Eu entendo bem a dor da Fernanda! Também já passei a odiar músicas queridas depois que elas serviram como meu despertador. kkkk
Mais uma vez, deixo aqui meu elogio pela forma como você domina a escrita e os assuntos abordados, meu irmão Matheus. Pela descrição, consegui visualizar perfeitamente o acelerado cotidiano de uma grande empresa. É quase como ver um filme.
E olha o Adam entrando em cena aí porque, nada melhor do que começar uma história evocando um fantasma do passado para bagunçar a rotina de todos os pobres mortais, né? kkkkkkk
Eu acho que odiar a música do despertador já é algo comum da cultura brasileira, né? Hahahahahaha
E vida de transportador é bem isso mesmo, amigo, fogo no parquinho e correria.
E bom que a história já começa jogando os fantasmas na roda, né? Enrolar pra quê, vamos já jogar a polêmica pra jogo e deixar arder hahaha
Até o próximo review, meu amigo!
A
Arrogante
Se tivesse de fazer uma crítica a esse capítulo, diria que ele foi pessoal demais. Deu pra sentir que você, como autor, tava descrevendo o dia-a-dia de alguém que conhece as idas e vindas de uma empresa como a Transportes Peixoto enquanto que eu, como leitor, tive muito pouco no que me segurar até a chegada do Adam. Digo, foi fascinante ler sobre a rotina da Fernanda e Bruno pareceu um best boy maroto, mas eu não tive muitas descrições de aparência, lugares, sentimentos, percepções... O que não é ruim, e por isso disse "se tivesse que fazer uma crítica". Realmente dá pra admirar sua atenção aos detalhes, ao modo como você detalhou tantos procedimentos empresariais cotidianos por nome, etc. Gostei disso. Mas quando você descreveu Bruno como uma pessoa "de empatia" e não falou nada sobre o caminho da Fernanda até o trabalho além das empresas pelas quais ela passou, fiquei sentindo como se estivesse em desvantagem como alguém que não conhece Minas Gerais.
Isso foi chato. Vamos para as coisas boas.
Adorei a ambiência desse capítulo. Apesar do textão que fiz aí em cima, você fez um excelente trabalho pra me fazer sentir a correria do dia-a-dia da Fernanda e entender a importância da vida profissional na vida dela. Falando nisso, gostei da Fernanda como protagonista.
...mas não tanto quanto gostei do trovão batendo na hora de o Adam assumir a palavra. Aquilo foi genial, dramático pra caramba, e eu soltei um risinho quando li essa parte. Não sei se era a intenção, mas visualizei o Michel Temer jovem pela descrição do Adam, e isso me deu arrepios. A implicação de relação entre ele e Fernanda, assim como o passado misterioso dos gêmeos Peixoto, foi suficiente pra me manter intrigado.
Ainda na nota de ambiência, adoro o que você faz descrevendo carros. É como se eles fossem personagens, tu descreve eles com tanta paixão. Sei que faz todo o sentido, mas adoro o cuidado da prosa ao introduzir modelos de carro.
"Ambiência" é provavelmente uma das minhas maiores preocupações enquanto autor. No capítulo anterior você elogiou minha construção de cena de forma cinemática, e isso é muito verdade. Busco construir as cenas e o dia a dia dos personagens de forma fluida e bastante ilustrativa, e a criação de bons ambientes e contextos é algo a que dedico boa parte do meu esforço criativo. Espero que você continue curtindo meu estilo conforme o ritmo da história vá acelerando rsrs
Sobre esse capítulo ter sido pessoal demais, você não errou. Eu sou profissional na área do transporte de cargas e criei parte desta história dentro do meu próprio universo, então todas essas informações saíram de forma bastante natural para mim, e na minha visão cumprem seu propósito nestes primeiros momentos da história. Em todo caso, agradeço sua honestidade ao dizer que possa ter sido chato a quem não está habituado a este mundinho.
E sobre a entrada do Adam, "dramático" é exatamente a palavra que eu queria para essa cena. Algo de efeito, que desse aquele TCHANS. Saber que você ficou intrigado com isso tudo me deixa um sentimento muito gostoso de dever cumprido hehehe.
