Comentários em “As Crônicas de Aethel: O Livro dos Magos”: “A Extraordinária Viagem do Stan de Guerra II”

A
Arrogante

HYPE com o Merlin prometido pro próximo capítulo! \o/

Gostei muito de como o início desse capítulo reteve bastante da familiaridade do anterior. O clima de família é muito agradável, e o modo como alguns personagens reagiram ao retorno do Dipper foi uma ótima forma de caracterizá-los (especialmente a Pacífica, que não engana ninguém MESMO).

Aethel, de novo, roubou a cena com suas falas e seu modo de agir. Mérito seu por escrever todo um diálogo dele com a Mabel que me deixou encantado; foi bem fluído, e eu senti tanto a tensão do momento entre os personagens quanto o prazer que eles sentiam falando um com o outro.

A história do Stan com o Ford foi interessante em dois níveis. Primeiro, foi legal você amarrar e explicar algumas coisas da forma como explicou e os acontecimentos da ilha abandonada foram interessantes. A Mirabel pareceu um amor, e imagino que vejamos mais sobre ela/a história dela em algum momento do futuro ("o casamento de um marinheiro com uma sereia, huh?). Segundo, essa sequência na ilha realçou muito da sua erudição, que é o principal atrativo do seu estilo de escrita pra mim. Descrever as paisagens como uma pintura de Renoir, a arquitetura referenciando prédios cretenses... Isso é maneiro. Eu gosto bastante.

No mais, esse foi um bom avanço, ou pelo menos complemento, à história; isso é sempre bom.



O que mais gostei: Aethel. De novo
Aldemir94
Aldemir94 Autor

Fico feliz que tenha gostado do capítulo.

A Pacífica está trabalhando esse orgulho todo (risos), mas uma hora ela e o Dipper se resolvem.

Quanto ao diálogo entre Aethel e Mabel, eu tentei brincar um pouco com o jeito meio antissocial do rapaz frente a extroversão da garota; acho que funcionou bem porque a cena trabalhou o lado sonhador e o racional, sem forçar demais.

Sobre a viagem de Ford e Stan, a sequencia serviu para apresentar, basicamente, três elementos importantes da narrativa: a terra misteriosa onde não há mais reis; o fragmento misterioso; a feiticeira malvada.

Sobre Mirabel, ela está associada com uma crônica menor, ainda não publicada aqui, sendo seu papel o de tornar toda a fantasia da ilha um pouco mais orgânica, ao invés de aleatória e artificial.

Com certeza o futuro reserva para a pequena sereia algumas aventuras interessantes, já que ela ajuda a trazer as memórias de infância do público.

Acho que um estilo que caminha entre o erudito e o pueril funciona bem para transmitir o clima de "conto de fadas" que a história possui, assim como combina bem com o teor arthuriano que parte da narrativa trás.

Agradeço o comentário gentil e espero continuar agradando com estes humildes escritos.