Parece que a mãe de Cremilda permitiu que ela fosse viver com Odete na esperança de que este novo ambiente seria mais benéfico para o desenvolvimento da filha, o que não sabemos, ainda, é se realmente esta decisão foi a mais acertada; e, a julgar pelo que Cremilda tem diante de si no tempo presente, eu acredito que não foi exatamente o ato maternal mais positivo já praticado.
É curioso como as pessoas com baixa renda financeira são as que mais tem filhos enquanto as mais ricas só tem um, no máximo dois... deveria ser o contrário, as mais humildes claramente não tem condições de sustentar várias crianças.
Entendo que a Cremilda tinha boas intenções entregando a filha pra que ela tivesse uma vida melhor, mas não sei se foi uma boa decisão, ela deve ter se sentido abandonada pela mãe
Concordo, e é o mais comum que as pessoas mais humildes tenham mais filhos. E também era comum que famílias com muitos filhos enviassem seus filhos para viver em outro lar. Aconteceu na com a família da minha avó.
M
Mambo Hokage L F Anglo Angola
A palavra chave deste capítulo é um tanto interessante.
Aqui pudemos constatar que Carmelita, mãe de cremilda, viu-se obrigada a mandar a filha para morar com a tal madrinha, pelas circunstâncias da situação pela qual passavam, na esperança de que, assim, a menina pudesse ter uma vida menos sôfrega.
E era uma prática comum no Brasil da primeira metade do século passado. Minha própria avó e tias avó passaram por essa "experiência". Não cheguei a conhecer a minha avó, mas uma irmã dela viveu com a mesma em uma casa do estilo. Eram "afilhadas" mas era só a escravidão em um novo molde.
Essa minha tia avó só foi saber que minha avó era sua irmã com uns 5 anos e minha avó já tinha 13.
Parece que a mãe de Cremilda permitiu que ela fosse viver com Odete na esperança de que este novo ambiente seria mais benéfico para o desenvolvimento da filha, o que não sabemos, ainda, é se realmente esta decisão foi a mais acertada; e, a julgar pelo que Cremilda tem diante de si no tempo presente, eu acredito que não foi exatamente o ato maternal mais positivo já praticado.
Pelas condições de vida da Carmelita, o ato foi positivo. Provavelmente será justificado mais a frente.
Mironga não parece nada com o significado da palavra kkkkk
Ansiosa para ver mais o florescer do passado de Cremilda e Sebastião. ♥
A Tonga Da Mironga Do Kabuleté
É curioso como as pessoas com baixa renda financeira são as que mais tem filhos enquanto as mais ricas só tem um, no máximo dois... deveria ser o contrário, as mais humildes claramente não tem condições de sustentar várias crianças.
Entendo que a Cremilda tinha boas intenções entregando a filha pra que ela tivesse uma vida melhor, mas não sei se foi uma boa decisão, ela deve ter se sentido abandonada pela mãe
Concordo, e é o mais comum que as pessoas mais humildes tenham mais filhos. E também era comum que famílias com muitos filhos enviassem seus filhos para viver em outro lar. Aconteceu na com a família da minha avó.
A palavra chave deste capítulo é um tanto interessante.
Aqui pudemos constatar que Carmelita, mãe de cremilda, viu-se obrigada a mandar a filha para morar com a tal madrinha, pelas circunstâncias da situação pela qual passavam, na esperança de que, assim, a menina pudesse ter uma vida menos sôfrega.
Exato!
E era uma prática comum no Brasil da primeira metade do século passado. Minha própria avó e tias avó passaram por essa "experiência". Não cheguei a conhecer a minha avó, mas uma irmã dela viveu com a mesma em uma casa do estilo. Eram "afilhadas" mas era só a escravidão em um novo molde.
Essa minha tia avó só foi saber que minha avó era sua irmã com uns 5 anos e minha avó já tinha 13.
Obrigado pelo comentário.