Comentários em “Tronos de Fúria”: “Capítulo 7”

João Vitor Guimarães
Destacado pelo autor

Boa tarde, Matheus! Como vai? Espero que esteja tudo bem com você. Acabei finalmente de ler o último capítulo até o momento de “Tronos de Fúria” e estou aqui para dar a minha opinião sobre a história.

Eu estou adorando a forma como a história está se desenvolvendo a partir das ferramentas de plot-driven que você está utilizando, como eu já havia lhe explicado antes. Sua história é focada no desenvolvimento do enredo, portanto, a trama vem em primeiro plano, o que de certa forma pode afetar outros elementos da história, como é o caso dos personagens, que ocupam menos espaço para poderem se mostrar ou se desenvolverem. Por outro lado, utilizando essas ferramentas de plot-driven, os personagens se mostram melhores e adequados para esse tipo de história, uma vez que estão aqui claramente para servir ao desenvolvimento da história e terem o espaço necessário para se desenvolverem em função da história.

A introdução dos elementos sobrenaturais, como a voz que é ouvida na cabeça do Gustavo e a revelação de que Scott King é na verdade um Deus ajuda a introduzir de forma satisfatória o elemento do Sobrenatural nessa história, que até alguns capítulos anteriores, havia uma inclinação para o realismo e a ficção científica, mas agora, através de um engenhoso gancho deixado para nós no momento crucial da transição entre o primeiro e o segundo ato, você conseguiu introduzir de forma muito perspicaz o elemento Sobrenatural, casando-o com a trama que está escrevendo.

Depois de concluir minha leitura, a única coisa que eu peço é que não se acanhem e traga logo mais capítulos para que eu possa continuar lendo essa incrível história. Estou muito contente por estar relendo-a e fico grato por me proporcionar essa excelente leitura. Espero vê-lo em breve em suas histórias e, quem sabe, nas minhas. Até a próxima, meu amigo!

Atenciosamente,

João Vitor Guimarães!



O que mais gostei: Um excelente ponto de virada ao final do capítulo
Phoenix M Marques W MWU 27

Olá João!

Finalmente pude te responder

Agradeço por sempre notar tudo, tudo mesmo, tudo isso que vc sempre citou em nossas conversas e quando dialogamos ou debatemos sobre as histórias.

Plot-driven é a palavra chave da vez, mas sim eu quero buscar dar uma atenção a mais com os personagens sempre que for possível. O realismo e o lado da ficção irão se misturar mais e mais como vc ja pôde notar. Gustavo está ouvindo algo em sua própria cabeça.

E Scott é mais do que aparenta ser.

Em breve eu trago sim atualizações e novidades sobre como se dará o andamento desta história

Agradeço mais uma vez pelo seu interesse, sempre. De coração. Abraços, Phoenix Matt Marques

Don R

Cá estou, para ler mais um episódio e conseguir momentaneamente acompanhar uma história, rs. Que bom que voltou com essa sua original mesmo depois de algum tempo.

Agora eu acho que sei por que algumas pessoas não gostam de ler histórias ainda não finalizadas, porque acabam esquecendo os personagens e suas características e personalidades depois do tempo de ócio, não que seja um empecilho para minha pessoa.

Agora sobre o capítulo:

Tendo em conta que, atualmente na Suécia a maioria dos habitantes não seguem uma religião. No trecho que a rainha Maílla diz que está rezando pelo marido, qual seria a religião da mesma?

O que será que está acontecendo com Gustavo, o que seria isso em sua cabeça, algum poder, alguma maldição? Veremos.

Parece que o plano do Jorge de evitar a guerra está indo por água abaixo.

Interessante, apesar do Scott enrolar muito em sua fala. Já estava fazendo suposições do que ele poderia ser: Algum tipo de ser divino enviado para impedir a última grande guerra que dizimaria de uma vez por toda a espécie humana. Bom, creio que posso estar perto da minha suposição.

