Vamos lá! Então Gohan estava usando o que usou contra o Lavender lá no capítulo anterior... E eu fiquei boiando com o lance de poder reviver só uma das partes de Piccolo, mas depois fez sentido. É basicamente uma reencarnação que mantém as lembranças. Ainda não entendi profundamente, mesmo que bem explicado, me soando um pouco conveniente, mas foi legal. Sobre o lance de Namekuseijins poderem manipular almas, até faz sentido, sendo que os filhos de Daimaoh já estavam mortos.
A luta está incrível. Facilmente um das melhores que você escreveu. E como assim o Piano já morre? WTF Vendo agora, poderia ser apenas um blefe do Daimaoh ser o Kami-Sama para Gohan, mesmo que Gohan tenha um tipo de intuição suprema na sua visão. "Eu sou o legado do meu próprio filho!" - Essa frase soou muito bem e seria repetida pelos fãs e fariam meme até se isso fosse oficial. Sobre o lance da célula central se mover pelo corpo, parece a teoria do Nelson com questão ao Cell, hehe.
Sobre Gohan lutar com um braço, me lembrou o Gohan do Futuro. E é verdade, o maldito Gohan ia destruir as esferas! Sobre o lance do Daimaoh poder escolher as habilidades e condições que transfere a seus filhos, me soou meio conveniente, mas nada que afete a trama em si. Agora Gohan vai poder retribuir o serviço de babá de Piccolo sendo sua babá. Ou Piccolo vai despertar na Sala do Tempo e ficar treinando. Logo, em pouco tempo ele já estaria adulto e do lado de fora não se passaria quase nada.
Outra coisa é a sala onde Goku e Uub estão ficar justamente na parte que não foi destruída da Plataforma, hehe, sorte do caramba! Enfim, foi um ótimo capítulo mesmo. Não esperava ver algo tão bom assim. Até a próxima!
Foi algo parecido com o que ele usou contra o Lavender. O Gohan queria ter certeza de que a alma de Piccolo Daimaoh era a mesma alma do Piccolo que ele conhecia, então ele usou a aura do SSJ como um radar, só que não apenas para ler os movimentos dele como também seu interior, foi basicamente isso.
"E eu fiquei boiando com o lance de poder reviver só uma das partes de Piccolo, mas depois fez sentido. É basicamente uma reencarnação que mantém as lembranças. Ainda não entendi profundamente, mesmo que bem explicado, me soando um pouco conveniente, mas foi legal."
Beleza, vou tentar explicar melhor. Muitos tratam o Piccolo Daimaoh e o Piccolo Jr. como existências diferentes (você inclusive fez isso na sua terceira história), mas eu optei em tratá-los como uma única existência devido a todo o lore criado entre eles no Dragon Ball clássico. Piccolo Jr. sempre afirmou que era a reencarnação do Piccolo Daimaoh, mesmo sendo o seu filho e eu fui por esse caminho de forma literal. Piccolo então morreu ao final da Saga Baby para que Piccolo Daimaoh pudesse ser revivido neste arco quando o Dr. Myuu fez o pedido de reviver todos os inimigos dos Guerreiros Z ao Porunga. Piccolo foi a última encarnação daquela alma, mas Porunga entendeu que Piccolo Daimaoh é que era a encarnação mais perigosa daquela alma e então reviveu a essa versão, porém mantendo todas as características da última encarnação. Dessa forma, foi como se Piccolo Daimaoh tivesse reencarnado do Piccolo Jr., com todas as lembranças, poderes e até mesmo com as almas do Nail e do Kami dentro de si. Pode até parecer conveniente isso aí, mas a verdade é que eu só segui uma lógica pré-estabelecida no cânone que poucos fãs repararam.
Sobre a manipulação de almas, eu queria explicar bem como o lance da reencarnação funcionava, o lance de Daimaoh ter conseguido reviver seus filhos através de ovos e também como eles conseguiam impedir que almas mortas por eles chegassem ao Outro Mundo. Foi um complemento para a história e para o cânone em si, na visão da história.
E é, Piano morre ali mesmo. Eu até pensei em usá-lo mais tarde em alguma luta, mas não tive porre em estender mais esse arco para uma luta inútil com ele, então decidi matar ele logo.
"Vendo agora, poderia ser apenas um blefe do Daimaoh ser o Kami-Sama para Gohan, mesmo que Gohan tenha um tipo de intuição suprema na sua visão."
O Gohan é um gênio de alto QI e foi treinado por um estrategista nato como o Piccolo. Bem treinado como está, não consigo imaginar ele de outro jeito e sinceramente, gostei bastante de construir esse Gohan. E eu também tenho direito as minha viagem teóricas de vez em quando, não só o Nelson, ha!
"Sobre o lance do Daimaoh poder escolher as habilidades e condições que transfere a seus filhos, me soou meio conveniente, mas nada que afete a trama em si."
Ah, isso sim foi conveniente e o lance da sala também. Eu até zoo com isso no capítulo seguinte, hehehe! Senhor Piccolo vai voltar em breve mais forte do que nunca!
Fico feliz que tenha gostado dessa luta. Quando você decidiu pausar DBGTKai por algum tempo, eu fiquei tipo "Putz, ele vai pausar justo agora que virá a luta do personagem favorito dele.", mas parece que valeu a pena para você. Mais altas emoções aguardam no próximo capítulo!
