Ver Parallels atualizada hoje foi surpresa mais agradável do meu final de semana, então já começo agradecendo pelo capítulo.
Começando pelo capítulo atualizado, o 11, queria dizer que me sinto lisonjeado, e meio assustado, com você ter me levado a sério e feito correções por concordar com o que eu tinha a dizer. Adiciona um certo nível de responsabilidade ao que comento aqui, e pessoalmente eleva Parallels no meu coração. ⊂(▀¯▀⊂)
O capítulo de hoje (porque estou atualizado, gente, e posso falar dos eventos como sendo ATUAIS) foi surpreendentemente complexo. Digo, foi curto, e o que aconteceu nele poderia ser resumido numa frase ("Max leva Riley pra sair"), mas são os detalhezinhos na narração da Max que me fisgaram forte. Ela citar que se compara com o Nick o tempo todo, sem nunca estar realmente relaxada, foi forte. Meio que me traz aquela ansiedade juvenil que você é tão boa em fazer, mas ao mesmo tempo trouxe um dilema moral forte porque...
Bom, isso sou eu conjecturando, mas sinto que a Riley não vê a Max, a pessoa Max. Ela vê alguém por quem pode viver fantasias de rebeldia, de viver sem tomar remedinho, e de se rebelar contra a mamãe ganso que é o Nick. Isso deixa o desejo da Max de agradar e "libertar" a amiga ainda mais trágico aos meus olhos porque, apesar de se comparar com o cara, ela nem chegou no mesmo nível do Nick em termos de intimidade por causa do tipo de relacionamento que a Ridley tem com ela.
Digo que a Riley faz isso sem perceber, e por isso (essa fanfic triste que criei na minha cabeça), esse capítulo foi complexo de ler. Cada frase parecia ter um duplo sentido, um desejo ardente e ao mesmo tempo extinto, e quando se para pra pensar que Max baseia a relação dela com a Riley com base no que Riley vivencia com o Nick é... Caramba, sabe? Forte, forte. Good stuff.
P.S.: A vibe do capítulo com as bicicletas me lembrou muito uma música do Arcade Fire chamada "Suburbs", que aposto que você já conhece. Como não teve recomendação de música nas notas, decidi ouvir uma mixtape de Low Roar antes de começar a ler, e ela ficou porque as melodias de Low Roar combinam muito com a visualização que faço das suas cenas.
PSS.: Checa tua inbox
O que mais gostei: "(...) Meu medo se dava pelo fator de eu não me achar tão boa quanto Nicholas"
Parallels está sendo meu potinho de orgulho, inspiração, evolução e um projeto super pessoal, de fato, especialmente por ser o primeiro livro que tenho feito com a intenção de publicar fisicamente. Então feedbacks como o seu são super construtivos e me ajuda a elevar essa história no patamar de consistência e coerência que eu mais quero. Aliás, por isso eu acredito me cobrar tanto e demorar para fluir com alguns capítulos, pelo puro e simples medo de me perder no caminho, não encaixar bem ou deixar algo muito superficial.
Acho intrigante sua leitura sobre como a Riley vê a Max, porque num primeiro momento a Max é isso pra Riley: uma fuga e um ponto de rebeldia pra ela dar vida às suas fantasias internas.
O que mais gosto nesse capítulo é como ele flui até chegar nos parágrafos finais. Max leva Riley para o seu mundo e compartilha um de seus lugares favoritos com ela, sem estar presa aos efeitos colaterais e tudo o que aquela ação pode desencadear, mas isso tudo rui quando ela confronta a realidade no final do dia. Vejo isso com grande pesar (uma dor até pessoal) que é se abrir e entregar o melhor de você para que alguém te conheça, mas estar sempre se comparando ou se sentindo inferior a outra pessoa. Encaixa bem naquela frustração de romance adolescente.
Muito obrigada por desenterrar uma música da minha playlist, Suburbs é muito bom! E esqueci mesmo de colocar a música nas notas, mas fui totalmente inspirada por How Soon Is Now? do The Smiths (meu guilty pleasure).