Gostei bastante do capítulo e de ter voltado a história, até breve. ;)



O que acho que pode melhorar: "Apesar de ser declarar cético", aqui não seria "se declarar"? Eu também pensaria em substituir "havia ouvido" por "ouvira" por exemplo. Não seria "interrogá-lo" ao invés de "interroga-lo"?
Phoenix M Marques W MWU 27

Obrigado pelas análises, uma das intenções neste capítulo foi esclarecer certas dúvidas que vc e outros leitores expressaram no capt. 6, algumas sei que foi possível esclarecer, outras não. Mas as outras ficarão para o capt. 8. Que espero trazer dentro de poucos dias, porém terei que pausar um pouco aqui para ajudar 'nosso amigo' com a história dele que está sendo escrita.

Sobre as pontuações ortográficas, verei elas assim que possível, sobre essa do 'interroga-lo' meu Word por alguma razão não acusa o acento agudo no 'a' nesse caso, não sei o porquê disso, por isso saiu assim, não é a primeira vez.

Sim algumas pessoas abandonam a história por conta do tempo que é levado para ser atualizada, nesta aqui aprendi bem esta lição infelizmente, já a algum tempo.

Não sei onde ou quem levantou a informação da Suécia e sua maioria da população ser irreligiosa. Mas na maioria dos países europeus o cristianismo ainda é seguido por uma parcela relativamente de maioria da população. Outras religiões como judaísmo e islã também se fazem presentes, inclusive crescendo nos últimos anos. Sobre qual seria a religião da rainha Maílla:

Peguei um estudo de 2018 que mostra que: 57,7% da população , naquela altura, seguia a Igreja Luterana Evangélica/Protestante da Suécia, que seria uma espécie de 'Igreja Anglicana' como na Inglaterra, só que mais voltada para o povo e cultura suecos. Tal Igreja inclusive era, até o ano de 2000, a religião oficial do país, hoje não possuem uma religião oficial. Então é possível afirmarmos que até 2000 a família real sueca também seguisse tal fé. Continuando: 3,4% seguiam outras igrejas protestantes; 1,7% da população seguiam a Igreja Católica Ortodoxa, do Oriente... 1,2% seguiam a Igreja Católica Romana; 0,3% seguiam outras igrejas cristãs; 1,9% da população seguia o Islamismo; 0,3% seguiam outras religiões (incluindo aí judaísmo, budismo , hinduísmo entre outros), e 33,5% da população não era afiliada a nenhuma religião (ateus ,agnósticos...). O que representa o segundo maior 'grupo religioso' do país, o que indica que sua ponderação estava quase correta. Eu mesmo ja havia ouvido falar que em alguns países europeus, inclusive a Suécia, o número de pessoas 'irreligiosas' vinha crescendo muito rapidamente.

Mas acontece que o 'erro' aqui é que estamos usando dados de 2018 e etc, quando na verdsde no universo de Tronos de Fúria a história se passa 100 anos pelo menos à frente. Então, mesmo com todos esses dados, a situação 'religiosa' da população sueca provavelmente seria um tanto diferente do que esses dados apresentam, existe estudos científicos hoje que indicam que religiões como judaísmo e islamismo crescerão em vários países nos próximos 30 a 50 anos, por exemplo. A gente ta pensando muito com a cabeça do século 21 , quando a história se ambienta um século à frente.

Além disso, no universo de Tronos quis estabelecer (embora não coloquei isso explicitamente nos capítulos anteriores) que os monarcas eram todos oficialmente cristãos (pelo menos os europeus), como forma de se manterem leais às raízes e tradições, antes é claro de seus 'status quo' ser alterado significativamente por esses 'abalos' como já ficou sugerido neste capítulo, levemente. Com essa sua pergunta penso até em restabelecer, tanto para a Suécia quanto para os demais, que cada um conte com sua religião oficial, já que na maioria das obras em que vejo a monarquia ser abordada, existe muito essa conexão forte entre religião, patriotismo, nacionalismo, sentimento forte pró-monarquia e militarismo. PS.: evidente que, além dos europeus, e Brasil e México, isso ocorreria com as demais nações, porém não necessariamente voltadas para o cristianismo, já que aí haverá nesse meio, Índia, Etiópia, Japão, e China.

No fim das contas, provavelmente colocarei que Maílla, Gustavo e a casa real da Suécia sejam oficialmente seguidores da Igreja Luterana sueca, como indicado até pelos dados de 2018. E mesmo assim, a religião seguida pela casa real não necessariamente seria a mesma seguida pela maioria da população (isso em 2018), então qual religião a maior parte da população seguisse não influiria em sabermos qual religião a rainha e a sua casa real seguiriam.

