Eu já senti essas sensações e hoje foi bem pesado, assim como essa história inteira é. Ela não culpa ninguém além de si mesma por tudo, apesar da menção ao Guilherme, parece só mais um fundo para se culpar.
Ah sim, fico feliz que tenha chegado a essa conclusão, porque de certa forma é assim que vejo também - ela não está muito afim de culpar os outros pela própria infelicidade. Sabe que é tudo algo da sua própria autoria. O que, de certa forma, é o que torna isso mais triste... Só poder direcionar toda a raiva dessa ciência pra si. Talvez explique o descaso com que trata seu próprio corpo, seu próprio futuro? Talvez. Obrigada e obrigada e muito obrigada sempre por tudo até agora! ♥
Fica cada vez mais claro que ela se culpa demais pela situação que se encontra. Eu sei o que é isso, e a coisa toda fica ainda mais difícil de ser superada quando não se tem fé (não se trata de religião, é só de acreditar em si mesmx). Não acredita que há chance de ser melhor, ou que devemos nos dar essa chance de melhorar. A depressão é tão maldita, que mina e oblitera tudo de bom sobre si da sua mente... isso é muito pesado, esse texto. Com certeza está sendo uma barra para você escrevê-lo. Te desejo todo o amor e carinho que posso oferecer enquanto comento Solar.
Primeiro, sinto muito por ter demorado na resposta! Mas saiba que, como sempre, me fez muito feliz ler ele. E segundo, você tem toda razão. Acho que a cruz do problema dela é esse - ela não tem mais fé em si mesma. E é muito triste quando acaba a fé de verdade, a fé na ideia do futuro, porque como disse, é aí que nada mais faz sentido e só existe uma saída. Tenho muito medo de um dia chegar a esse extremo eu mesma, confesso, e só posso rezar pra quem atravessou ele possa estar em paz agora. Acho que se estou deixando claro com esse texto que a depressão é um buraco medonho e tortuoso, então meu trabalho está feito. Fiquei também muito agradecida pela sua preocupação! Não se preocupe, é difícil escrever, mas também é tão recompensador ver toda essa resposta positiva ao texto. Muito obrigada de verdade. ♥
Eu sempre fico na dúvida se todo mundo passa por isso um dia e finge que não, ou se é coisa de gente como a gente.
Todo mundo parece tão feliz ou triste nos momentos certos, e ali estava você, sentido vários nadas... com o mesmo "ah ok" se a pessoa morreu ou ganhou na mega sena, e parece que é você que está toda errada. e você começa a se sentir mal por não sentir nada. Mas as vezes, eu acho que as pessoas só fingem que sentem porque é meio convenção social.
Tu percebeu que eu to te fazendo de minha psicóloga, né? hauahauhau foi mal. Mas é que eu realmente me identifico muito com o seu texto e me deixa confortável para devanear.
Nossa, sim! Acho que esse sentimento é muito real, todo mundo deve sentir pelo menos uma vez na vida, e acabei sem querer tocando no verdadeiro proibidão do nyah hauahauahau. Mas sim, às vezes é tão difícil dar uma f*da pra o que quer que esteja na sua frente, né.... Eu mesma já passei por essas, de estar em um velório e saber que preciso estar triste, a pessoa era uma conhecida, mas na verdade não estar sentindo nada por ela (e estar mais com pesar pelos filhos ou viúvos e tal do que pelo morto). É complicado isso. E QUE NAAADA, to adorando ler sobre seus devaneios porque daí me sinto um pouco menos estranha no mundo, tenho certeza a essa altura que somos doppelgangers, cara hauahauaha. Obrigada mesmo, menina!! ♥
Antes eu me sentia assim quando exigiam de mim sentimentos tristes de parentes longínquos que morriam... Eu nem conhecia a pessoa, mas parecia errado não ficar minimamente triste. Se bem que no caso dela eles ao menos se conheciam :c
Acho que, no fundo, todos temos um pouco disso. Podemos fingir tristeza por uma questão de respeito, mas duvido que estamos sentindo ela de verdade; mas, como disse, no caso dela o buraco é um pouco mais embaixo porque eles se conheciam. E, mesmo assim, ela não sente nada... Acho que a protagonista sabe que isso é errado em um nível muito pessoal e por isso sofre. Mas né, esta é a vida. Obrigada mesmo por mais um comentário maravilhoso! ♥
A protagonista se culpa por não estar presente em uma foto, por não estar presente em onze anos de desamizade, e é algo tão real que eu sinto a dor dela, eu consigo me identificar com isso. Quantas amizades eu perdi ou me afastei, e agora, pelas mídias sociais, reencontro como fantasmas do passado que assombram meus pensamentos mais sombrios, tendo eu mesma, me tornado um fantasma de suas vidas? Este é mais um soco na cara que eu agradeço por ter me dado, dear, e é belíssimo.