Vamos lá! Então Gohan estava usando o que usou contra o Lavender lá no capítulo anterior... E eu fiquei boiando com o lance de poder reviver só uma das partes de Piccolo, mas depois fez sentido. É basicamente uma reencarnação que mantém as lembranças. Ainda não entendi profundamente, mesmo que bem explicado, me soando um pouco conveniente, mas foi legal. Sobre o lance de Namekuseijins poderem manipular almas, até faz sentido, sendo que os filhos de Daimaoh já estavam mortos.
A luta está incrível. Facilmente um das melhores que você escreveu. E como assim o Piano já morre? WTF Vendo agora, poderia ser apenas um blefe do Daimaoh ser o Kami-Sama para Gohan, mesmo que Gohan tenha um tipo de intuição suprema na sua visão. "Eu sou o legado do meu próprio filho!" - Essa frase soou muito bem e seria repetida pelos fãs e fariam meme até se isso fosse oficial. Sobre o lance da célula central se mover pelo corpo, parece a teoria do Nelson com questão ao Cell, hehe.
Sobre Gohan lutar com um braço, me lembrou o Gohan do Futuro. E é verdade, o maldito Gohan ia destruir as esferas! Sobre o lance do Daimaoh poder escolher as habilidades e condições que transfere a seus filhos, me soou meio conveniente, mas nada que afete a trama em si. Agora Gohan vai poder retribuir o serviço de babá de Piccolo sendo sua babá. Ou Piccolo vai despertar na Sala do Tempo e ficar treinando. Logo, em pouco tempo ele já estaria adulto e do lado de fora não se passaria quase nada.
Outra coisa é a sala onde Goku e Uub estão ficar justamente na parte que não foi destruída da Plataforma, hehe, sorte do caramba! Enfim, foi um ótimo capítulo mesmo. Não esperava ver algo tão bom assim. Até a próxima!
Foi algo parecido com o que ele usou contra o Lavender. O Gohan queria ter certeza de que a alma de Piccolo Daimaoh era a mesma alma do Piccolo que ele conhecia, então ele usou a aura do SSJ como um radar, só que não apenas para ler os movimentos dele como também seu interior, foi basicamente isso.
"E eu fiquei boiando com o lance de poder reviver só uma das partes de Piccolo, mas depois fez sentido. É basicamente uma reencarnação que mantém as lembranças. Ainda não entendi profundamente, mesmo que bem explicado, me soando um pouco conveniente, mas foi legal."
Beleza, vou tentar explicar melhor. Muitos tratam o Piccolo Daimaoh e o Piccolo Jr. como existências diferentes (você inclusive fez isso na sua terceira história), mas eu optei em tratá-los como uma única existência devido a todo o lore criado entre eles no Dragon Ball clássico. Piccolo Jr. sempre afirmou que era a reencarnação do Piccolo Daimaoh, mesmo sendo o seu filho e eu fui por esse caminho de forma literal. Piccolo então morreu ao final da Saga Baby para que Piccolo Daimaoh pudesse ser revivido neste arco quando o Dr. Myuu fez o pedido de reviver todos os inimigos dos Guerreiros Z ao Porunga. Piccolo foi a última encarnação daquela alma, mas Porunga entendeu que Piccolo Daimaoh é que era a encarnação mais perigosa daquela alma e então reviveu a essa versão, porém mantendo todas as características da última encarnação. Dessa forma, foi como se Piccolo Daimaoh tivesse reencarnado do Piccolo Jr., com todas as lembranças, poderes e até mesmo com as almas do Nail e do Kami dentro de si. Pode até parecer conveniente isso aí, mas a verdade é que eu só segui uma lógica pré-estabelecida no cânone que poucos fãs repararam.
Sobre a manipulação de almas, eu queria explicar bem como o lance da reencarnação funcionava, o lance de Daimaoh ter conseguido reviver seus filhos através de ovos e também como eles conseguiam impedir que almas mortas por eles chegassem ao Outro Mundo. Foi um complemento para a história e para o cânone em si, na visão da história.
E é, Piano morre ali mesmo. Eu até pensei em usá-lo mais tarde em alguma luta, mas não tive porre em estender mais esse arco para uma luta inútil com ele, então decidi matar ele logo.
"Vendo agora, poderia ser apenas um blefe do Daimaoh ser o Kami-Sama para Gohan, mesmo que Gohan tenha um tipo de intuição suprema na sua visão."
O Gohan é um gênio de alto QI e foi treinado por um estrategista nato como o Piccolo. Bem treinado como está, não consigo imaginar ele de outro jeito e sinceramente, gostei bastante de construir esse Gohan. E eu também tenho direito as minha viagem teóricas de vez em quando, não só o Nelson, ha!
"Sobre o lance do Daimaoh poder escolher as habilidades e condições que transfere a seus filhos, me soou meio conveniente, mas nada que afete a trama em si."
Ah, isso sim foi conveniente e o lance da sala também. Eu até zoo com isso no capítulo seguinte, hehehe! Senhor Piccolo vai voltar em breve mais forte do que nunca!
Fico feliz que tenha gostado dessa luta. Quando você decidiu pausar DBGTKai por algum tempo, eu fiquei tipo "Putz, ele vai pausar justo agora que virá a luta do personagem favorito dele.", mas parece que valeu a pena para você. Mais altas emoções aguardam no próximo capítulo!