É triste como em alguns lugares as pessoas realmente não chegaram mesmo a se unir nem ajudar uns aos outros em um momento crítico como esse, que é quando a população mais precisa.
Exato, esse choque de visões e opiniões atrapalha muito, o povo em vez de se unir, tá se estapeando pra saber quem tá mais certo do que o outro, se afastam cada vez mais.
Reflexões sobre a pandemia e novos planos durante a viagem. E segue o uso de palavras incomuns em cada capítulo. Esses dois seguem juntos com um objetivo em comum. Veremos o que vem pela frente.
Mais uma viagem do casal. Agora para o leste europeu. E algo que percebo é que da Alemanha pra lá, não existe democracia lineral tal como conhecemos. Tirando a Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e o Japão, todos os países do oriente são bem autocráticos (uns poucos e outros mais). Israel é uma democracia, mas são hostis com os palestinos e não saem do território deles, por isso pra mim é uma forma de autocracia.
Esse senhorzinho tem muita história para contar. Ele viveu os horrores quando a Polônia fora dominada por nazistas e comunistas. Então ele deve ser velho pra caramba ou no mínimo nasceu em 1945. Dá pra entender o quão desespero está. Os poloneses são bem fechados às liberdades sociais, talvez seja fruto dos anos de ocupação que foi de 1939 a 1991.
Sim o leste europeu é uma zorra mesmo, vc não sabe que local é mais seguro de se pisar, e os outros a partir daí depois então, nem se fala. Israel é uma enorme incógnita.
Esse senhor polonês certamente viveu por muita coisa e, por isso, achei que seria válido para ele oferecer um pouco dessa vivência para Rudolf e Ayesha. Na verdade eu pensei no João paulo II quando citei q ele passou tanto pelo nazismo quanto pelo comunismo, apesar de que esse senhor aí certamente seria bem mais novo do que o João Paulo II era. A Polônia é realmente um dos casos mais singulares na história do mundo.
É parecida no que se refere a viajar pelo mundo vários países, mas a temática é diferente até porque eu escrevi antes da pandemia começar então, nem pensava muito em ter esse foco social como tá tendo aqui. Abordou outros assuntos, Mas eu recomendo ler a Parte 1 sim.
Sim a crise mundial e sanitária deveria estar unindo as pessoas, mas na verdade parece que apenas as afastou e dividiu mais ainda.
Eles conversarem com um senhor de mais de 90 anos. Realmente, a gente esperava mais união, mas acho que primeiro precisa acontecer uma internalização, para auto conhecimento, depois o apoio e a união vai vir espontaneamente nas pessoas que entrarem na frequência certa.
Hey, olá!
É... a humanidade é só decepção!
Até!!!
Sem dúvida
É triste como em alguns lugares as pessoas realmente não chegaram mesmo a se unir nem ajudar uns aos outros em um momento crítico como esse, que é quando a população mais precisa.
Exatamente, parece que a pandemia só fez nos dividir mais, ao invés de fazer todos se unirem em prol de uma luta em comum que tange toda a humanidade.
Olá!
É o m problema de todo o mundo, ao invés de um povo se unir em prol do bem da nação, tem opiniões diferentes e as vezes podem ocasionar brigas sérias.
Até a próxima!!!
Exato, esse choque de visões e opiniões atrapalha muito, o povo em vez de se unir, tá se estapeando pra saber quem tá mais certo do que o outro, se afastam cada vez mais.
ahahahaha As palavras incomuns eram um requisito do desafio, mas, pelo menos deu pra encaixar algumas delas de forma natural no meio do texto.
Sim, é importante tirarmos um tempo sempre, a cada passo, para pensar nessas reflexões.
Mais uma viagem do casal. Agora para o leste europeu. E algo que percebo é que da Alemanha pra lá, não existe democracia lineral tal como conhecemos. Tirando a Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e o Japão, todos os países do oriente são bem autocráticos (uns poucos e outros mais). Israel é uma democracia, mas são hostis com os palestinos e não saem do território deles, por isso pra mim é uma forma de autocracia.
Esse senhorzinho tem muita história para contar. Ele viveu os horrores quando a Polônia fora dominada por nazistas e comunistas. Então ele deve ser velho pra caramba ou no mínimo nasceu em 1945. Dá pra entender o quão desespero está. Os poloneses são bem fechados às liberdades sociais, talvez seja fruto dos anos de ocupação que foi de 1939 a 1991.
Sim o leste europeu é uma zorra mesmo, vc não sabe que local é mais seguro de se pisar, e os outros a partir daí depois então, nem se fala. Israel é uma enorme incógnita.
Esse senhor polonês certamente viveu por muita coisa e, por isso, achei que seria válido para ele oferecer um pouco dessa vivência para Rudolf e Ayesha. Na verdade eu pensei no João paulo II quando citei q ele passou tanto pelo nazismo quanto pelo comunismo, apesar de que esse senhor aí certamente seria bem mais novo do que o João Paulo II era. A Polônia é realmente um dos casos mais singulares na história do mundo.
Olá.
Fiquei curiosa agora para ler a primeira temporada. É parecida com essa? Ou aborda outros assuntos?
Ele falou uma coisa certa, a catástrofe deveria está unindo mais as pessoas, mas não é isso que anda acontecendo, e isso é bem triste.
A cada capítulo estou amando mais a sua história ❤️ ficou muito perfeito o capítulo.
Beijos
É parecida no que se refere a viajar pelo mundo vários países, mas a temática é diferente até porque eu escrevi antes da pandemia começar então, nem pensava muito em ter esse foco social como tá tendo aqui. Abordou outros assuntos, Mas eu recomendo ler a Parte 1 sim.
Sim a crise mundial e sanitária deveria estar unindo as pessoas, mas na verdade parece que apenas as afastou e dividiu mais ainda.
Oiee ♡
Sim, infelizmente. A pandemia veio para separar mais as coisas parece.
Que bom que Rudolph e Ayesha são pessoas que continuam buscando o bem.
Bjss de cavalinhos ♡
O que mais gostei: Tudo
O que acho que pode melhorar: Nada
Sim precisamos de mais pessoas assim para fazer o bem. A pandemia separou mesmo mutias coisas.
Eles conversarem com um senhor de mais de 90 anos. Realmente, a gente esperava mais união, mas acho que primeiro precisa acontecer uma internalização, para auto conhecimento, depois o apoio e a união vai vir espontaneamente nas pessoas que entrarem na frequência certa.
Sim, infelizmente as pessoas aprendem mais e primeiramente pela dor do que pelo amor.