Tudo precisa ter um fim, até uma história tão incrível como esta; triste, mas uma verdade impossível de ser contornada.
O momento em que Pacífica se recusa a curvar a cabeça para os desmandos do pai foi forte e fez meu coração doer, afinal de contas, ela estava se interpondo a mais de um século de história - corrupta e criminosa - de sua família egoísta.
Você soube trabalhar muito bem os sentimentos da garota que, como uma Cinderela, desejava se libertar de seu ambiente familiar repressor e cruel.
O momento em que Pacífica chega na cabana, a curta cena em que Dipper cuida dos ferimentos da garota e a situação final - quando ela precisa enfrentar seu pai, diante de todos (até da POLÍCIA!) - foi espetacular.
O amor entre Dipper e Pacífica foi construído com tanto carinho e delicadeza por você que eu torci muito por eles, especialmente quando o sr. Northwest trouxe a polícia atrás de sua filha.
Admito que ri bastante quando o pai tirano de Pacífica chamou a Cabana do Mistério de "espelunca" (me lembrei de um episódio de A Grande Família (risos)).
Por fim, você recompensou os leitores com uma cena final belíssima, onde Pacífica revela Dipper que seguirá para a Califórnia com ele, para estudar.
Fico pensando em como seria o futuro desses dois, mas algo assim ficará na imaginação, já que a história acabou, felizmente, graças ao que você trouxe aos leitores, posso concluir que...
Esses dois viverão felizes para sempre.
Parabéns pela ótima história e obrigado por brindar o público com uma obra tão bela, tocante e romântica.
Isso Pacifica! Liberdade! Que bom que deu tudo certo.
Tudo precisa ter um fim, até uma história tão incrível como esta; triste, mas uma verdade impossível de ser contornada.
O momento em que Pacífica se recusa a curvar a cabeça para os desmandos do pai foi forte e fez meu coração doer, afinal de contas, ela estava se interpondo a mais de um século de história - corrupta e criminosa - de sua família egoísta.
Você soube trabalhar muito bem os sentimentos da garota que, como uma Cinderela, desejava se libertar de seu ambiente familiar repressor e cruel.
O momento em que Pacífica chega na cabana, a curta cena em que Dipper cuida dos ferimentos da garota e a situação final - quando ela precisa enfrentar seu pai, diante de todos (até da POLÍCIA!) - foi espetacular.
O amor entre Dipper e Pacífica foi construído com tanto carinho e delicadeza por você que eu torci muito por eles, especialmente quando o sr. Northwest trouxe a polícia atrás de sua filha.
Admito que ri bastante quando o pai tirano de Pacífica chamou a Cabana do Mistério de "espelunca" (me lembrei de um episódio de A Grande Família (risos)).
Por fim, você recompensou os leitores com uma cena final belíssima, onde Pacífica revela Dipper que seguirá para a Califórnia com ele, para estudar.
Fico pensando em como seria o futuro desses dois, mas algo assim ficará na imaginação, já que a história acabou, felizmente, graças ao que você trouxe aos leitores, posso concluir que...
Esses dois viverão felizes para sempre.
Parabéns pela ótima história e obrigado por brindar o público com uma obra tão bela, tocante e romântica.
O que mais gostei: O Final Feliz