E sobre os carros: sim, eles são personagens da história. E isso também é algo muito pessoal para mim, pois sou apaixonado com carros. Seja em uma única cena, seja na história inteira, qualquer carro vai ter seu momento de destaque. E isso é algo que eu sempre dou um jeito de enfiar em quase tudo que eu escrevo rsrs
Até o próximo!
M
Mandy
Rapaz.
Rapaz, the rising of the living dead is upon us.
Certo, recapitulando. Bulliyng contra baixinhos, retorno dos mortos vivos, disputa pela gerência. Intrigas naturais e sobrenaturais (hu3hu3). Eu gostei da Fernanda, embora eu tenha conhecido mais da rotina dela que dela em si. Também fiquei super abismada com o lance da volta dos mortos, e eu tenho a leve impressão de que isso ai vai ser fogo no parquinho daqui pra frente.
De novo, parabenizo a tua descrição e o tempo que tu toma pra tornar o capítulo imersivo. Eu consigo imaginar pra onde eu preciso ir sem nunca ter estado em Contagem (mas eu confesso que eu morro de vontade ir no Maps verificar se tudo existe mesmo hahahaha).
E é esse o ponto que eu quero ressaltar, essa vontade de descobrir se é real, "meua migo", é o que mais torna a tua história um pequeno pote no fim do arco-íris (mas calma, não é só isso).
Gostei muito da interação entre os personagens na cena, ficou tudo muito natural. O pessoal berrando no trabalho, a Fernanda caminhando, o baixinho do Bruno falando de baixinhos alheios, eu achei que tudo foi se integrando naturalmente à cena e construindo um ambiente agradável, mas com um "Q" de "vamos ficar espertos, porque tem caroço nesse angu".
E por fim, essa pequena reviravolta de fim de capítulo. Eu estou querendo dizer que deva existir uma ligação entre o homem voltar dos mortos e o carro assassino, mas eu não quero tirar conclusões precipitadas (eu sou ansiosa e se bobear eu vou la na frente conferir aushiahsuh)
Quero entender o que a Fernanda está sentindo porque eu conheço pouco dela até então, mas algo me diz que eu preciso entender os sentimentos dela.
E é isso, estou ansiosa para o próximo capítulo. E eu esqueci de dizer que eu gostei muito da tua capa, achei muito bem pensada.
Um beso bem grande e até o próximo review.
O que mais gostei: AA Fernanda, eu faço a mesma coisa (porque proletariado tem que se obrigar a sair da cama)
O que acho que pode melhorar: Abaixo à opressão aos baixinhos (eles podem morder sua canela)
Fernanda lutando pra sair da cama = história da minha vida.
Sobre o bullying com os baixinhos, eu entendo disso na pele hahaha Eu podia sofrer ou fazer piada com isso, então bora fazer piada e rir hahaha E sim, esse capítulo apresenta pouco da Fernanda. Mas você vai vendo que ela, na verdade, vai sendo apresentada conforme a história se desenrola. Não foi algo planejado, saiu de forma ogânica enquanto eu escrevia e acho que funcionou bem. Espero que mais pra frente você concorde rsrs
No mais, que bom que você curtiu o capítulo! Já estou aqui morrendo de ansiedade pra saber o que você vai achar dos próximos hehe
Já me afeiçoei bastante à Fernanda. E o Idea é o carro da minha irmã, me senti indo trabalhar com ela pela familiaridade xD
E, caramba, que história pesada a do Peixoto... Imagina só ter uma história de família toda cheia de desgraças que nem essa? Haja terapia, meu Deus.
Justiça pelos homens "baixinhos" de 1,70 KKKKKKKKKKK coitado, o novato já chegou sofrendo bullying. Pelo menos ele tem estilo e personalidade, se a postura não convencer rs Se a Fernanda conhece a família basicamente desde sempre, imagino o choque que não deve ter sido descobrir que ele está vivo e bem. Um quê de shakespeariano, gostei! Será que eles se davam bem no passado? Só lendo para descobrir, não?
O que dizer da amizade da Fernanda e do Bruno, que mal conheço e já amo? HAHAHAHA, sensacional!
Até mais ♥
O que mais gostei: What a Feeling é a melhor da One Direction e quem discordar tá errado, é isto!
