua?
~dancinha
Você escreve como se as coisas fossem suas. Eu me pergunto, nesse sentido, com qual profundidade você mesma se coloca nos capítulos e, ao mesmo tempo, me preocupo profundamente pelo peso deles. Se a gente, como autor, costuma colocar um pouco de nós mesmos em tudo, o quanto de você está aqui? E, assim, o quanto de você está bem e o quanto de você está partido?
Eu sei, é uma pergunta muito pessoal, mas eu espero que esteja tudo bem ♥
Eu não vou mencionar a narração maravilhosa, a crueza das palavras ou a frieza do desenrolar. Eu apenas vou exaltar que você escreve com uma qualidade narrativa que destoa dos demais e isso, pra mim, tem um valor inestimável. Histórias são sempre histórias e costumam seguir os mesmos passos. A sua também tem uma fórmula, mas ta sendo uma fórmula diferente e gostosa de ser lida.
Obrigada por compartilhá-la conosco. Estou adorando ♥
Deixo um beso, um abraço apertado e te vejo no próximo review.
O que mais gostei: A forma como você conecta uma coisa na outra é impressionante. Eu quero (um milhão de vezes) te dar duas palavrinhas: para. béns. Tá maravilhoso.
O que acho que pode melhorar: Sobre este capítulo, eu não alteraria nem uma vírgula. Ele tá escandaloso de bom.
Tenho um carinho enorme por essa história justamente devido ao seu caráter autobiográfico. Assim sendo, acredito que a maioria das coisas esteja vincula a mim, mesmo que de uma forma difícil de explicar.
"Enquanto Sua Sombra Vem", por exemplo, é o título de um poema que eu escrevi a muito tempo atrás. Não tinha nada a ver com fantasmas, mas agora tem. A ambientação da trama é a cidade onde eu nasci e cresci. Todos os personagens possuem um traço de personalidade meu, o que significa que eles podem ter defeitos que eu também tenho.
Como você está preocupada, acho que te pode te animar saber que essas correlações são limitadas. No passado, eu atravessei um longo período depressivo. Hoje, depois de muitos anos e muitas horas de terapia, voltei a me sentir perfeitamente bem e a ser saudável. Apesar disso, nunca enxerguei essa história como o reflexo da minha depressão. Embora muitos sentimentos sejam descritos com base em coisas que eu já senti, não acho que a trama trata sobre esse período da minha vida. Mesmo que ele esteja lá, a existência da Nim está sendo moldada para ser uma coisa que transcende algumas esferas, inclusive as da autora.
E eu digo, que mesmo tendo isso em mente, sei que é muito difícil escapar de mim mesma.
(Espero não ter te assustado hahah que você continue tendo uma boa leitura apesar disso ♥)
A
Arrogante
Esse capítulo implica muita coisa, especialmente considerando a causa da morte de nosso fantasminha. Ainda fico besta com como sua prosa consegue soar leve ao mesmo tempo em que fala dos assuntos mais grotescos.
Diferente da protagonista, eu não curto borboletas. São lindas, sim, mas as asas imitam predadores e parece que insetos adoram zunir na minha cara! É mais receio de que me toquem e eu as veja de perto do que qualquer outra coisa.
E poxa, gata, tu não lembra o nome da amiga de infância? Que????? :c
Você é muito poética! Isso é lindo! Estou acompanhando o desenvolver dessa trama ♥
O que mais gostei: O sentimento mórbido, você entende muito bem e tem palavras certas pra passar a diante.
Pessoalmente, eu acho as borboletas meio esquistas, mas por alguma razão elas combinam muito bem com a minha protagonista hahaha
Assim, qual a tua?
~dancinha
Você escreve como se as coisas fossem suas. Eu me pergunto, nesse sentido, com qual profundidade você mesma se coloca nos capítulos e, ao mesmo tempo, me preocupo profundamente pelo peso deles. Se a gente, como autor, costuma colocar um pouco de nós mesmos em tudo, o quanto de você está aqui? E, assim, o quanto de você está bem e o quanto de você está partido?
Eu sei, é uma pergunta muito pessoal, mas eu espero que esteja tudo bem ♥
Eu não vou mencionar a narração maravilhosa, a crueza das palavras ou a frieza do desenrolar. Eu apenas vou exaltar que você escreve com uma qualidade narrativa que destoa dos demais e isso, pra mim, tem um valor inestimável. Histórias são sempre histórias e costumam seguir os mesmos passos. A sua também tem uma fórmula, mas ta sendo uma fórmula diferente e gostosa de ser lida.
Obrigada por compartilhá-la conosco. Estou adorando ♥
Deixo um beso, um abraço apertado e te vejo no próximo review.
O que mais gostei: A forma como você conecta uma coisa na outra é impressionante. Eu quero (um milhão de vezes) te dar duas palavrinhas: para. béns. Tá maravilhoso.
O que acho que pode melhorar: Sobre este capítulo, eu não alteraria nem uma vírgula. Ele tá escandaloso de bom.
Tenho um carinho enorme por essa história justamente devido ao seu caráter autobiográfico. Assim sendo, acredito que a maioria das coisas esteja vincula a mim, mesmo que de uma forma difícil de explicar.
"Enquanto Sua Sombra Vem", por exemplo, é o título de um poema que eu escrevi a muito tempo atrás. Não tinha nada a ver com fantasmas, mas agora tem. A ambientação da trama é a cidade onde eu nasci e cresci. Todos os personagens possuem um traço de personalidade meu, o que significa que eles podem ter defeitos que eu também tenho.
Como você está preocupada, acho que te pode te animar saber que essas correlações são limitadas. No passado, eu atravessei um longo período depressivo. Hoje, depois de muitos anos e muitas horas de terapia, voltei a me sentir perfeitamente bem e a ser saudável. Apesar disso, nunca enxerguei essa história como o reflexo da minha depressão. Embora muitos sentimentos sejam descritos com base em coisas que eu já senti, não acho que a trama trata sobre esse período da minha vida. Mesmo que ele esteja lá, a existência da Nim está sendo moldada para ser uma coisa que transcende algumas esferas, inclusive as da autora.
E eu digo, que mesmo tendo isso em mente, sei que é muito difícil escapar de mim mesma.
(Espero não ter te assustado hahah que você continue tendo uma boa leitura apesar disso ♥)
Esse capítulo implica muita coisa, especialmente considerando a causa da morte de nosso fantasminha. Ainda fico besta com como sua prosa consegue soar leve ao mesmo tempo em que fala dos assuntos mais grotescos.
Mais um, mais um.
O que mais gostei: Morbidez leve