Sobre o que está havendo com Gustavo e, muito em breve, ocorrerá com os demais imperadores... bom é apenas um dos principais motes do que a história contará a seguir, de quais forças estarão, realmente, manipulando os eventos da eventual guerra. Sobre um plano 'de Jorge' de evitar a guerra: quem tem na prática esse plano é Scott,e não Jorge. Jorge está apenas tentando surfar a mesma onda. E mesmo assim é cedo para avaliarmos se tal plano está para ir por água abaixo ou para ser bem sucedido.

Sobre Scott, ecoa um pouco o que falo sobre a dor que Gustavo sente em sua cabeça, as forças que realmente estão regendo os preparativos para a guerra. Mais de o que são realmente essas forças ficará em evidência posteriormente. E aí poderemos ver claramente quem ou o que Scott é de fato. Sobre ele enrolar, é para testar se Jorge realmente ia ter paciência para ouvi-lo ou se iria pressioná-lo, ou questioná-lo, mesmo após Scott ter demonstrado seus poderes nos últimos dois capítulos. Mas Scott é a ponta do iceberg. Ele é responsável por 'introduzir' esse novo lado da história.

Mas isso de a grande guerra, a próxima, poder dizimar a população é um perigo e receio real, por isso inclusive a intervenção de forças de um plano maior para impedir que isso aconteça. O 'medo' que as pessoas tem pela simples menção da palavra 'guerra', denotado no capítulo anterior, ilustra bem isso.

Theus VonEldritch

Digamos que meu humor me fez focar bastante na leitura desse capítulo que estou devendo, enfim cada vez melhor, e os momentos do enredo que quero comentar, a pressão do Gustavo caiu, e depois o cara houve vozes, eu imagino que essa Era de Prata seja algum deus vingativo querendo eleger ele como emissário do terror, e agora estou me perguntando se isso vai envolver ainda mais outros deuses (então eles seriam deuses mesmo e não semideuses?)

Gustavo pedindo pelo desejo do público e eu mesmo estou preocupado com a população querendo retaliar, nossa isso é terrível, quer dizer estão no direito deles, considerando essa crise.

Scott me parece meio palestrinha, ou só gosta de zoar os mortais, por um momento eu pensei que o Jorge ia falar: O que você é!?

Virginiano!

Do jeito que essa risadinha me deu a entender que esse cara é debochado o suficiente para irritar qualquer adulto com mais de 30 anos sksks acabei gostando demais dele, sério me lembrou até de Bettlejuice que o personagem título tem que explicar o nome deles sem falar ele sksksk

Um abraço, amigo! E até!



O que mais gostei: Gostei que esse capítulo trouxe mais de um ponto de vista, tanto do Gustavo da Suécia, que foi suficiente para me deixar com medo dessa guerra, como do Jorge e o Scott, esse capítulo foi muito bom aliás!
Phoenix M Marques W MWU 27

Ah fico feliz que curtiu, realmente eu esperava mesmo o que as pessoas iriam achar quando vissem isso de o ponto de vista de mais de um personagem ser explorado no mesmo capítulo. É algo que pretendo trazer mais vezes com outros personagens e situações. Sim, a movimentação do Gustavo e as falas do Scott já ilustram que o conflito está tomando forma cada vez mais e realmente mais próximo de acontecer, tudo está convergindo para isso.

Sobre o que mais vc falou, sim, comecei pelo Gustavo essa questão justamente porque a reunião entre os países teve isso de que, a França desafiou a Suécia e, então, tinha que ser dada uma resposta através do povo sueco e de seu representante. Agora a pressão dele cai, ele ouve vozes e escuta sobre uma Era de Prata, e sim os deuses estarão envolvidos. Sim, serão deuses e não semideuses. A Era de Prata é meramente a referencia de que a era dos deuses irá voltar. Sim, outros deuses irão ser envolvidos ainda, também. A população sueca também já está em um frenesi.

Scott é bem palestrinha mesmo kkkkk talvez se eu tivesse começado a escrever mais recentemente eu incluísse sim a piada sobre virginianos. Haja paciencia do Jorge para ter aguentado ele. Sim, Scott tem esse viés do humor e por isso tratou Jorge dessa forma.

