Olha, agora com certeza estou me sentindo muito a Ana, se é que ela é quem deveria receber essas cartas. Me desculpe pelo que vou lhe dizer, até porque o texto é seu, a história é sua, mas, acredita que não estou convencida ainda de que Ana deveria receber essas cartas... se é que ela existe mesmo.
Acho que não dá mesmo pra apagar o passado, e jogar as cartas fora não adiantou. Mas, se não dá para apagar o passado, como é que ele (a) pode dizer que jogou fora a história?
Ficarei esperando agora, você me contar o resto da sua história, porque também não quero que ela fique incompleta aqui esquecida; como as cartas nunca entregues. T-T
Olha, agora com certeza estou me sentindo muito a Ana, se é que ela é quem deveria receber essas cartas. Me desculpe pelo que vou lhe dizer, até porque o texto é seu, a história é sua, mas, acredita que não estou convencida ainda de que Ana deveria receber essas cartas... se é que ela existe mesmo.
Acho que não dá mesmo pra apagar o passado, e jogar as cartas fora não adiantou. Mas, se não dá para apagar o passado, como é que ele (a) pode dizer que jogou fora a história?
Ficarei esperando agora, você me contar o resto da sua história, porque também não quero que ela fique incompleta aqui esquecida; como as cartas nunca entregues. T-T
Olá desculpa escrever tanto tempo depois!
Realmente, são essas as questões que ficam, né? Ana existe ou não? Ela realmente está recebendo essas cartas? São para ela?
O que posso dizer é que não dá para apagar o passado... Mas quem sabe podemos ressignificar ele.
Ver seu comentário me fez querer continuar a história!