Ver Parallels atualizada hoje foi surpresa mais agradável do meu final de semana, então já começo agradecendo pelo capítulo.
Começando pelo capítulo atualizado, o 11, queria dizer que me sinto lisonjeado, e meio assustado, com você ter me levado a sério e feito correções por concordar com o que eu tinha a dizer. Adiciona um certo nível de responsabilidade ao que comento aqui, e pessoalmente eleva Parallels no meu coração. ⊂(▀¯▀⊂)
O capítulo de hoje (porque estou atualizado, gente, e posso falar dos eventos como sendo ATUAIS) foi surpreendentemente complexo. Digo, foi curto, e o que aconteceu nele poderia ser resumido numa frase ("Max leva Riley pra sair"), mas são os detalhezinhos na narração da Max que me fisgaram forte. Ela citar que se compara com o Nick o tempo todo, sem nunca estar realmente relaxada, foi forte. Meio que me traz aquela ansiedade juvenil que você é tão boa em fazer, mas ao mesmo tempo trouxe um dilema moral forte porque...
Bom, isso sou eu conjecturando, mas sinto que a Riley não vê a Max, a pessoa Max. Ela vê alguém por quem pode viver fantasias de rebeldia, de viver sem tomar remedinho, e de se rebelar contra a mamãe ganso que é o Nick. Isso deixa o desejo da Max de agradar e "libertar" a amiga ainda mais trágico aos meus olhos porque, apesar de se comparar com o cara, ela nem chegou no mesmo nível do Nick em termos de intimidade por causa do tipo de relacionamento que a Ridley tem com ela.
Digo que a Riley faz isso sem perceber, e por isso (essa fanfic triste que criei na minha cabeça), esse capítulo foi complexo de ler. Cada frase parecia ter um duplo sentido, um desejo ardente e ao mesmo tempo extinto, e quando se para pra pensar que Max baseia a relação dela com a Riley com base no que Riley vivencia com o Nick é... Caramba, sabe? Forte, forte. Good stuff.
P.S.: A vibe do capítulo com as bicicletas me lembrou muito uma música do Arcade Fire chamada "Suburbs", que aposto que você já conhece. Como não teve recomendação de música nas notas, decidi ouvir uma mixtape de Low Roar antes de começar a ler, e ela ficou porque as melodias de Low Roar combinam muito com a visualização que faço das suas cenas.
PSS.: Checa tua inbox
O que mais gostei: "(...) Meu medo se dava pelo fator de eu não me achar tão boa quanto Nicholas"
Parallels está sendo meu potinho de orgulho, inspiração, evolução e um projeto super pessoal, de fato, especialmente por ser o primeiro livro que tenho feito com a intenção de publicar fisicamente. Então feedbacks como o seu são super construtivos e me ajuda a elevar essa história no patamar de consistência e coerência que eu mais quero. Aliás, por isso eu acredito me cobrar tanto e demorar para fluir com alguns capítulos, pelo puro e simples medo de me perder no caminho, não encaixar bem ou deixar algo muito superficial.
Acho intrigante sua leitura sobre como a Riley vê a Max, porque num primeiro momento a Max é isso pra Riley: uma fuga e um ponto de rebeldia pra ela dar vida às suas fantasias internas.
O que mais gosto nesse capítulo é como ele flui até chegar nos parágrafos finais. Max leva Riley para o seu mundo e compartilha um de seus lugares favoritos com ela, sem estar presa aos efeitos colaterais e tudo o que aquela ação pode desencadear, mas isso tudo rui quando ela confronta a realidade no final do dia. Vejo isso com grande pesar (uma dor até pessoal) que é se abrir e entregar o melhor de você para que alguém te conheça, mas estar sempre se comparando ou se sentindo inferior a outra pessoa. Encaixa bem naquela frustração de romance adolescente.
Muito obrigada por desenterrar uma música da minha playlist, Suburbs é muito bom! E esqueci mesmo de colocar a música nas notas, mas fui totalmente inspirada por How Soon Is Now? do The Smiths (meu guilty pleasure).