Começando pelos apontamentos chatos, a troca de POVs durante a cena desorientou um pouco – alternamos entre a mente da Vika e a do Mihnea algumas vezes, o que fragmentou o ritmo narrativo cuidadosamente construído por você.
Com isso fora do caminho, queria mencionar o quanto essa história tá me ganhando no que tange à diversidade: diversidade de verdade, que envolve tratar de personagens diferentes do que estamos acostumados em ambientes que não são tão comuns. Tirando alguns filmes de ação bobos dos anos 2000, não lembro de já ter visto Grécia e Romênia como localidades de obras mais "populares", no sentido de não serem dramalhões ou documentários, e aqui você trás personagens ricos, com nomes singulares, apresentados em locais narrados com imenso detalhe e caráter. É uma leitura primorosa, e sinto que tentar aprender a pronunciar Mihnea foi quando percebi que estou apaixonado.
Adorei nosso vampirinho debochado. Gostei de como você dedicou um bom tempo para mastigar ele, entregá-lo como um personagem completo, da aparência ao modo de pensar e de agir. O contraste com a Vika foi essencial para entendermos a escala de poder entre ambos, e a extensão dos conceitos relacionados aos clãs dos vampiros foi bem interessante de se ler.
Vamos que vamos.
O que mais gostei: Mihnea
O que acho que pode melhorar: Integridade de POVs
Fico muito feliz que você esteja tomando um tempo para notar as coisas que não funcionam nos capítulos. Eu já os li tantas vezes que os erros passam diluídos, e acabo por não perceber que algo não fecha. Muito obrigado!
A minha intenção com Avec Mortem era criar algo multinacional, que tivesse alguns núcleos diferentes de personagem. Posso garantir que essas não serão as unicas duas localidades da europa que conheceremos.
Que bom que gostou do Mihnea! Ele vai aparecer mais vezes no futuro próximo, ainda mais debochado. xD
Agradeço o comentário!
Até a próxima!
M
Mandy
Tivemos uma Vyka possessa e provavelmente teremos novas demonstrações do poder dela. É notável que ela sabe lidar com a própria família, e também se percebe que apesar do desgaste da relação, ela ainda quer o marido de volta, vivo e bem.
Fico imaginando como a Vyka ganhou a reputação de quebrar pescoços. E também me questiono qual a profundidade das lendas, se a galera aqui tem conhecimento de vampiros de modo geral, ou se é uma sociedade escondida. Eu acho que tem muita coisa que eu quero descobrir ao longo da leitura, especialmente nesse sentido de entender a tua história de modo geral. Porque ela vai muito além dos personagens apresentados até agora.
Achei o capítulo muito bom, ele é intrigante e traz um pouco do passado da Vyka. Minha curiosidade persiste em saber quando os caminhos dos personagens vãos e entrelaçar
Te vejo no próximo
besos
O que mais gostei: O lance da comida. È uma explicação diferente, um jeito diferente de encarar a eternidade (eu choraria se eu nunca mais pudesse comer bolo de coco caso virasse vampira hahaha)
Começando pelos apontamentos chatos, a troca de POVs durante a cena desorientou um pouco – alternamos entre a mente da Vika e a do Mihnea algumas vezes, o que fragmentou o ritmo narrativo cuidadosamente construído por você.
Com isso fora do caminho, queria mencionar o quanto essa história tá me ganhando no que tange à diversidade: diversidade de verdade, que envolve tratar de personagens diferentes do que estamos acostumados em ambientes que não são tão comuns. Tirando alguns filmes de ação bobos dos anos 2000, não lembro de já ter visto Grécia e Romênia como localidades de obras mais "populares", no sentido de não serem dramalhões ou documentários, e aqui você trás personagens ricos, com nomes singulares, apresentados em locais narrados com imenso detalhe e caráter. É uma leitura primorosa, e sinto que tentar aprender a pronunciar Mihnea foi quando percebi que estou apaixonado.
Adorei nosso vampirinho debochado. Gostei de como você dedicou um bom tempo para mastigar ele, entregá-lo como um personagem completo, da aparência ao modo de pensar e de agir. O contraste com a Vika foi essencial para entendermos a escala de poder entre ambos, e a extensão dos conceitos relacionados aos clãs dos vampiros foi bem interessante de se ler.
Vamos que vamos.
O que mais gostei: Mihnea
O que acho que pode melhorar: Integridade de POVs
Olá! Obrigado pelo toque!
Fico muito feliz que você esteja tomando um tempo para notar as coisas que não funcionam nos capítulos. Eu já os li tantas vezes que os erros passam diluídos, e acabo por não perceber que algo não fecha. Muito obrigado!
A minha intenção com Avec Mortem era criar algo multinacional, que tivesse alguns núcleos diferentes de personagem. Posso garantir que essas não serão as unicas duas localidades da europa que conheceremos.
Que bom que gostou do Mihnea! Ele vai aparecer mais vezes no futuro próximo, ainda mais debochado. xD
Agradeço o comentário!
Até a próxima!
Tivemos uma Vyka possessa e provavelmente teremos novas demonstrações do poder dela. É notável que ela sabe lidar com a própria família, e também se percebe que apesar do desgaste da relação, ela ainda quer o marido de volta, vivo e bem.
Fico imaginando como a Vyka ganhou a reputação de quebrar pescoços. E também me questiono qual a profundidade das lendas, se a galera aqui tem conhecimento de vampiros de modo geral, ou se é uma sociedade escondida. Eu acho que tem muita coisa que eu quero descobrir ao longo da leitura, especialmente nesse sentido de entender a tua história de modo geral. Porque ela vai muito além dos personagens apresentados até agora.
Achei o capítulo muito bom, ele é intrigante e traz um pouco do passado da Vyka. Minha curiosidade persiste em saber quando os caminhos dos personagens vãos e entrelaçar
Te vejo no próximo
besos
O que mais gostei: O lance da comida. È uma explicação diferente, um jeito diferente de encarar a eternidade (eu choraria se eu nunca mais pudesse comer bolo de coco caso virasse vampira hahaha)