Eu amo o fato de que cada vez mais estamos adentrando em um labirinto e não sei se será possível sair. Fazia tempo que não sentia isso com uma história então, primeiramente, obrigada.
Eu gostei do vislumbre do momento em que Lisbeth e Klaus se conheceram e o modo como ele moveria céus e terras por ela. Ainda é cedo para supôr o destino das personagens na história, mas você sabe muito bem o que eu vou pedir...
Achei interessantíssima quando Aiko (succubus, não é isso?) mencionou o choro de Lisbeth. Gostaria de ler mais disso, se possível, em algum momento futuro da história.
Eu amo a dinâmica cada vez mais fluida e atrevida entre Laurent e Klaus. Me parece o tipo certo de slowburn que estou aqui para ler. Estou ansiosa para vê-los desvendando cada pedaço um do outro - quase literalmente.
Klaus é definitivamente mais sensível do que eu imaginava, e a melhor parte disso é que ele não tem vergonha de mostrar essa sensibilidade, principalmente para as pessoas mais próximas que ele considera como família. Isso é o que me faz gostar mais ainda dele.
Esse final? Amo um cliffhanger.
Atenciosamente,
La Sorcière.
O que mais gostei: Lisbeth. Memórias. Sensibilidade. Tensão.
Explorar a relação do Klaus com os amigos, a coisa mais proxima de familia que ele tem, é algo que aparece bastante haha e o Laurent fazendo Klaus mostrar seus outros lados é bem presente.
Eu amo o fato de que cada vez mais estamos adentrando em um labirinto e não sei se será possível sair. Fazia tempo que não sentia isso com uma história então, primeiramente, obrigada.
Eu gostei do vislumbre do momento em que Lisbeth e Klaus se conheceram e o modo como ele moveria céus e terras por ela. Ainda é cedo para supôr o destino das personagens na história, mas você sabe muito bem o que eu vou pedir...
Achei interessantíssima quando Aiko (succubus, não é isso?) mencionou o choro de Lisbeth. Gostaria de ler mais disso, se possível, em algum momento futuro da história.
Eu amo a dinâmica cada vez mais fluida e atrevida entre Laurent e Klaus. Me parece o tipo certo de slowburn que estou aqui para ler. Estou ansiosa para vê-los desvendando cada pedaço um do outro - quase literalmente.
Klaus é definitivamente mais sensível do que eu imaginava, e a melhor parte disso é que ele não tem vergonha de mostrar essa sensibilidade, principalmente para as pessoas mais próximas que ele considera como família. Isso é o que me faz gostar mais ainda dele.
Esse final? Amo um cliffhanger.
Atenciosamente,
La Sorcière.
O que mais gostei: Lisbeth. Memórias. Sensibilidade. Tensão.
Explorar a relação do Klaus com os amigos, a coisa mais proxima de familia que ele tem, é algo que aparece bastante haha e o Laurent fazendo Klaus mostrar seus outros lados é bem presente.
Obrigado por acompanhar ♥