What a Feeling é a melhor música do OD sim, mas sou do time da Fernanda. Se eu ouvir DEMAIS a mesma música, por mais que eu a ame, vou acabar passando a detestá-la em algum momento hahaha
E olha você imergindo na história AAAAAAAAAAAAAA ♥ É tão legal quando a gente vê algo numa história que "puxa" a gente lá pra dentro, né? Isso aconteceu comigo quando eu li "O último passageiro", do Manel Loureiro, e a leitura foi muito mais incrível. *w*
E sim, a história da família Peixoto é pesada. Mas bota o cinto aí e segura firme, que essa montanha russa vai só ladeira abaixo rsrs Espere pelos próximos capítulos e verás.
E simmmm, justiça pros baixinhos. Tô aqui fazendo bullying com o Adam do alto dos meus 1,73 hahaha E sim, a postura e o estilo convencem MUITO. Convenhamos que um homem assim é diferenciado, né? Rsrsrs E sobre as perguntas que você deixou aí, vou deixar que os próximos capítulos te respondam rsrs Briga comigo não. :9
E o que dizer do Bruno, que mal conhecemos e já consideramos pacas?? Hahaha Esse aí é da farofa igual eu, aposto 50 centavos que você vai amar sempre que ele aparecer haha
Por enquanto é isso. Até o próximo! :*
T
The Mando
Hey, olá!
Eu falei que vinha. Eu vim. Mim cheguei. Tu terás que me aturar!
Bom, vamos lá. Primeiro, sua escrita. Tô com uma quedinha por ela. Uma quedinha não, um tombo. Insere aqui aqueles teus memes de O Landau Vermelho que tu coloca no grupo do Facebook!
Segundo, a Fernanda. Sinto que terei mais uma crush literária. Mal de leitor é esse, ter crush literária em 99% das histórias que lê kkkk!
Terceiro, sua escrita. Gostei muito dela! Muito descritiva, porém dinâmica, não sendo cansativa!
Quarto, alguns pequenos detalhes que você acrescentou na narração, tornando a história gostosinha de ler.
Quinto, sua escrita! ❤
Sexto, cara, tua lore! Gostei muito da ambientação real da história, do cotidiano e tal. Isso enriquece muiti tua história e torna ela mais próxima dos leitores!
Olha só, o Adam voltou, tan tan tan taaan!
Acho que por enquanto é isso. Assim que der mim irei aparecer no próximo capítulo!
Você falou que vinha e veio mesmo, EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
E a melhor parte é que já deu pra ver você também é da bagaceira, tá liberado surtar nos coments então AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Já vai compartilhando suas impressões sobre a história e todas as teorias que forem surgindo!
Primeiro, quero dizer que me sinto muito lisonjeado com os elogios à minha escrita ❤ Muito obrigado mesmo pelo feedback, e sinta-se livre para ir pontuando os pontos que achar necessários! Meu objetivo é sempre entregar minhas histórias da melhor forma para os leitores, e todas as observações são bem-vindas! Espero que conforme o ritmo da história for crescendo ou diminuindo você continue curtindo a narrativa rsrs
Segundo, que bommmmmmmmm que você curtiu a ambientação! Originalmente não era minha intenção que a história fosse ambientada aqui no Brasil, ainda mais na minha própria cidade natal hahaha, mas fui escrevendo o rascunho e ambientando as coisas nos lugares que eu já conhecia pra facilitar a escrita, e no fim das contas acabou funcionando muito bem! Espero que vocÊ consiga imergir cada vez mais no enredo.
Por enquanto, acho que é isso. Te vejo nos próximos reviews!
A dor da Fernanda é bem compreensível , acredito que muitos já passaram pelo que ela passou e com isso podem se relatar e se identificar com a situação dela.
Tá aí um tipo de dor que eu não faço idéia: a de um término. Só tive um único relacionamento na vida e foi do namoro ao noivado ao casamento, e o plano é envelhcer juntos rsrsrs Então meio que não tenho lugar de fala neste ponto rsrs.
Mas sim, imagino que seja algo f*** e tentei transparecer o máximo de realidade possível nas reações da Fernanda. Espero ter conseguido transmitir a apatia que ela estava sentindo.
