Primeiramente, já gostei da capa, caprichou e ficou ótima. Além de pegar a essencia da história, que já conheço um pouco, dá pra identificar que é uma genuína obra sua.
Não tenho muito como falar sobre esse começo, porque seria um tremendo de spoiler e ninguém merece. Eles precisam ler o livro e levar esse choque, como o que eu levei, sozinhos.
O nosso personagem não consegue ter paz. Se for pegar lá, no começo da obra, nem ao nascer e muito menos ao morrer; ou quase. Mas não seria Insólito se não fosse dessa forma.
Quando você citou toda essa situação de morte e o sofrimento de Doto, eu me senti conectada a outro conto seu. A sensação é incrível, porque você vai pescando partes e montando uma linha existencial de tudo; acho que é assim que eu me sinto.
"Eu sou tudo e estou em todos os lugares..." você pode imaginar de quem eu me recordei nesse momento? Sim, acho que você sabe. Ru! Embora, não seja bem a forma como ele aborda ou trata 'suas criaturas'. Ru, para mim, é mais dinâmico e lógico, eu enxergo ele dessa forma, embora tanto Ru quanto o tal Parasita, me deem asco.
Posso aproveitar o meu pequeno momento de 'deslucidez' e dizer que em um frágil segundo de expectativas vazias, eu acreditei cegamente que Deplório se arrependeria de seus pecados e salvaria Doto da morte e da dor que ele mesmo causou? Pois é, desculpe essa minha alucinação sem nexo, mas foi exatamente isso que aconteceu. Acreditei de verdade que seu salvador pudesse mesmo ser Deplório; fiquei triste por frustar minhas expectativas já frustradas, sorry!!
Pareador, Absísmio... palavras tão estranhas e que sei lá. Mas até verme, que é um vocábulo super comum, parece ganhar uma aura diferente nos seus textos, mesmo que ainda tenham o mesmo significado. Gosto desse toque profundo que você é capaz de dar em palavras comuns e seus significados comuns.
Nem é preciso dizer que estou ansiosa pra continuar, embora eu quisesse muito mais um belo livro aqui na minha estante, bem ao ladinho de Ilounastia. *w*
Olá. Fico imensamente feliz em vê-la por aqui novamente.
A capa foi bemmmm de improviso kkkk. Na verdade só peguei uma imagem pronta no Google (negligenciei os direitos autorais huhu). Mas acredito que essa capa provisória que escolhi está mais de acordo com o clima da história até mesmo do que a capa do primeiro volume, feito pela editora Luva. Não tem jeito! Uma história sombria como essa precisa de uma capa forte, que provoque receio.
É bom se acostumar com os choques. Esse livro é recheado deles. Estou tentando, na medida do possível, dar leves pinceladas sobre o livro anterior, pra fazer o leitor encontrar o fio da meada. Muitos aspectos do primeiro volume serão retomados. Os dois livros estão muito, muito entrelaçados.
Fico satisfeito em ver que você está conectando as coisas à Ru. O livro A Lenda do Exílio é como se fosse a coluna vertebral. Ilounastia e os outros projetos, são as costelas a ele conectadas. Verá que vou explorar bastante sobre Ru, Eustase, Biostere, o passado de Deplório, o Parasita. Tudo isso está conectado em uma trama complexa entre os livros.
Você vai se surpreender - positivamente, acredito eu - com as atitudes de Deplório. O que você está sugerindo faz todo sentido.
Quanto à Doto, só posso afirmar que ele ainda vai sofrer muito Rs... Mas haverá uma grande mudança na forma de ser dele. Você verá!
Obrigado por sua leitura e por seu valioso comentário. Eles são minhas injeções de ânimo para continuar escrevendo.
Olá...
Primeiramente, já gostei da capa, caprichou e ficou ótima. Além de pegar a essencia da história, que já conheço um pouco, dá pra identificar que é uma genuína obra sua.
Não tenho muito como falar sobre esse começo, porque seria um tremendo de spoiler e ninguém merece. Eles precisam ler o livro e levar esse choque, como o que eu levei, sozinhos.
O nosso personagem não consegue ter paz. Se for pegar lá, no começo da obra, nem ao nascer e muito menos ao morrer; ou quase. Mas não seria Insólito se não fosse dessa forma.
Quando você citou toda essa situação de morte e o sofrimento de Doto, eu me senti conectada a outro conto seu. A sensação é incrível, porque você vai pescando partes e montando uma linha existencial de tudo; acho que é assim que eu me sinto.
"Eu sou tudo e estou em todos os lugares..." você pode imaginar de quem eu me recordei nesse momento? Sim, acho que você sabe. Ru! Embora, não seja bem a forma como ele aborda ou trata 'suas criaturas'. Ru, para mim, é mais dinâmico e lógico, eu enxergo ele dessa forma, embora tanto Ru quanto o tal Parasita, me deem asco.
Posso aproveitar o meu pequeno momento de 'deslucidez' e dizer que em um frágil segundo de expectativas vazias, eu acreditei cegamente que Deplório se arrependeria de seus pecados e salvaria Doto da morte e da dor que ele mesmo causou? Pois é, desculpe essa minha alucinação sem nexo, mas foi exatamente isso que aconteceu. Acreditei de verdade que seu salvador pudesse mesmo ser Deplório; fiquei triste por frustar minhas expectativas já frustradas, sorry!!
Pareador, Absísmio... palavras tão estranhas e que sei lá. Mas até verme, que é um vocábulo super comum, parece ganhar uma aura diferente nos seus textos, mesmo que ainda tenham o mesmo significado. Gosto desse toque profundo que você é capaz de dar em palavras comuns e seus significados comuns.
Nem é preciso dizer que estou ansiosa pra continuar, embora eu quisesse muito mais um belo livro aqui na minha estante, bem ao ladinho de Ilounastia. *w*
Olá. Fico imensamente feliz em vê-la por aqui novamente.
A capa foi bemmmm de improviso kkkk. Na verdade só peguei uma imagem pronta no Google (negligenciei os direitos autorais huhu). Mas acredito que essa capa provisória que escolhi está mais de acordo com o clima da história até mesmo do que a capa do primeiro volume, feito pela editora Luva. Não tem jeito! Uma história sombria como essa precisa de uma capa forte, que provoque receio.
É bom se acostumar com os choques. Esse livro é recheado deles. Estou tentando, na medida do possível, dar leves pinceladas sobre o livro anterior, pra fazer o leitor encontrar o fio da meada. Muitos aspectos do primeiro volume serão retomados. Os dois livros estão muito, muito entrelaçados.
Fico satisfeito em ver que você está conectando as coisas à Ru. O livro A Lenda do Exílio é como se fosse a coluna vertebral. Ilounastia e os outros projetos, são as costelas a ele conectadas. Verá que vou explorar bastante sobre Ru, Eustase, Biostere, o passado de Deplório, o Parasita. Tudo isso está conectado em uma trama complexa entre os livros.
Você vai se surpreender - positivamente, acredito eu - com as atitudes de Deplório. O que você está sugerindo faz todo sentido.
Quanto à Doto, só posso afirmar que ele ainda vai sofrer muito Rs... Mas haverá uma grande mudança na forma de ser dele. Você verá!
Obrigado por sua leitura e por seu valioso comentário. Eles são minhas injeções de ânimo para continuar escrevendo.