Comentários em “Agreste”: “Capítulo 19 - Fosfato”

Igor Costa
Destacado pelo autor

É lindo como você narra as cenas com uma beleza intrigante. Revela em poucas palavras uma realidade que muitos ignoram e deixam passar batido. É lindo como você arquiteta as palavras para expressar a dor e a angústia de muitas meninas que vão morar em casas de família, achando ter vantagem no jogo da vida, quando na verdade não tem; e a esperança de muitas pessoas que deixam sua terra em busca de uma oportunidade melhor, muitas vezes, dando tiros no escuro.

Sua narrativa é encantadora.

Don R
Don R Autor

Obrigado!

Esse formato de capítulo de 100 palavras favorece esse estilo narrativo pensado para a história.

A história da Amélia eu não abordarei na fanfic e de fato nem mesmo tinha pensado sobre ao iniciar a história. Mas até o ponto da história, ambas teriam um passado bem parecido. Sem amarras por lá. a Amélia decidiu tentar a sorte nos grandes centros comerciais, tentando deixar seu passado pra trás e recomeçar, mesmo sendo um tiro no escuro, com nada certo pela frente.

Nessa etapa da história eu tinha muito o quadro "Os retirantes" de Candido Portinari em mente. E um pouco da história do presidente Lula, porque não, rs.

Agradeço pelo seu tempo.

Espero que possa seguir acompanhando a fic ;)

Abraços!

teffy-chan

Ahh é para o Rio que os refugiados estão indo?? Pensei que era para alguma outra cidade do nordeste, onde tivesse melhores condições de plantio ou algo assim, mas o Rio.... nossa, que péssima ideia.

Eu sou carioca e vejo muitos estrangeiros vindo pra cá, a maioria chineses ou descendentes deles, provavelmente achavam que teriam melhores condições de vida aqui... não sei como era no país de onde eles vieram, mas quase todos que eu vejo são vendedores ambulantes e não falam bem nosso idioma, dá muita pena.

Bom, pelo menos a Cremilda fala português, já é alguma coisa. Espero que ela dê sorte no RJ, mas algo me diz que não vai ser tão fácil assim...

Até o próximo^^

thaisbene

Assim que Cremilda conheceu Sebastião, então? Que má sorte, coitada!

Phoenix M Marques W MWU 27

Além da poeticidade nas notas finais e das informações científicas apresentadas nas notas iniciais, vemos aqui em primeira mão como foi o dilema de Cremilda, face a possibilidade de ir como retirante para o Rio de Janeiro em busca de melhores condições de vida, certamente que ela ficou balançada pelo convite advindo de uma pessoa amiga num momento de tensão em sua vida particular.

M
Mambo Hokage L F Anglo Angola

Cremilda estremece, diante de tal proposta que lhe foi apresentada prontamente, diante de sua situação de necessidade.