Eu entendo bem a dor da Fernanda! Também já passei a odiar músicas queridas depois que elas serviram como meu despertador. kkkk
Mais uma vez, deixo aqui meu elogio pela forma como você domina a escrita e os assuntos abordados, meu irmão Matheus. Pela descrição, consegui visualizar perfeitamente o acelerado cotidiano de uma grande empresa. É quase como ver um filme.
E olha o Adam entrando em cena aí porque, nada melhor do que começar uma história evocando um fantasma do passado para bagunçar a rotina de todos os pobres mortais, né? kkkkkkk
Tadinha da Fernanda.
Vamos que vamos!
Ansioso pelo próximo capítulo.
Eu acho que odiar a música do despertador já é algo comum da cultura brasileira, né? Hahahahahaha
E vida de transportador é bem isso mesmo, amigo, fogo no parquinho e correria.
E bom que a história já começa jogando os fantasmas na roda, né? Enrolar pra quê, vamos já jogar a polêmica pra jogo e deixar arder hahaha
Até o próximo review, meu amigo!
Se tivesse de fazer uma crítica a esse capítulo, diria que ele foi pessoal demais. Deu pra sentir que você, como autor, tava descrevendo o dia-a-dia de alguém que conhece as idas e vindas de uma empresa como a Transportes Peixoto enquanto que eu, como leitor, tive muito pouco no que me segurar até a chegada do Adam. Digo, foi fascinante ler sobre a rotina da Fernanda e Bruno pareceu um best boy maroto, mas eu não tive muitas descrições de aparência, lugares, sentimentos, percepções... O que não é ruim, e por isso disse "se tivesse que fazer uma crítica". Realmente dá pra admirar sua atenção aos detalhes, ao modo como você detalhou tantos procedimentos empresariais cotidianos por nome, etc. Gostei disso. Mas quando você descreveu Bruno como uma pessoa "de empatia" e não falou nada sobre o caminho da Fernanda até o trabalho além das empresas pelas quais ela passou, fiquei sentindo como se estivesse em desvantagem como alguém que não conhece Minas Gerais.
Isso foi chato. Vamos para as coisas boas.
Adorei a ambiência desse capítulo. Apesar do textão que fiz aí em cima, você fez um excelente trabalho pra me fazer sentir a correria do dia-a-dia da Fernanda e entender a importância da vida profissional na vida dela. Falando nisso, gostei da Fernanda como protagonista.
...mas não tanto quanto gostei do trovão batendo na hora de o Adam assumir a palavra. Aquilo foi genial, dramático pra caramba, e eu soltei um risinho quando li essa parte. Não sei se era a intenção, mas visualizei o Michel Temer jovem pela descrição do Adam, e isso me deu arrepios. A implicação de relação entre ele e Fernanda, assim como o passado misterioso dos gêmeos Peixoto, foi suficiente pra me manter intrigado.
Ainda na nota de ambiência, adoro o que você faz descrevendo carros. É como se eles fossem personagens, tu descreve eles com tanta paixão. Sei que faz todo o sentido, mas adoro o cuidado da prosa ao introduzir modelos de carro.
O que mais gostei: Ambiência
E aí, meu caro!
"Ambiência" é provavelmente uma das minhas maiores preocupações enquanto autor. No capítulo anterior você elogiou minha construção de cena de forma cinemática, e isso é muito verdade. Busco construir as cenas e o dia a dia dos personagens de forma fluida e bastante ilustrativa, e a criação de bons ambientes e contextos é algo a que dedico boa parte do meu esforço criativo. Espero que você continue curtindo meu estilo conforme o ritmo da história vá acelerando rsrs
Sobre esse capítulo ter sido pessoal demais, você não errou. Eu sou profissional na área do transporte de cargas e criei parte desta história dentro do meu próprio universo, então todas essas informações saíram de forma bastante natural para mim, e na minha visão cumprem seu propósito nestes primeiros momentos da história. Em todo caso, agradeço sua honestidade ao dizer que possa ter sido chato a quem não está habituado a este mundinho.
E sobre a entrada do Adam, "dramático" é exatamente a palavra que eu queria para essa cena. Algo de efeito, que desse aquele TCHANS. Saber que você ficou intrigado com isso tudo me deixa um sentimento muito gostoso de dever cumprido hehehe.
