Quanta tensão na relação entre a Jane e a Avery , tenho a impressão que a Jane está sempre pisando em ovos quando o assunto é a filha ! Talvez nos próximos capítulos as duas possam se aproximar mais e quebrar essa barreira, gostaria de ver mais o lado mãe da Jane .
Por favor não desista da história, vc vem fazendo um ótimo trabalho !
Relação de mãe com filhos adolescentes já é complicado. De repente, nos acusam de todos os erros, inclusive da nossa apatia na luta pela paz mundial ou de como podemos comer carne diante da questão ambiental. Trabalho com adolescente e sei o quanto são resistentes em mostrar admiração pelos adultos. E sempre que estudo o lado psicológico, há um grande destaque para o fato de que a criança idealiza os adultos a sua volta enquanto os adolescentes, por começarem a enxergar que esses adultos cometem erros, tendem a negá-los completamente. Quem nunca esbravejou nessa fase que seria e faria tudo diferente dos seus pais, tios, avós, professores? Faz parte dessa fase da vida.
Bom, a história de Jane e Avery tem outros agravantes sem complexos. E eu piorei tudo com o afastamento de Jane nessa história. Então, não faria o menor sentido um reencontro das duas no qual tudo fossem flores. Mas elas superam. E, por mais que eu ame ver o mundo se enchendo de bebês Jeller, não vai ser fácil achar tempo para a filha mais velha com essa creche instalada ali não. kkkkkkkkkkkkk
Perfeito! É incrível como a Jane tem dificuldade com a Avery e tira de letra coisas muito mais complexas. O medo de abraçar a garota. Mas que bom que conseguiu quebrar isso ao longo do dia. Fora o ciúme da garota TB.
Patterson toda descontrolada pra cuidar da filhinha e Romam é quem sabe lidar com a garotinha. Quem diria!
Agora vamos falar dos meus amores. Eu choro só de pensar. A forma perfeita que os dois encontraram para cuidar de Miguel juntos. Os dois brincando no chão com o menino e depois "brincando" na cozinha. Reade querendo uma casa para os três. Tão cuidadoso pensando em tudo. Amo infinito.
Bom, quero começar te agradecendo por acompanhar essa história, e deixar os comentários que são mais que uma vitamina pra continuar escrevendo. Muito obrigada de coração.
Sobre Jane e Avery, a coisa é delicada. Vejo a garota com uma forte adolescência tardia quando se trata da relação com a mãe biológica. Um lado de Avery se nega a ser adulta porque quer resgatar um pouco daquela maternidade perdida. Além disso, nessa fase de 20 anos a gente sempre se acha adulto, mas os processos mentais ainda estão muito mais ligados à adolescência. Isso só muda em torno dos 25 anos, uma mudança brusca. Nesse momento da história, as duas passaram quase 8 meses separadas. Um tempo em que Jane desaparece da vida de Avery da pior forma, com a garota recebendo falsos recados da mãe dizendo que tinha uma família agora e não a queria como parte daquilo. Esclareceram tudo numa ligação telefônica, mas isso tem limitações enormes. O encontro, aquele primeiro dia cara a cara, é que determinaria se tudo entre elas ficaria bem. Avery não facilita. Partiu para o abraço no Kurt e deu um "oizinho" pra mãe, esperando que o abraço partisse dela. Jane já entendeu aquilo como um "mantenha distância até eu processar melhor como vou lidar com você" e se manteve afastada. Ainda bem que a garota acabou cedendo e falando o que esperava pra quebrar o gelo. O ciúmes da quantidade desenfreada de irmãozinhos também acho natural. Ela quer mais tempo com Jane e quanto mais bebês, menos terá isso.
Quanto a Patterson, acho que ela lidaria muito bem com Sophia se estivesse sozinha. Ela estava segura sobre como proceder. Mas a pressão de todos a volta dela é desestabiliza tudo. Muitas vezes, o instinto nos guia sobre como cuidar dos filhos. mas quando se tem mais gente na casa, especialmente avós, é trash. Essas intromissões podem transformar a maternidade numa experiência opressora. Sophia sentia falta de Roman, com quem estabeleceu um vínculo paternal. A minha ideia é que ele se abre mais com as crianças do que com os adultos e elas reconhecem isso. E também precisava encontrar uma forma de fazer o casal se assumir para o Christofer.
Já Repata... Os dois estão bem. Tasha ainda tinha barreiras, queria levar a coisa mais devagar, mas Reade quer mais e a convenceu a embarcar na dele.
Enfim, capítulos finais com fechamentos vindo de todos os lados até alcançarmos o gran finale.
Também acho lindo quando Avery demonstra ciúmes da Jane porque é uma prova de que o amor existe, né? Assim como ela tem necessidade de mais tempo com a mãe, coisa que ficará muito mais difícil com a chegada dos gêmeos. Se os dois forem como Ben, Kurt e Jane terão muito trabalho. kkkkkkkkk
Quanta tensão na relação entre a Jane e a Avery , tenho a impressão que a Jane está sempre pisando em ovos quando o assunto é a filha ! Talvez nos próximos capítulos as duas possam se aproximar mais e quebrar essa barreira, gostaria de ver mais o lado mãe da Jane .