Isso da sua citação sobre o beetlejuice me lembra também a lenda do Rumpelstilskin dos mitos nórdicos e germanicos da Europa. Mas é uma descrição que cabe um pouco ao Scott também. Perto dos adultos mais maduros e fechadões ele seria visto provavelmente dessa forma mesmo.

Anne Claksa

Olá!

Bem forte essa frase do povo sueco : "Destruir a França! Vingar a honra do povo sueco!" É assim que se começa uma guerra, um governante quer um motivo para realizar os seus planos, e é ótimo quando o povo tem o mesmo sentimento.

Agora, o Gustavo parecia atormentado pela tal voz que estava escutando e essa voz não parece ser pacífica.

Parece que o capítulo é um prenuncio de uma guerra!

Até a próxima!!!

Phoenix M Marques W MWU 27

Forte mesmo, a obstinação de Gustavo, que ele tenta passar para o povo sueco nesse momento, é muito forte. A França é o alvo da vez, e que eles se cuidem. Nada mais pode segurar os dois lados dessa trama. Realmente, são os ingredientes certos para dar a ignição em um cenário de guerra. Gustavo certamente também se mostrou atormentado pelo surgimento dessa tal vozinha dentro de si. Obrigado e até breve com as novas etapas dessa aventura

J
João Vitor Guimarães

Boa tarde, Matheus! Finalmente chegamos ao último capítulo postado. Como vai? Espero que você esteja bem. Sem mais delongas, vamos ao comentário?

Bem, conforme a trama avançou até este momento, a minha opinião foi se formulando e se adaptando a medida que fui entendendo as configurações narrativas que você foi adotando na composição dessa história. Como bem pontuei ao longo de vários capítulos por aqui, a sua narrativa se enquadra muito bem em uma narrativa de "plot-driven", ou seja, o que motor da sua história é sua trama e a forma como ela se desenvolve.

Em função disso, por conta desse mecanismo de operação da narrativa, os personagens acabaram por não ser muito mostrados além de suas primeiras camadas, salvo algumas exceções, tais como a Rina e o Jorge aqui mostrado. Além disso, não há a presença de um protagonista alto-declarado, mas sim uma um protagonismo múltiplo formado pela unidade de personagens que compõe os comandos dos impérios. Se isso por um lado impede que os personagens sejam melhores explorados e passem por arcos mais profundos de desenvolvimento, por outro, permite que eles executem várias funções ao decorrer da trama conforme o seu conflito central se desenvolve. É interessante essa dinâmica, pois um personagem pode assumir em diferentes momentos um papel protagonistico, coadjuvante e até antagônico; tudo de acordo conforme ele reage aos avanços da trama.

Talvez para alguns, esse tipo de mecânismo não seja tão agradavel, porém, para pessoas familiarizadas com esse tipo de narrativa, que inclusíve é presente em algumas séries de grande prestígio, como Game Of Thrones, podem se deliciar com sua narrativa que, para os padrões que conheço, é de alta sofisticação. E isso não é um elogio para apenas agradar. É realmente o meu reconhecimento como roteirista e estudante narratologo de que sua narrativa é verdadeira alto sofisticada e muito gostosa de ler, algo que eu pouco vi ser feito com o mesmo nível de excelência em outras histórias (Sim, há outros autores que tentam emular o mesmo estilo e estrutura, mas falham miseravelmente). Se você fez esse trabalho narrativo de forma consciente ou não, mesmo assim, deixo dito aqui por escrito de que você deve se orgulhar muito disso.

Bom, agora, temos uma ferramenta narrativa na história que Mckee chama de brecha ou beat. De acordo com Mckee em livro "Story": "Beat é uma mudança de comportamento que ocorre por ação e reação. Beat por beat, esse comportamento em transformação molda o ponto de virada da cena". O Beat é uma unidade narrativa, a menor que existe. Na escala de unidades, temos: Beat > Cena > Sequência > Ato > Estrutura; e o Beat é a menor das unidades. Cada unidade dessa configura em uma mudança nos rumos dessa história, mas o tamanho da mudança e o impacto dela que define essas proporções. Como pode ver, o beat é a menor das unidades e de menor impacto, no entanto, são essas pequenas mudanças que vão ocorrendo que vão modelando as grandes mudanças que veem a seguir. Dado essa explicação, vamos prosseguir!