E sobre os carros: sim, eles são personagens da história. E isso também é algo muito pessoal para mim, pois sou apaixonado com carros. Seja em uma única cena, seja na história inteira, qualquer carro vai ter seu momento de destaque. E isso é algo que eu sempre dou um jeito de enfiar em quase tudo que eu escrevo rsrs
Até o próximo!
Rapaz.
Rapaz, the rising of the living dead is upon us.
Certo, recapitulando. Bulliyng contra baixinhos, retorno dos mortos vivos, disputa pela gerência. Intrigas naturais e sobrenaturais (hu3hu3). Eu gostei da Fernanda, embora eu tenha conhecido mais da rotina dela que dela em si. Também fiquei super abismada com o lance da volta dos mortos, e eu tenho a leve impressão de que isso ai vai ser fogo no parquinho daqui pra frente.
De novo, parabenizo a tua descrição e o tempo que tu toma pra tornar o capítulo imersivo. Eu consigo imaginar pra onde eu preciso ir sem nunca ter estado em Contagem (mas eu confesso que eu morro de vontade ir no Maps verificar se tudo existe mesmo hahahaha).
E é esse o ponto que eu quero ressaltar, essa vontade de descobrir se é real, "meua migo", é o que mais torna a tua história um pequeno pote no fim do arco-íris (mas calma, não é só isso).
Gostei muito da interação entre os personagens na cena, ficou tudo muito natural. O pessoal berrando no trabalho, a Fernanda caminhando, o baixinho do Bruno falando de baixinhos alheios, eu achei que tudo foi se integrando naturalmente à cena e construindo um ambiente agradável, mas com um "Q" de "vamos ficar espertos, porque tem caroço nesse angu".
E por fim, essa pequena reviravolta de fim de capítulo. Eu estou querendo dizer que deva existir uma ligação entre o homem voltar dos mortos e o carro assassino, mas eu não quero tirar conclusões precipitadas (eu sou ansiosa e se bobear eu vou la na frente conferir aushiahsuh)
Quero entender o que a Fernanda está sentindo porque eu conheço pouco dela até então, mas algo me diz que eu preciso entender os sentimentos dela.
E é isso, estou ansiosa para o próximo capítulo. E eu esqueci de dizer que eu gostei muito da tua capa, achei muito bem pensada.
Um beso bem grande e até o próximo review.
O que mais gostei: AA Fernanda, eu faço a mesma coisa (porque proletariado tem que se obrigar a sair da cama)
O que acho que pode melhorar: Abaixo à opressão aos baixinhos (eles podem morder sua canela)
Oi de novo!
Fernanda lutando pra sair da cama = história da minha vida.
Sobre o bullying com os baixinhos, eu entendo disso na pele hahaha Eu podia sofrer ou fazer piada com isso, então bora fazer piada e rir hahaha E sim, esse capítulo apresenta pouco da Fernanda. Mas você vai vendo que ela, na verdade, vai sendo apresentada conforme a história se desenrola. Não foi algo planejado, saiu de forma ogânica enquanto eu escrevia e acho que funcionou bem. Espero que mais pra frente você concorde rsrs
No mais, que bom que você curtiu o capítulo! Já estou aqui morrendo de ansiedade pra saber o que você vai achar dos próximos hehe
Até mais!
Já me afeiçoei bastante à Fernanda. E o Idea é o carro da minha irmã, me senti indo trabalhar com ela pela familiaridade xD
E, caramba, que história pesada a do Peixoto... Imagina só ter uma história de família toda cheia de desgraças que nem essa? Haja terapia, meu Deus.
Justiça pelos homens "baixinhos" de 1,70 KKKKKKKKKKK coitado, o novato já chegou sofrendo bullying. Pelo menos ele tem estilo e personalidade, se a postura não convencer rs Se a Fernanda conhece a família basicamente desde sempre, imagino o choque que não deve ter sido descobrir que ele está vivo e bem. Um quê de shakespeariano, gostei! Será que eles se davam bem no passado? Só lendo para descobrir, não?
O que dizer da amizade da Fernanda e do Bruno, que mal conheço e já amo? HAHAHAHA, sensacional!
Até mais ♥
O que mais gostei: What a Feeling é a melhor da One Direction e quem discordar tá errado, é isto!
Hey baby!
