Também imagino o Eddie como alguém que tem os braços tatuados por inteiro. Muito a cara dele!
E nossa, eles foram vítimas da homofobia, não estou surpresa porque isso que era bem mais frequente na década de 80. Me lembrei de It - A Coisa, que no prólogo do livro, onde um casal gay é vítima de homofobia e a polícia apenas debochou deles, ao invés de ajudar. Enfim, Stephen King fazendo críticas sociais desde 1986.
Esses dois ficam tão fofos juntos, não era o encontro ideal, afinal, eles foram vítimas de uma agressão covarde, mas mesmo assim conseguiram dar a volta por cima e fazer valer a pena.
Obs.: Eles chegaram mesmo a tomar banho juntos? kkkkk
Sem banho junto kkk Foram os hormônios adolescentes gritando nos anos 80.
É complicado, mas para mim não funciona retratar essa época sem levar em conta esses problemas. Admiro que consegue escrever as personalidades deles sem esses detalhes, mas para mim Eddie ser um estranho incompreendido serve de alegoria para o medo da homofobia e não abro mão de colocar ao menos um tiquinho risos na história.
A brincadeira do Eddie KKKKKKK Perdi tudo, na moral. Lindos demais xD Tá super captando a personalidade dos dois e eu tô adorando cada segundo dessa leitura!
Abordar homofobia foi bem legal da sua parte, considerando o cenário da época (que se estende até a atualidade, infelizmente). Todo LGBTQIA+ já passou por isso, em graus diferentes.
Aiai... Esse Eddie é um brincalhão mesmo... O clássico "se quiser, eu quero".
Ter Eddie e Steve como personagens Bi no headcanon dos fãs(as vezes com Eddie gay) me faz ter muito vontade de escrever sobre os dois e apontar a questão do preconceito, porque, como você falou, foi uma realidade e ainda é. Sinto que o metaleiro soa ainda mais admirável ao imaginar que ele suporta tudo isso.
Oi, Pessoinha, voltei! Amei esse capitulo, acho que um tiquinho mais, porque tambem usei a palavra com essa definição, rs. Estou gostando demais da construção do relacionamento desses dois, tão calmo e unico. Gratidão, por compartilhar esses capítulos tao perfeitos... Nos vemos nos próximos!❤
Olá, Anna!
Também imagino o Eddie como alguém que tem os braços tatuados por inteiro. Muito a cara dele!
E nossa, eles foram vítimas da homofobia, não estou surpresa porque isso que era bem mais frequente na década de 80. Me lembrei de It - A Coisa, que no prólogo do livro, onde um casal gay é vítima de homofobia e a polícia apenas debochou deles, ao invés de ajudar. Enfim, Stephen King fazendo críticas sociais desde 1986.
Esses dois ficam tão fofos juntos, não era o encontro ideal, afinal, eles foram vítimas de uma agressão covarde, mas mesmo assim conseguiram dar a volta por cima e fazer valer a pena.
Obs.: Eles chegaram mesmo a tomar banho juntos? kkkkk
Dessa vez, não teve dedo do Dustin.
Beijos ♥ Até amanhã!
Sem banho junto kkk Foram os hormônios adolescentes gritando nos anos 80.
É complicado, mas para mim não funciona retratar essa época sem levar em conta esses problemas. Admiro que consegue escrever as personalidades deles sem esses detalhes, mas para mim Eddie ser um estranho incompreendido serve de alegoria para o medo da homofobia e não abro mão de colocar ao menos um tiquinho risos na história.
O Steve cuidando do Eddie *-* Pena que o motivo foi triste :(
ELES SÃO TÃO FOFOS *-*
Bjssss ♥
É um motivo ruim, mas é bom imaginar que Eddie tem o apoio e carinho do Steve.
São fofos demais♥
quem não resiste ao Eddie? Um gostoso daqueles...
Aiai, maravilhoso!! Olho para ele e penso: perfeição!
A brincadeira do Eddie KKKKKKK Perdi tudo, na moral. Lindos demais xD Tá super captando a personalidade dos dois e eu tô adorando cada segundo dessa leitura!
Abordar homofobia foi bem legal da sua parte, considerando o cenário da época (que se estende até a atualidade, infelizmente). Todo LGBTQIA+ já passou por isso, em graus diferentes.
Adorando tudo!
Beijos, Longo ♥
Aiai... Esse Eddie é um brincalhão mesmo... O clássico "se quiser, eu quero".
Ter Eddie e Steve como personagens Bi no headcanon dos fãs(as vezes com Eddie gay) me faz ter muito vontade de escrever sobre os dois e apontar a questão do preconceito, porque, como você falou, foi uma realidade e ainda é. Sinto que o metaleiro soa ainda mais admirável ao imaginar que ele suporta tudo isso.
Obrigada pelo comentário!
Hum, fofos.
Adoro quando acontecem cenas assim, é maravilhoso, mesmo na vida real.
É fofo imaginar que eles tem um ao outro mesmo em momentos assim, para cuidar um do outro.
Oi, Pessoinha, voltei! Amei esse capitulo, acho que um tiquinho mais, porque tambem usei a palavra com essa definição, rs. Estou gostando demais da construção do relacionamento desses dois, tão calmo e unico. Gratidão, por compartilhar esses capítulos tao perfeitos... Nos vemos nos próximos!❤