Comentários em “Agreste”: “Capítulo 12 - Prolegômeno”

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Destacado pelo autor

Amigo, fizeste bem. Em corrigir o ultimo capítulo. Realmente dava para nos confundir de que estivesseis a falar dos filhos de Sebastião, e não dele próprio. Então, a família materna da qual não se havia conhecimento remetia à mãe de Sebastião, e não à da esposa dele.

Resolvido esta pequena confusão, parabenizo-o também pelo uso didático das notas e por terdes conseguido continuar a postagem tão celeremente após o capítulo predecessor.

Continuando a me debruçar sobre vosso texto, eis que temos cá diante de nós uma continuidade da exploração dos passados, agora voltado para Cremilda, que tem agora um pouco de sua família nos sendo apresentada, em particular, sua madrinha que a criou, embora aparentemente, não da maneira mais adequada como prezaria a maioria das famílias... e sua irmã de criação, Amélia, que pode representar um certo oásis na vida sofrida que Cremilda deve ter tido em sua juventude. Fica a dúvida , também: por que, afinal, a madrinha acolheu à ela, se, aparentemente, não era um exemplo de mãe??



O que mais gostei: Não creio que perua possa ser visto como agressivo, mas isto sou só eu a pensar. Se outros quiserem argumentar, que estejam à vontade para faze-lo.
O que acho que pode melhorar: Nada que me venha à mente no momento. Bom trabalho!
Don R
Don R Autor

Obrigado pelo comentário, meu nobre. Que bom que tenha te agradado o capítulo.

Isso aí, agora nós vamos ver um pouco sobre o passado do casal, ou pelo que planejo, ao menos da Cremilda.

Ao seu questionamento eu não irei respondê-lo agora, tentarei responder nos próximos capítulos. Mas esse tipo de relação um dia fora bem comum, e a minha própria avó pelo que me conta a irmã dela, passou por essa realidade.

Espero vê-lo em breve ;)

Abraços!

thaisbene

Miracles do happen!!

Sinto pena de Dona Cremilda, não merecia tanto sofrimento. Boa pessoa apesar de tantos motivos para não ser.

Espero pelo próximo cap rs

Don R
Don R Autor

Mas esse capítulo nem mostrou o que ela passou na casa da Madrinha ainda, rs...

Obrigado pelo comentário.

teffy-chan

Que palavra difícil a desse capítulo, hein?

A Cremilda tsmbém não teve uma vida nada fácil =/ Abandonada pela mãe desse jeito... e nem se fala no pai, impressionante.

Que bom que ela pelo menos fez uma amiga.

Don R
Don R Autor

Cremilda nunca na vida teve uma figura paterna tadinha. O casal de fato teve uma infância nada desejável.

Phoenix M Marques W MWU 27

Parabéns e felicidades!

Que esse ritmo continue assim.

Desfeito o equívoco que tive ao ler o capítulo anterior, vejo que agora estamos num momento de exploração dos flashbacks envolvendo alguns dos personagens principais para que, assim, os conheçamos melhor. Não dá ainda para afirmar, a meu ver, que Cremilda teve uma vida mais sofrida que a de Sebastião; mas, claramente, ela também teve que lidar com sua quota de dificuldades pelo caminho até chegar no tempo presente, que vinhamos acompanhando desde o início da história. E pelo visto saberemos mais sobre seus parentes e agregados , como Amélia e a madrinha.

Don R
Don R Autor

Obrigado pelas felicitações amigo!

A ideia aqui seria realmente criar mais proximidade com os personagens da trama, contando o background dos mesmos.