Até esse dado momento, sua história se configuração como um drama político com elementos fantasios e de ficção científica ligado à guerras e novas configurações mundiões. No entanto, é graças ao pequeno Beat no final desse capítulo que um impacto de grandes proporções será iniciado. Sua história começará a ganhar mais traços de fantasia ainda. É crucial que você tenha muita cautela e cuidado ao integrar esses novos elementos para sua narrativa, para que essa mudança não seja considerada abrupta ou conveniente.

Uma coisa que achei interessante é ver a dinâmica entre os personagens Scott e Jorge e como a partir dessa intereção entre esses personagens, uma linha tênue de suspense e tensão foi se elevando a cada novo diálogo e reviravoltas dentro da cena. São esse pequenos beats (Jorge puxar conversa, Scott colocar todos para dormir, Jorge exigir respostas e por fim, Scott se revelando) que juntas fizeram da mudança dessa cena ser mais impactante. De acordo com Mckee: "Cena é uma ação através de conflito em tempo mais ou menos contínuo que transforma a condição de vida de um personagem em pelo menos um valor de grau de significância percepítivel". Seus pequenos beats foram pouco a pouco revelando as configurações da cena e, por fim, ela concluiu com seu objetivo de causar um impacto de mudança ainda maior. No inicio da cena, Jorge ainda estava cético de forças sobrenaturais, ao final da cena, agora, ele estava certo da existência de forças maiores no universo. Fomos da descrença (valor negativo) para a fé a absoluta (valor positivo). Isso é o poder de uma boa cena. Então, parabéns pelo excelente trabalho.

Ao final deste capítulo, deixo aqui todas minhas impressões a respeito da história: Acho os personagens ainda superficiais, porém, acertivos e eficientes em cumprir suas funções para com a trama; a trama e conflito central se desenvolve em seu ritmo e paciência, com desdobramentos orgânicos e causando impacto nos personagens; as camadas ocultas em sua estrutura estão sendo bem utilizadasa para extrair todo o potêncial de sua narrativa; e, por fim, sua história carrega temáticas incríveis e de grande interesse para os leitores.

Concluo minha leitura alegando que tive o prazer em dar uma oportunidade a essa história e conhecer o seu trabalho. Fico muito honrado de finalmente poder ter conhecido a você e suas histórias, grato por me fornecer momentos preciosos da sua vida em me ajudar também e feliz por ter encontrado um amigo aqui no Nyah!. Espero vê-lo em breve outra vez, seja nas minhas ou nas suas histórias. Até uma próxima!

Atenciosamente,

João V. Guimarães!



O que mais gostei: Desenvolvimento dos personagens em decorrência da trama
Phoenix M Marques W MWU 27

As dinâmicas entre Jorge e Scott são e serão exatamente assim como vc notou. Agradeço inclusive até por vc vir pontuar isso. Ah o Beat!!!!!

Rina também é cheia de camadas.

Tem muita coisa de ceticismo e descrença para cair por terra ainda nos olhares dos personagens, à medida que a trama avançar.

Aqui na narrativa tem muitas coisas únicas, como não haver um protagonista auto declarado e o enfoque em diversos personagens centrais. A comparação com Game of Thrones me lisonjeia muito, embora tenha certas diferenças entre lá e cá.

Obrigado pelo seu comentário

D
Dreams

Uma história desafiadora para pessoas completamente leigas em política, conflitos, expansão territórial. Comecei com certo receio e medo de não dar conta de chegar até o capítulo 7. De cara, no primeiro capítulo somos surpreendidos com tantas informações. No entanto, o desenrolar vai pretendo a atenção e logo em seguida vem a curiosidade de conhecer mais. Pelo que notei nas notas, você prometeu o capítulo 8 em 2021.

Vou seguir os passos de um certo "alguém" e cobrar as atualizações das suas histórias.

Phoenix M Marques W MWU 27

Rs Obrigado pela leitura e por ter notado tantas coisas na história.

De fato estou em atraso com esse texto desde 2021.

São muitas informações desde o começo, realmente

Eu sempre enxerguei essa história com um olhar de geógrafo, cartógrafo, coisas desse tipo. Tem muito a questão da política, geopolítica, interesses, expansão territorial e conflitos no meio também. Agradeço por deixar sua opinião