Pois é, acho que esse sentimento de ser uma falha nesse sentido é bem universal. Acabamos nos tornando fantasmas de alguém tanto quanto alguém se torna nosso fantasma, e é assim que o mundo gira desde sempre e mesmo assim ainda não conseguimos aceitar essas coisas de vez em quando. É uma situação muito complicada. (E não ajuda que a depressão torna tudo 200x pior do que deveria ser, né hahaha.) Ai, Lacie, você nem sabe o quanto está me alegrando com sua presença aqui, ela significa tanto... Obrigada mesmo por todos esses elogios que nem mereço. ♥
OIE ANGE, IM BACK ASHKDJHSAJK voltando aos pouquinhos, mas vamo lá
Esse é o capitulo que me deixou mais confusa? Como assim no 24 dia? Nós estamos no oitavo?? O que tá acontecendo??? Eu to muito confusa. Essa narradora tá narrando do futuro, então??? Não era isso que eu tinha entendido desde o começo sahkdjhsakj SOCORRO
Mas a confusão é boa, pode ter certeza.
Pera, onze anos??? Mano eu to vendo que vou ter que fazer que nem Rosa Corrompida e reler essa fanfic inteira no final do desafio, com um caderninho do lado pra fazer anotações e brainstorm. Acho que eu vou fazer isso no último capitulo da fanfic, e dai vc me corrige o que eu ainda NÃO CONSEGUI ENTENDER - por pura lerdeza minha, tenho certeza.
O sentimento de falha é real e oficial e.e. A fobia social até pula aqui ao ler a frase "por não ter sido cogitada a estar na foto com eles", não sei se isso foi o que fez ela estar viva agora, ou se foi só a exclusão social.... mas assim.... mood
OIE MENINA HJDSHYSDIJSWUAIODSH. Não se preocupa com atraso porque né quem sou eu pra falar... Já me preparei pra fazer reviews do tamanho do planeta nas fics que eu acompanho pra compensar minha ausência, que fiasco. MAS ENTÃO - É EXATAMENTE ISSO. Ela narra do futuro... Do túmulo? De outro tipo de futuro? De um momento antes da morte? Quem sabe. Mas sim, os dias são quantos ela tem antes de morrer, logo, são ainda 24 no oitavo dia de desafio. E NOSSA, SIM. Acho que essa história toca em vários pontos que eu queria ter trabalhado mais, e essa leve fobia social é uma delas - ela se sentiu inadequada sim por ter sido abandonada pelos amigos, tanto quanto ignorou o fato que ela abandonou eles primeiro. Mas somos humanos né, somos egoístas, não dá pra julgar muito hahaha. E NOSSA QUANTOS ELOGIOS EU NEM MEREÇO TUDO ISSO. MUITO OBRIGADA MESMO AIN ;-;
Eu já senti essas sensações e hoje foi bem pesado, assim como essa história inteira é. Ela não culpa ninguém além de si mesma por tudo, apesar da menção ao Guilherme, parece só mais um fundo para se culpar.
Ah sim, fico feliz que tenha chegado a essa conclusão, porque de certa forma é assim que vejo também - ela não está muito afim de culpar os outros pela própria infelicidade. Sabe que é tudo algo da sua própria autoria. O que, de certa forma, é o que torna isso mais triste... Só poder direcionar toda a raiva dessa ciência pra si. Talvez explique o descaso com que trata seu próprio corpo, seu próprio futuro? Talvez. Obrigada e obrigada e muito obrigada sempre por tudo até agora! ♥
A bad bateu com força, hein :(
E não é essa a frase das nossas vidas também hahaha. Obrigadíssima por todo o seu apoio! ♥
Fica cada vez mais claro que ela se culpa demais pela situação que se encontra. Eu sei o que é isso, e a coisa toda fica ainda mais difícil de ser superada quando não se tem fé (não se trata de religião, é só de acreditar em si mesmx). Não acredita que há chance de ser melhor, ou que devemos nos dar essa chance de melhorar. A depressão é tão maldita, que mina e oblitera tudo de bom sobre si da sua mente... isso é muito pesado, esse texto. Com certeza está sendo uma barra para você escrevê-lo. Te desejo todo o amor e carinho que posso oferecer enquanto comento Solar.
Primeiro, sinto muito por ter demorado na resposta! Mas saiba que, como sempre, me fez muito feliz ler ele. E segundo, você tem toda razão. Acho que a cruz do problema dela é esse - ela não tem mais fé em si mesma. E é muito triste quando acaba a fé de verdade, a fé na ideia do futuro, porque como disse, é aí que nada mais faz sentido e só existe uma saída. Tenho muito medo de um dia chegar a esse extremo eu mesma, confesso, e só posso rezar pra quem atravessou ele possa estar em paz agora. Acho que se estou deixando claro com esse texto que a depressão é um buraco medonho e tortuoso, então meu trabalho está feito. Fiquei também muito agradecida pela sua preocupação! Não se preocupe, é difícil escrever, mas também é tão recompensador ver toda essa resposta positiva ao texto. Muito obrigada de verdade. ♥
Eu sempre fico na dúvida se todo mundo passa por isso um dia e finge que não, ou se é coisa de gente como a gente.
Todo mundo parece tão feliz ou triste nos momentos certos, e ali estava você, sentido vários nadas... com o mesmo "ah ok" se a pessoa morreu ou ganhou na mega sena, e parece que é você que está toda errada. e você começa a se sentir mal por não sentir nada. Mas as vezes, eu acho que as pessoas só fingem que sentem porque é meio convenção social.