Por favor não desista da história, vc vem fazendo um ótimo trabalho !
O que mais gostei: Absolutamente tudo !!!!
Relação de mãe com filhos adolescentes já é complicado. De repente, nos acusam de todos os erros, inclusive da nossa apatia na luta pela paz mundial ou de como podemos comer carne diante da questão ambiental. Trabalho com adolescente e sei o quanto são resistentes em mostrar admiração pelos adultos. E sempre que estudo o lado psicológico, há um grande destaque para o fato de que a criança idealiza os adultos a sua volta enquanto os adolescentes, por começarem a enxergar que esses adultos cometem erros, tendem a negá-los completamente. Quem nunca esbravejou nessa fase que seria e faria tudo diferente dos seus pais, tios, avós, professores? Faz parte dessa fase da vida.
Bom, a história de Jane e Avery tem outros agravantes sem complexos. E eu piorei tudo com o afastamento de Jane nessa história. Então, não faria o menor sentido um reencontro das duas no qual tudo fossem flores. Mas elas superam. E, por mais que eu ame ver o mundo se enchendo de bebês Jeller, não vai ser fácil achar tempo para a filha mais velha com essa creche instalada ali não. kkkkkkkkkkkkk
Amei o capítulo. Mas gostaria de ver o entrosamento da Avery com os tios
Fico tão feliz que tenha gostado. Vou pensar em algo pra envolver a Avery com os tios.
Obrigada!
Perfeito! É incrível como a Jane tem dificuldade com a Avery e tira de letra coisas muito mais complexas. O medo de abraçar a garota. Mas que bom que conseguiu quebrar isso ao longo do dia. Fora o ciúme da garota TB.
Patterson toda descontrolada pra cuidar da filhinha e Romam é quem sabe lidar com a garotinha. Quem diria!
Agora vamos falar dos meus amores. Eu choro só de pensar. A forma perfeita que os dois encontraram para cuidar de Miguel juntos. Os dois brincando no chão com o menino e depois "brincando" na cozinha. Reade querendo uma casa para os três. Tão cuidadoso pensando em tudo. Amo infinito.
Lindo capítulo
Olá!
Bom, quero começar te agradecendo por acompanhar essa história, e deixar os comentários que são mais que uma vitamina pra continuar escrevendo. Muito obrigada de coração.
Sobre Jane e Avery, a coisa é delicada. Vejo a garota com uma forte adolescência tardia quando se trata da relação com a mãe biológica. Um lado de Avery se nega a ser adulta porque quer resgatar um pouco daquela maternidade perdida. Além disso, nessa fase de 20 anos a gente sempre se acha adulto, mas os processos mentais ainda estão muito mais ligados à adolescência. Isso só muda em torno dos 25 anos, uma mudança brusca. Nesse momento da história, as duas passaram quase 8 meses separadas. Um tempo em que Jane desaparece da vida de Avery da pior forma, com a garota recebendo falsos recados da mãe dizendo que tinha uma família agora e não a queria como parte daquilo. Esclareceram tudo numa ligação telefônica, mas isso tem limitações enormes. O encontro, aquele primeiro dia cara a cara, é que determinaria se tudo entre elas ficaria bem. Avery não facilita. Partiu para o abraço no Kurt e deu um "oizinho" pra mãe, esperando que o abraço partisse dela. Jane já entendeu aquilo como um "mantenha distância até eu processar melhor como vou lidar com você" e se manteve afastada. Ainda bem que a garota acabou cedendo e falando o que esperava pra quebrar o gelo. O ciúmes da quantidade desenfreada de irmãozinhos também acho natural. Ela quer mais tempo com Jane e quanto mais bebês, menos terá isso.
Quanto a Patterson, acho que ela lidaria muito bem com Sophia se estivesse sozinha. Ela estava segura sobre como proceder. Mas a pressão de todos a volta dela é desestabiliza tudo. Muitas vezes, o instinto nos guia sobre como cuidar dos filhos. mas quando se tem mais gente na casa, especialmente avós, é trash. Essas intromissões podem transformar a maternidade numa experiência opressora. Sophia sentia falta de Roman, com quem estabeleceu um vínculo paternal. A minha ideia é que ele se abre mais com as crianças do que com os adultos e elas reconhecem isso. E também precisava encontrar uma forma de fazer o casal se assumir para o Christofer.
Já Repata... Os dois estão bem. Tasha ainda tinha barreiras, queria levar a coisa mais devagar, mas Reade quer mais e a convenceu a embarcar na dele.
Enfim, capítulos finais com fechamentos vindo de todos os lados até alcançarmos o gran finale.
Que coisa mais fofa a Avery com ciúmes, e esses gêmeos!só quero ver quando nascerem, o trabalhar que eles iram dar.
O que mais gostei: Amei tudo .
Também acho lindo quando Avery demonstra ciúmes da Jane porque é uma prova de que o amor existe, né? Assim como ela tem necessidade de mais tempo com a mãe, coisa que ficará muito mais difícil com a chegada dos gêmeos. Se os dois forem como Ben, Kurt e Jane terão muito trabalho. kkkkkkkkk