Eu gostei muito da discussão que a Amaya abre em si mesmo para tentar entender o que acontece ao seu redor, com um homem ganhando os louros de algo que a mulher tinha o controle, mesmo que sendo algo vil. Outra passagem interessante foi o clima de decisão que todo o capítulo trás, me deixando nervoso do início ao fim, desde a partida deles, o encontro com o contrabandista estranho e a chega ao castelo principalmente, estou gostando muito de ler a história, por favor continue!
O que mais gostei: A discussão sobre o papel da mulher na sociedade e... GUNS!
Fico feliz que esteja gostando tanto assim da história! E fico mais feliz ainda que as reflexões e críticas estejam sendo passadas da forma que imaginei.
A Amaya falou algo que me fez refletir, sobre o treinamento ter curado cicatrizes profundas, mesmo sendo doloroso... me faz pensar que em momentos dolorosos também temos o apoio de pessoas especiais que ajudam mesmo processo de cicatrização sem saber.
E indignada estou com a homenagem no centro da cidade para um homem, mas não é muito diferente da nossa realidade, o que me deixa indignada mais uma vez.
Fico feliz que esse capítulo tenha proporcionado essas reflexões para você! E assim como Amaya e você, também fico indignada com os acontecimentos relatados sobre o passado do treinamento e da cidade, ser semelhante à nossa realidade é que mais dói...
Eu gostei muito da discussão que a Amaya abre em si mesmo para tentar entender o que acontece ao seu redor, com um homem ganhando os louros de algo que a mulher tinha o controle, mesmo que sendo algo vil. Outra passagem interessante foi o clima de decisão que todo o capítulo trás, me deixando nervoso do início ao fim, desde a partida deles, o encontro com o contrabandista estranho e a chega ao castelo principalmente, estou gostando muito de ler a história, por favor continue!
O que mais gostei: A discussão sobre o papel da mulher na sociedade e... GUNS!
Fico feliz que esteja gostando tanto assim da história! E fico mais feliz ainda que as reflexões e críticas estejam sendo passadas da forma que imaginei.
Espero que continue gostando!
A Amaya falou algo que me fez refletir, sobre o treinamento ter curado cicatrizes profundas, mesmo sendo doloroso... me faz pensar que em momentos dolorosos também temos o apoio de pessoas especiais que ajudam mesmo processo de cicatrização sem saber.
E indignada estou com a homenagem no centro da cidade para um homem, mas não é muito diferente da nossa realidade, o que me deixa indignada mais uma vez.
Fico feliz que esse capítulo tenha proporcionado essas reflexões para você! E assim como Amaya e você, também fico indignada com os acontecimentos relatados sobre o passado do treinamento e da cidade, ser semelhante à nossa realidade é que mais dói...
Espero que continue gostando!