Fogo em pó, é tipo um nome para uma substância alquímica semelhante a pólvora? Sksksks eu gostei, apesar de imaginar que é uma forma ainda mais bizarra e brilhante.
Esse capítulo foi uma explosão de narrativa, adorei a treta que se desenrolou, seja o Laucel botando fogo no parquinho, literalmente, achei bizarro a morte do ogro por combustão espontânea, pelo visto Mordeferro não ia experimentar o sabor de ferro incandescente, agora faz mais sentido o Laucel ter o sobrenome Labaredas sksksks
Essa habilidade dele é tipo aqueles especiais que precisa carregar com o tempo? Sksksk ou ele precisa fazer um preparo antes, enfim, achei bem apelão, to achando que ele vai usar em situações mais complicadas, apesar de ser uma fogueira ambulante ter os riscos de ser apagado com água, ou ventos congelantes, ou pior, espuma de extintor.
Cara, é impressão minha, ou o personagem que comandava os bandoleiros se chamava mesmo Chefe Bigode sksksks adorei que toda hora você chamava ele assim, creio que o bigode dele seja só o que ele tem de cabelo na cabeça, e seja do nível do Robotinik sksksk
Se Raz agora tem medo do Laucel no modo rage, eu não toparia entrar no grupo dele não, o cara sozinho arrebatou várias almas em um piscar de olhos sksksk
Espero que fique bem, amigo, jurava que você tinha desistido da sua jornada, e digo mais, continue no seu tempo, as vezes é trabalho de formiguinha mesmo.
Um ótimo capítulo, abraços!
O que mais gostei: Para um retorno triunfante, foi uma aventura rápida, além disso estava esperando o desfecho da situação do Legado de Safira
Muito obrigado pelo apoio e pela a paciência. Tá difícil aqui. hehehe
Já tô até sem graça de me desculpar.
É isso aí. Vamos a resenha.
Esse ainda não é o desfecho do arco do Legado de Safira, mas está próximo, bem próximo.
Sim, fogo em pó é a boa e velha pólvora, ou o mais próximo disso feito pelos alquimistas de Thronus.
Tem que ter um nome... hããã... impactante. Marketing. Sabe como é.
Laucel, como você logo verá, é membro de uma família muito conceituada de cavaleiros arcanos, manipuladores do fogo, vulgo, piromantes.
Não vou falar muito para não estragar a trama, mas é tipo, eles são ponta de linha. O que há do fogo.
Aí você pode se perguntar.
Então, tá. Porque ele está no meio de uma legião de cavaleiros falidos?
Bom... aguarde. ^.^
A magia que ele usou é uma das de alto nível, no senso comum, mas não é tão grandiosa dentre os Labaredas, mas já pode ser considerada avançada.
Todavia, é meio complicado usar ela montado num cavalo. hahahaha
Considere o fato que um combate em massa é no melhor da hipóteses uma coisa caótica, e você vai perceber que não é uma boa magia de ser usada rodeado de aliados.
Aquele clássico caso em que as vezes o personagem não usa tudo porque os mais fracos estão atrapalhando.
Para todos os fins, tome nota. Quando o narrador não souber o nome do envolvido, ele vai criar um apelido, tipo, Chefe Bigode.
Isso só quer dizer que esse personagem, ao menos naquele momento, não teve chance de se apresentar.
Quem sabe o chefe bigode reaparece?
Mas imagine um bigode escandaloso. Farto, cheio de voltinhas, 50% do rosto redondo. É isso. Chefe Bigode.
Raz, não gosta de cavaleiros, não gosta de magos, e não gosta de cavaleiros magos. Raz não está nos seus melhores dias, coitado.
Quanto a historia, eu não desanimei assim de jogar pro alto. Não acho que perdi o rumo, e isso sim, me desanima as vezes, mas não é essa a questão.
O problema é encontrar tempo. As vezes é tanto cansaço que eu só chego em casa e vou dormir. Ontem mesmo foi um dia desses.
Mais uma vez, obrigado pelo apoio, amigo.
Não posso mais prometer publicar toda semana, mas vou tentar, e no pior, vou me esforça de pelo menos na quinzena.