What a Feeling é a melhor música do OD sim, mas sou do time da Fernanda. Se eu ouvir DEMAIS a mesma música, por mais que eu a ame, vou acabar passando a detestá-la em algum momento hahaha
E olha você imergindo na história AAAAAAAAAAAAAA ♥ É tão legal quando a gente vê algo numa história que "puxa" a gente lá pra dentro, né? Isso aconteceu comigo quando eu li "O último passageiro", do Manel Loureiro, e a leitura foi muito mais incrível. *w*
E sim, a história da família Peixoto é pesada. Mas bota o cinto aí e segura firme, que essa montanha russa vai só ladeira abaixo rsrs Espere pelos próximos capítulos e verás.
E simmmm, justiça pros baixinhos. Tô aqui fazendo bullying com o Adam do alto dos meus 1,73 hahaha E sim, a postura e o estilo convencem MUITO. Convenhamos que um homem assim é diferenciado, né? Rsrsrs E sobre as perguntas que você deixou aí, vou deixar que os próximos capítulos te respondam rsrs Briga comigo não. :9
E o que dizer do Bruno, que mal conhecemos e já consideramos pacas?? Hahaha Esse aí é da farofa igual eu, aposto 50 centavos que você vai amar sempre que ele aparecer haha
Por enquanto é isso. Até o próximo! :*
Hey, olá!
Eu falei que vinha. Eu vim. Mim cheguei. Tu terás que me aturar!
Bom, vamos lá. Primeiro, sua escrita. Tô com uma quedinha por ela. Uma quedinha não, um tombo. Insere aqui aqueles teus memes de O Landau Vermelho que tu coloca no grupo do Facebook!
Segundo, a Fernanda. Sinto que terei mais uma crush literária. Mal de leitor é esse, ter crush literária em 99% das histórias que lê kkkk!
Terceiro, sua escrita. Gostei muito dela! Muito descritiva, porém dinâmica, não sendo cansativa!
Quarto, alguns pequenos detalhes que você acrescentou na narração, tornando a história gostosinha de ler.
Quinto, sua escrita! ❤
Sexto, cara, tua lore! Gostei muito da ambientação real da história, do cotidiano e tal. Isso enriquece muiti tua história e torna ela mais próxima dos leitores!
Olha só, o Adam voltou, tan tan tan taaan!
Acho que por enquanto é isso. Assim que der mim irei aparecer no próximo capítulo!
Até!!!
Olá olá!
Você falou que vinha e veio mesmo, EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
E a melhor parte é que já deu pra ver você também é da bagaceira, tá liberado surtar nos coments então AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Já vai compartilhando suas impressões sobre a história e todas as teorias que forem surgindo!
Primeiro, quero dizer que me sinto muito lisonjeado com os elogios à minha escrita ❤ Muito obrigado mesmo pelo feedback, e sinta-se livre para ir pontuando os pontos que achar necessários! Meu objetivo é sempre entregar minhas histórias da melhor forma para os leitores, e todas as observações são bem-vindas! Espero que conforme o ritmo da história for crescendo ou diminuindo você continue curtindo a narrativa rsrs
Segundo, que bommmmmmmmm que você curtiu a ambientação! Originalmente não era minha intenção que a história fosse ambientada aqui no Brasil, ainda mais na minha própria cidade natal hahaha, mas fui escrevendo o rascunho e ambientando as coisas nos lugares que eu já conhecia pra facilitar a escrita, e no fim das contas acabou funcionando muito bem! Espero que vocÊ consiga imergir cada vez mais no enredo.
Por enquanto, acho que é isso. Te vejo nos próximos reviews!
A dor da Fernanda é bem compreensível , acredito que muitos já passaram pelo que ela passou e com isso podem se relatar e se identificar com a situação dela.
E aí, meu querido!
Tá aí um tipo de dor que eu não faço idéia: a de um término. Só tive um único relacionamento na vida e foi do namoro ao noivado ao casamento, e o plano é envelhcer juntos rsrsrs Então meio que não tenho lugar de fala neste ponto rsrs.
Mas sim, imagino que seja algo f*** e tentei transparecer o máximo de realidade possível nas reações da Fernanda. Espero ter conseguido transmitir a apatia que ela estava sentindo.
Por enquanto é isso. Até o próximo!