Um apertinho no peito nesse capítulo AAAAAAAAAAAAAAAA
A falta de beijo, o nervosismo, a ansiedade. Tá tudo super bem retratado. E consegui super identificar o Rafael (eu) mais novo sofrendo com esses mesmos pensamentos.
Incrível como algumas pessoas conseguem dizer muito com apenas 100 palavras, né? :)
Parabéns pela escrita maravilhosa. Mal posso esperar para continuar.
Nossa, fico feliz demais por conseguir passar essas sensações com palavras. Também tive minha boa dose de insegurança na juventude quando estava descobrindo que o B não é de bolacha. Acabo me identificando com o Steve, inclusive, na inocência de não saber os efeitos colaterais de assumir certos paradigmas incomuns.
Hmm, não gostei que dessa vez não teve beijo de despedida... Mas, entendo. Achei muito fofo a maneira como descreveu os sentimentos de Steve, sua pequena confusão (se essa for a palavra mais correta), e seu pequeno impulso de coragem... Que infelizmente foi interrompido, tsc.
Amando a sutileza do desenvolver dessa trama, e auper curiosa para saber o que esses dois ainda vão vivenciar juntos. Nos vemos nas próximas palavras, até lá!❤
Esse capítulo foi o que eu mais me identifiquei, lembro na época que eu me assumi gay para a minha família e a minha preocupação de como eles aceitariam isso, apesar que essa parte eu tive sorte, a minha família aceitou, mas depois veio a parte mais assustadora, como apresentar o namorado para eles.
Meio difícil de viver em uma família religiosa.
Eu tô amando, cada capítulo, a história tem uma abordagem leve e ao mesmo tempo emocionante, você fica curioso para saber o que vai acontecer em cada capítulo e onde vão eles vão encontrar
Isso de bissexualidade confunde mesmo a pessoa, no bom sentido claro, porque tipo, quando se está com uma pessoa do sexo oposto, a sociedade te assume hetero — incluindo pessoas da própria comunidade — e aceitam de boa o relacionamento. Agora quando se relacionam com o mesmo sexo, se percebe que o cenário muda e muda muito.
Steve, pela sua própria segurança, não se assuma, você pode se ferir…
Nos anos 80 a homofobia era mais descarada, mas infelizmente ela ainda existe.
Talvez tenha sido ingenuididade da minha parte, mas no começo do ano me aproximei de um grupo de pessoas het-cis-allos após um colega meu do Ensino Médio ter tido um AVC. Fui dar meu apoio, fui gentil, mas quando entrei no grupo… era homofobia, transfobia, falas equivocadas, desinformação, e até cheguei a presenciar discussões no Instagram, onde incitavam ódio nos comentários das postagens de pessoas lgbts… e quando fui defender a comunidade, fui tratada como a errada e ainda me mandaram um “Eu vou chamar a pessoa pelo oq ela é não pelo oq ela quer ser chamada”, literalmente.
Isso me machucou muito, de verdade, mas o que se esperar de pessoas que me tratavam como criança, depois um “amigo” meu vazar que eu era assexual no ensino médio?
Enfim, het-cis-allos…
Perdão o desabafo e parabéns pela história. Está tudo muito fofo.
Obrigada por partilhar sua história. É bom lembrar que o problema ainda existe porque nós infelizmente não podemos esquecer e abaixar a guarda.
Gosto de pensar que já chegamos no ponto em que já não cabe mais se esconder ou mutilar para encaixar no padrão desse tipo de amigo. Encontrei outros, um lugar em que se encaixar não cause vergonha, medo ou repulsa. O vale é vasto demais para nós nos contentarmos em ficar uma possa de chorume.
A escrita é um lugar seguro, mas também vale a pena encontrar no mundo real pessoas que possam te amar e respeitar por você ser exatamente assim.
Um apertinho no peito nesse capítulo AAAAAAAAAAAAAAAA
A falta de beijo, o nervosismo, a ansiedade. Tá tudo super bem retratado. E consegui super identificar o Rafael (eu) mais novo sofrendo com esses mesmos pensamentos.