Tu percebeu que eu to te fazendo de minha psicóloga, né? hauahauhau foi mal. Mas é que eu realmente me identifico muito com o seu texto e me deixa confortável para devanear.
Beijokinhas e até!
Nossa, sim! Acho que esse sentimento é muito real, todo mundo deve sentir pelo menos uma vez na vida, e acabei sem querer tocando no verdadeiro proibidão do nyah hauahauahau. Mas sim, às vezes é tão difícil dar uma f*da pra o que quer que esteja na sua frente, né.... Eu mesma já passei por essas, de estar em um velório e saber que preciso estar triste, a pessoa era uma conhecida, mas na verdade não estar sentindo nada por ela (e estar mais com pesar pelos filhos ou viúvos e tal do que pelo morto). É complicado isso. E QUE NAAADA, to adorando ler sobre seus devaneios porque daí me sinto um pouco menos estranha no mundo, tenho certeza a essa altura que somos doppelgangers, cara hauahauaha. Obrigada mesmo, menina!! ♥
Antes eu me sentia assim quando exigiam de mim sentimentos tristes de parentes longínquos que morriam... Eu nem conhecia a pessoa, mas parecia errado não ficar minimamente triste. Se bem que no caso dela eles ao menos se conheciam :c
Acho que, no fundo, todos temos um pouco disso. Podemos fingir tristeza por uma questão de respeito, mas duvido que estamos sentindo ela de verdade; mas, como disse, no caso dela o buraco é um pouco mais embaixo porque eles se conheciam. E, mesmo assim, ela não sente nada... Acho que a protagonista sabe que isso é errado em um nível muito pessoal e por isso sofre. Mas né, esta é a vida. Obrigada mesmo por mais um comentário maravilhoso! ♥
A protagonista se culpa por não estar presente em uma foto, por não estar presente em onze anos de desamizade, e é algo tão real que eu sinto a dor dela, eu consigo me identificar com isso. Quantas amizades eu perdi ou me afastei, e agora, pelas mídias sociais, reencontro como fantasmas do passado que assombram meus pensamentos mais sombrios, tendo eu mesma, me tornado um fantasma de suas vidas? Este é mais um soco na cara que eu agradeço por ter me dado, dear, e é belíssimo.
Pois é, acho que esse sentimento de ser uma falha nesse sentido é bem universal. Acabamos nos tornando fantasmas de alguém tanto quanto alguém se torna nosso fantasma, e é assim que o mundo gira desde sempre e mesmo assim ainda não conseguimos aceitar essas coisas de vez em quando. É uma situação muito complicada. (E não ajuda que a depressão torna tudo 200x pior do que deveria ser, né hahaha.) Ai, Lacie, você nem sabe o quanto está me alegrando com sua presença aqui, ela significa tanto... Obrigada mesmo por todos esses elogios que nem mereço. ♥
OIE ANGE, IM BACK ASHKDJHSAJK voltando aos pouquinhos, mas vamo lá
Esse é o capitulo que me deixou mais confusa? Como assim no 24 dia? Nós estamos no oitavo?? O que tá acontecendo??? Eu to muito confusa. Essa narradora tá narrando do futuro, então??? Não era isso que eu tinha entendido desde o começo sahkdjhsakj SOCORRO
Mas a confusão é boa, pode ter certeza.
Pera, onze anos??? Mano eu to vendo que vou ter que fazer que nem Rosa Corrompida e reler essa fanfic inteira no final do desafio, com um caderninho do lado pra fazer anotações e brainstorm. Acho que eu vou fazer isso no último capitulo da fanfic, e dai vc me corrige o que eu ainda NÃO CONSEGUI ENTENDER - por pura lerdeza minha, tenho certeza.
O sentimento de falha é real e oficial e.e. A fobia social até pula aqui ao ler a frase "por não ter sido cogitada a estar na foto com eles", não sei se isso foi o que fez ela estar viva agora, ou se foi só a exclusão social.... mas assim.... mood
OIE MENINA HJDSHYSDIJSWUAIODSH. Não se preocupa com atraso porque né quem sou eu pra falar... Já me preparei pra fazer reviews do tamanho do planeta nas fics que eu acompanho pra compensar minha ausência, que fiasco. MAS ENTÃO - É EXATAMENTE ISSO. Ela narra do futuro... Do túmulo? De outro tipo de futuro? De um momento antes da morte? Quem sabe. Mas sim, os dias são quantos ela tem antes de morrer, logo, são ainda 24 no oitavo dia de desafio. E NOSSA, SIM. Acho que essa história toca em vários pontos que eu queria ter trabalhado mais, e essa leve fobia social é uma delas - ela se sentiu inadequada sim por ter sido abandonada pelos amigos, tanto quanto ignorou o fato que ela abandonou eles primeiro. Mas somos humanos né, somos egoístas, não dá pra julgar muito hahaha. E NOSSA QUANTOS ELOGIOS EU NEM MEREÇO TUDO ISSO. MUITO OBRIGADA MESMO AIN ;-;