Comentários em “Mosaico”: “Capítulo único”

EsterNW
Destacado pelo autor

Oi, André!

Ler essa one foi como um flashback de alguns meses atrás, quando isso tinha apenas começado. As pessoas pressas em casa, o medo de se contaminar, se adaptando à nova rotina, pessoas querendo ser altruístas e ajudar, outras que queriam aparentar que se importavam, quando não estavam nem aí... No fim eram todos tentando lidar com a situação à sua maneira e alguns deles muito bem retratados aqui, tanto que eu conseguia perfeitamente imaginar a cena e o que estavam sentindo no momento, achei um texto com muita sensibilidade, gostei bastante. E que possamos superar mais tempos sombrios que virão...

Kisses e até o/

André Tornado

Oi Ester!

Faz lembrar o início da pandemia, por alturas de março, abril quando se adotaram uma série de medidas para conter o vírus porque efetivamente esta história retratou esses tempos, já que foi escrita no início de maio.

Foi como um prólogo dos tempos que se desenrolam, desde então. Porque infelizmente a pandemia ainda não se foi embora e agora estamos em plena segunda vaga, com outras medidas, raiva, perplexidade e novos medos. Mas haveremos de sair desta!

Nesse edifício em cada apartamento tivemos um retrato de várias formas de ter percebido a pandemia - entre a solidariedade, a inaptidão e a indiferença, a esperança e o cansaço extremo.

Muito obrigado pelo teu comentário. É sempre bom ler palavras amigas.

Beijo!

C
Clara Tucker

O casal no final é o mais engraçado.

Me identifico com aquele que assiste séries sdshdbs

=***

André Tornado

Oi Clara!

O casal no fim representa a esperança de um final feliz para esta história - no conto e fora do conto.

Vários retratos de um pesadelo que está a repetir-se nestes dias em que julgávamos que já tudo teria terminado. Este ano 2020 e esta pandemia são um teste de fogo e História que não queríamos presenciar ou fazer parte.

Eu acho que sou uma mistura de vários, mas a escolher um seria aquele que odeia aquelas manifestações coletivas de solidariedade, de bater palmas numa varanda, completamente fúteis e falsas.

Muito obrigado pelo teu comentário.

Beijo!