Bom este sim é o último comentário que deixarei por cá. Conforme expliquei no epílogo, fui lá primeiro para tanto marcar a história como finalizada (uma vez que eu ja a havia lido embora como "fantasma") quanto para solucionar a questão sobre Doppelgangers que tavlvez voce não vos tivesse entendido bem quando mencionei na outra fanfic. Pulei os comentários de alguns capítulos anteriores, mas no geral a história me agradou bastante . Poderia facilmente ter sido encaixada pelos chefões dos Estúdios Marvel como um spinoff solo da Quake/Daisy para compensar aquele gap de 6 meses entre o capítulo final da terceira temporada e a cena final do mesmo capítulo. Genial mesmo, talvez até tivessem aprovado o pilot e feito uma nova série a partir daí, ao contrário do que ocorreu com o pilot da série de Bobbi Morse e Lance Hunter que acabou sendo engavetado pela Marvel e até hoje não chegamos a ver por todo.
É interessante ver também como Daisy sempre parece-se estar a "confiar desconfiando" do Nick Fury, bem diferente de como ela é em relação ao Agente Coulson. Também por vermos como ela e o tal Senhor H estão em constante conflito, se me perguntarem direi que o Senhor H foi seu grande achado neste texto, mais até do que a forma com que voce lidou com a Daisy. Grato pela chance que tive de ler esta história. Até breve e aaté a e próxima.
Fico feliz que tenha gostado. Eu consigo imaginar essa história sendo parte do cânone de Agentes da S.H.I.E.L.D. Em verdade eu gosto de escrever minhas fanfics de forma a encaixá-la dentro desse universo, mesmo tomando liberdades de vez em quando. Sobre o Senhor H, eu confesso a você que se3 fosse escrever a história agora, daria um outro rumo ao personagem, o mesmo acontecendo com o personagem que tortura a Daisy no capítulo 5, mas agora já foi. Sobre a relação dela com o Fury, eu quis manter mesmo esse pé atrás dela com ele, justamente para contrastar com a relação que ela tem com o Coulson e a May. Aliás, eu busquei enfatizar mais a relação dela com a May na fanfic, pois na série não é tão enfatizada como eu acho que deveria. Enfim, obrigado pelo comentário.
Novamente um bom trabalho com Daisy remoendo lembranças e se colocando em oposição ao Senhor H, que faz uso forçado das habilidades de Radcliffe, e em seguida vemos que a trama se desenrola mais com Daisy sendo confrontada por Fury e a agente Hill sobre usar novamente os Guerreiros Secretos em ação. Mais um bom passo de desenvolvimento para Daisy
Eu não sei se você sabe, mas nos quadrinhos a Daisy tem com o Niick Fury uma relação muito parecida com a que tem com o Coulson na série. É claro que isso tem a ver com o fato de que são personagens de universos diferentes, já que os quadrinhos principais da Marvel se passam no universo 616, enquanto o universo do MCU, do qual Agentes da S.H.I.E.L.D. fez parte, pelo menos no seu início, é o 19999. Nesse universo eu procurei mostrar uma Daisy bem de pé atrás com o Fury. Obrigado pelo comentário.
Bom este sim é o último comentário que deixarei por cá. Conforme expliquei no epílogo, fui lá primeiro para tanto marcar a história como finalizada (uma vez que eu ja a havia lido embora como "fantasma") quanto para solucionar a questão sobre Doppelgangers que tavlvez voce não vos tivesse entendido bem quando mencionei na outra fanfic. Pulei os comentários de alguns capítulos anteriores, mas no geral a história me agradou bastante . Poderia facilmente ter sido encaixada pelos chefões dos Estúdios Marvel como um spinoff solo da Quake/Daisy para compensar aquele gap de 6 meses entre o capítulo final da terceira temporada e a cena final do mesmo capítulo. Genial mesmo, talvez até tivessem aprovado o pilot e feito uma nova série a partir daí, ao contrário do que ocorreu com o pilot da série de Bobbi Morse e Lance Hunter que acabou sendo engavetado pela Marvel e até hoje não chegamos a ver por todo.
É interessante ver também como Daisy sempre parece-se estar a "confiar desconfiando" do Nick Fury, bem diferente de como ela é em relação ao Agente Coulson. Também por vermos como ela e o tal Senhor H estão em constante conflito, se me perguntarem direi que o Senhor H foi seu grande achado neste texto, mais até do que a forma com que voce lidou com a Daisy. Grato pela chance que tive de ler esta história. Até breve e aaté a e próxima.
Fico feliz que tenha gostado. Eu consigo imaginar essa história sendo parte do cânone de Agentes da S.H.I.E.L.D. Em verdade eu gosto de escrever minhas fanfics de forma a encaixá-la dentro desse universo, mesmo tomando liberdades de vez em quando. Sobre o Senhor H, eu confesso a você que se3 fosse escrever a história agora, daria um outro rumo ao personagem, o mesmo acontecendo com o personagem que tortura a Daisy no capítulo 5, mas agora já foi. Sobre a relação dela com o Fury, eu quis manter mesmo esse pé atrás dela com ele, justamente para contrastar com a relação que ela tem com o Coulson e a May. Aliás, eu busquei enfatizar mais a relação dela com a May na fanfic, pois na série não é tão enfatizada como eu acho que deveria. Enfim, obrigado pelo comentário.
Novamente um bom trabalho com Daisy remoendo lembranças e se colocando em oposição ao Senhor H, que faz uso forçado das habilidades de Radcliffe, e em seguida vemos que a trama se desenrola mais com Daisy sendo confrontada por Fury e a agente Hill sobre usar novamente os Guerreiros Secretos em ação. Mais um bom passo de desenvolvimento para Daisy
Eu não sei se você sabe, mas nos quadrinhos a Daisy tem com o Niick Fury uma relação muito parecida com a que tem com o Coulson na série. É claro que isso tem a ver com o fato de que são personagens de universos diferentes, já que os quadrinhos principais da Marvel se passam no universo 616, enquanto o universo do MCU, do qual Agentes da S.H.I.E.L.D. fez parte, pelo menos no seu início, é o 19999. Nesse universo eu procurei mostrar uma Daisy bem de pé atrás com o Fury. Obrigado pelo comentário.