Fogo em pó, é tipo um nome para uma substância alquímica semelhante a pólvora? Sksksks eu gostei, apesar de imaginar que é uma forma ainda mais bizarra e brilhante.
Esse capítulo foi uma explosão de narrativa, adorei a treta que se desenrolou, seja o Laucel botando fogo no parquinho, literalmente, achei bizarro a morte do ogro por combustão espontânea, pelo visto Mordeferro não ia experimentar o sabor de ferro incandescente, agora faz mais sentido o Laucel ter o sobrenome Labaredas sksksks
Essa habilidade dele é tipo aqueles especiais que precisa carregar com o tempo? Sksksk ou ele precisa fazer um preparo antes, enfim, achei bem apelão, to achando que ele vai usar em situações mais complicadas, apesar de ser uma fogueira ambulante ter os riscos de ser apagado com água, ou ventos congelantes, ou pior, espuma de extintor.
Cara, é impressão minha, ou o personagem que comandava os bandoleiros se chamava mesmo Chefe Bigode sksksks adorei que toda hora você chamava ele assim, creio que o bigode dele seja só o que ele tem de cabelo na cabeça, e seja do nível do Robotinik sksksk
Se Raz agora tem medo do Laucel no modo rage, eu não toparia entrar no grupo dele não, o cara sozinho arrebatou várias almas em um piscar de olhos sksksk
Espero que fique bem, amigo, jurava que você tinha desistido da sua jornada, e digo mais, continue no seu tempo, as vezes é trabalho de formiguinha mesmo.
Um ótimo capítulo, abraços!
O que mais gostei: Para um retorno triunfante, foi uma aventura rápida, além disso estava esperando o desfecho da situação do Legado de Safira
Olá, Dom.
Muito obrigado pelo apoio e pela a paciência. Tá difícil aqui. hehehe
Já tô até sem graça de me desculpar.
É isso aí. Vamos a resenha.
Esse ainda não é o desfecho do arco do Legado de Safira, mas está próximo, bem próximo.
Sim, fogo em pó é a boa e velha pólvora, ou o mais próximo disso feito pelos alquimistas de Thronus.
Tem que ter um nome... hããã... impactante. Marketing. Sabe como é.
Laucel, como você logo verá, é membro de uma família muito conceituada de cavaleiros arcanos, manipuladores do fogo, vulgo, piromantes.
Não vou falar muito para não estragar a trama, mas é tipo, eles são ponta de linha. O que há do fogo.
Aí você pode se perguntar.
Então, tá. Porque ele está no meio de uma legião de cavaleiros falidos?
Bom... aguarde. ^.^
A magia que ele usou é uma das de alto nível, no senso comum, mas não é tão grandiosa dentre os Labaredas, mas já pode ser considerada avançada.
Todavia, é meio complicado usar ela montado num cavalo. hahahaha
Considere o fato que um combate em massa é no melhor da hipóteses uma coisa caótica, e você vai perceber que não é uma boa magia de ser usada rodeado de aliados.
Aquele clássico caso em que as vezes o personagem não usa tudo porque os mais fracos estão atrapalhando.
Para todos os fins, tome nota. Quando o narrador não souber o nome do envolvido, ele vai criar um apelido, tipo, Chefe Bigode.
Isso só quer dizer que esse personagem, ao menos naquele momento, não teve chance de se apresentar.
Quem sabe o chefe bigode reaparece?
Mas imagine um bigode escandaloso. Farto, cheio de voltinhas, 50% do rosto redondo. É isso. Chefe Bigode.
Raz, não gosta de cavaleiros, não gosta de magos, e não gosta de cavaleiros magos. Raz não está nos seus melhores dias, coitado.
Quanto a historia, eu não desanimei assim de jogar pro alto. Não acho que perdi o rumo, e isso sim, me desanima as vezes, mas não é essa a questão.
O problema é encontrar tempo. As vezes é tanto cansaço que eu só chego em casa e vou dormir. Ontem mesmo foi um dia desses.
Mais uma vez, obrigado pelo apoio, amigo.
Não posso mais prometer publicar toda semana, mas vou tentar, e no pior, vou me esforça de pelo menos na quinzena.
Grande Abraço. Até a próxima.