Comentários em “Para Sargento Barnes, com amor”: “05 de Julho de 1944”

Camélia Bardon

My lover's got humour, she's the giggle at a funeral ♥ A-M-O!

Eu tô amando tanto, você não tem noção. E agora com o arco final eu to mais empolgada ainda, porque isso indica que teremos Emma e Bucky juntinhos e eu mal posso esperar!!!! Mulher, passou 20 dias já, como pode? Impressão minha ou esse ano o mês passou voando?

p.s.: você já me deu motivos suficientes pra continuar minha fic, quando eu postar ela te mando o link ♥

Polaris
Polaris Autor

Take me Church é absolutamente tudo para mim. ♥ ♥. Amo, amo e amo.

O arco final já ta aí e eu nem percebi, passou rápido demaaaais, confesso que estou super empolgada também, mal posso acreditar em como a história evoluiu nesse meio tempo.

AAA ficou muito feliz em saber que se sentiu motivada e será um prazer imenso para mim acompanhar a história quando estiver pronta ♥

Um beijão e até logo!

Vanilla Sky

Nossa eu me odeio TANTO porque mandei o último comentário sem querer huahsuhas ele foi totalmente vazio e eu peço um milhão de desculpas, estou comentando sem ser pelo PC e às vezes me perco toda. Considere esse comentário como um duplo, pelo último capítulo e por este.

Espero que você esteja bem, Lari, e perdão pela ausência nos últimos dias! não aguentava mais a saudade da Emma e do Bucky ♥ e fico tão feliz com os dois últimos capítulos! Foram absolutamente fofos, eu adorei. Devo dizer que a menção do amor-perfeito no último capítulo foi no alvo, sou verdadeiramente fã da linguagem das flores (e quero esse PDF que você mencionou para ontem!!). Adoro esses significados subjetivos, e parabenizo você por usar tão bem desse recurso :) aliás ele lembrar do aniversário dela me deixou de coração quentinho!!

Agora sobre esse capítulo, eu gostei muito dessa questão de abordar a Igreja (e Take me to Church é um íconeeeee, amo o Hozier. Aliás uma curiosidade engraçada, eu coloquei essa música na minha playlist dedicada ao Demolidor achando que estava inovando e descobri que quase todas as playlists dele no Spotify já tinham ahuhshuhs). E A REFERÊNCIA AAAAA eu sabia que conhecia antes de ler as notas finais, só não lembrei de onde. Em um capítulo de 100 palavras a gente não consegue descrever tanto os lugares, porém o seu trabalho foi tão incrível que eu vi os escombros da Igreja na minha frente; e os seus detalhes são sempre muito fofos. Bato na tecla de novo de você trabalhar muito bem o subjetivo, desde a prece para voltar para casa até ele colocar a mão sobre a carta no bolso que ele leva perto do coração. Me sinto muito emotivaaa ;—-; esses dois são muito fofos. Não aguento ♥

Lari, em breve eu volto para ler e comentar mais! Fique bem, tudo de melhor e boa sorte com a palavra de hoje porque achei super difícil huhushuhsu. Um beijão, até logo!! ~ ♥ ~



O que mais gostei: A menção a religiosidade (ou a falta dela, no caso) do Bucky!
O que acho que pode melhorar: Nadinha, perfeito como sempre
Polaris
Polaris Autor

Boa tarde/noite meu anjo, como vai?

Primeiramente, acho que fiz exatamente a mesma coisa na sua fic, que raiva, mesmo que não lembre de qual capítulo era. Escrever pelo celular é horrível mesmo hahaha.

Fico muito feliz que tenha gostado da abordagem das flores. No início estava um pouco receosa em usá-la, mas no fim acredito que seja algo que combine bastante com o Bucky. Ah sim, e sobre o pdf; o nome é Diccionario da linguagem das flores, ele é de 1869 e tem muuuuitas flores com muitos significados. Quando puder, por favor me lembra no face (porque sou meio avoada), que mando com todo o prazer ♥. Acho que já comentei antes, mas gosto muito de fazer coisas implícitas, que aos poucos mostram o desenvolvimento do casal, é o que me faz surtar sempre.

Quando eu vi a palavra desse dia, confesso que não fazia a menor ideia de como ia proceder, mas aí Take me Church me salvou muito nessa. Aliás, pra mim, essa música (e a versão do Bon Jovi de Hallelujah, não se se você conhece) é TOTALMENTE a vibe do Matt, é impossível não associar. Mas aqui de certa forma encaixou com o Bucky também, e a parte em específico que usei caiu como uma luva na melancolia que quis transmitir. Sozinho, desolado, com um clima super pesado e então ele se lembra da Emma, um conforto efêmero, mas que o guiou naquele momento.

As 100 benditas palavras me fazem sofrer sempre, principalmente porque acabo sempre me contendo, e fazer descrição é um pesadelo porque eu sou do tipo que gosta de contextualizar. Mas essa, em específico, me agradou muito trabalhar. Mais uma vez obrigada, é muito bom saber que minha escrita está tocando você.

Até logo, Vanilla, é sempre um prazer conversar com você, tudo de bom para você também e choremos pela palavra de hoje, e eu reclamando de outras kk. Em breve volto para ler sua história também, um beijão e até. ♥ ♥