Incrível como algumas pessoas conseguem dizer muito com apenas 100 palavras, né? :)
Parabéns pela escrita maravilhosa. Mal posso esperar para continuar.
Beijos, Longo ♥
Nossa, fico feliz demais por conseguir passar essas sensações com palavras. Também tive minha boa dose de insegurança na juventude quando estava descobrindo que o B não é de bolacha. Acabo me identificando com o Steve, inclusive, na inocência de não saber os efeitos colaterais de assumir certos paradigmas incomuns.
Obrigada pelo comentário!
Steve já todo apaixonadinho *-* Tomara que eu exploda de amores ♥
Bjssss ♥
Explosão de amores? Receba!!
Mas antes teremos um momento de tensão... Resta sobreviver.
Triste, porém prudente da parte dele. Melhor ir preparando o terreno, pois se hoje é difícil, não imagino nos anos 80
Pois é, é complicado... Eddie, diferente do Steve, já sabe como é ser tratado mal por ser diferente.
Eita, a mamis parece que já percebeu.
Aiai... Os dois transpiram química. Como esconder?
Hmm, não gostei que dessa vez não teve beijo de despedida... Mas, entendo. Achei muito fofo a maneira como descreveu os sentimentos de Steve, sua pequena confusão (se essa for a palavra mais correta), e seu pequeno impulso de coragem... Que infelizmente foi interrompido, tsc.
Amando a sutileza do desenvolver dessa trama, e auper curiosa para saber o que esses dois ainda vão vivenciar juntos. Nos vemos nas próximas palavras, até lá!❤
Esse capítulo foi o que eu mais me identifiquei, lembro na época que eu me assumi gay para a minha família e a minha preocupação de como eles aceitariam isso, apesar que essa parte eu tive sorte, a minha família aceitou, mas depois veio a parte mais assustadora, como apresentar o namorado para eles.
Meio difícil de viver em uma família religiosa.
Eu tô amando, cada capítulo, a história tem uma abordagem leve e ao mesmo tempo emocionante, você fica curioso para saber o que vai acontecer em cada capítulo e onde vão eles vão encontrar
Olá, Anna!
Isso de bissexualidade confunde mesmo a pessoa, no bom sentido claro, porque tipo, quando se está com uma pessoa do sexo oposto, a sociedade te assume hetero — incluindo pessoas da própria comunidade — e aceitam de boa o relacionamento. Agora quando se relacionam com o mesmo sexo, se percebe que o cenário muda e muda muito.
Steve, pela sua própria segurança, não se assuma, você pode se ferir…
Nos anos 80 a homofobia era mais descarada, mas infelizmente ela ainda existe.
Talvez tenha sido ingenuididade da minha parte, mas no começo do ano me aproximei de um grupo de pessoas het-cis-allos após um colega meu do Ensino Médio ter tido um AVC. Fui dar meu apoio, fui gentil, mas quando entrei no grupo… era homofobia, transfobia, falas equivocadas, desinformação, e até cheguei a presenciar discussões no Instagram, onde incitavam ódio nos comentários das postagens de pessoas lgbts… e quando fui defender a comunidade, fui tratada como a errada e ainda me mandaram um “Eu vou chamar a pessoa pelo oq ela é não pelo oq ela quer ser chamada”, literalmente.
Isso me machucou muito, de verdade, mas o que se esperar de pessoas que me tratavam como criança, depois um “amigo” meu vazar que eu era assexual no ensino médio?
Enfim, het-cis-allos…
Perdão o desabafo e parabéns pela história. Está tudo muito fofo.
Beijos ♥ Até amanhã!
Obrigada por partilhar sua história. É bom lembrar que o problema ainda existe porque nós infelizmente não podemos esquecer e abaixar a guarda.
Gosto de pensar que já chegamos no ponto em que já não cabe mais se esconder ou mutilar para encaixar no padrão desse tipo de amigo. Encontrei outros, um lugar em que se encaixar não cause vergonha, medo ou repulsa. O vale é vasto demais para nós nos contentarmos em ficar uma possa de chorume.
A escrita é um lugar seguro, mas também vale a pena encontrar no mundo real pessoas que possam te amar e respeitar por você ser exatamente assim.