Tu sabe o que eu acho da palavra "truta", por isso, nem vou repetir ahahahaha
Esse capítulo foi mais suave que o de ontem. Deu até um quentinho no peito, porque por mais que o Carlos esteja fodido, a pessoa que ele mais ama ainda está lá por ele. É por isso que eu amo mães (mães, não a pessoa que pariu), porque elas vão até o inferno pela gente.
Tu tem sérios problemas com gírias dos anos noventa, mesmo gostando de mocotó, hahahahah.
Mas é assim mesmo, a gente precisa esquentar, pra bater só depois, se não, nem sente, hahahaha.
O sofrimento que uma mãe tem nessa situação, eu não sei nem como mensurar, mas muitas vezes, é justamente o que move o filho a mudar, ou só o que move ele mesmo, pra qualquer lugar.
O carinho que o Carlos tem pela vó dele faz ele ser muito do que é, afinal, é o que ele disse, foi ela quem criou ele. Dona Márcia é basicamente a definição de amor para o Poeta.
Não vou te dizer pra esperar por coisas taaaao boas assim, mas vai ter muitos mais momentos assim emocionantes, pra esquentar nossos corações, pra nós dar aquela esperança no mundo.
O final pode até não ser feliz, mas nem por isso, a jornada toda é obscura *-*
Ele disse uma coisa certa: parir é fácil. É tão bom esses momentos leves antes da merda toda acontecer, e eu fico imaginando o quão ruim é ficar enclausurado sem poder ver a luz do dia ou o brilho do sol
É aquilo, fazer o filho, todo mundo quer, agora na hora de criar, a história é outra. Vamos aprender um pouco mais sobre o passado do Carlos também, quem sabe a gente desculpa alguma coisa sobre os pais dele? Vai depender das palavras mesmo, haha.
Eu só imagino o desespero que deve ser mesmo, você ali, o relógio parecendo que passa em câmera lenta, você contando os dias para sair, com medo de alguma coisa dar errado, com medo de ter estragado tudo... Ah, muito bem, já estou chorando de novo!
Ainda tem mais um tempinho de coisas iluminadas, antes de tudo ir por água a baixo, aproveite a jornada!
2 de outubro de 1992, e eu não vi nenhum jornal falar isso, nenhuma notícia no rádio, nenhum post de Facebook. A gente tem vergonha e esconde a nossa história, em vez de mostrar e aprender. É uma situação complicada, para a nossa sociedade.
A felicidade do Carlos é essa também, ainda ter o amor de Dona Márcia e saber que ela não está sozinha na rua, que vão fazer por ela, o que ele devia estar fazendo. Essa visita trouxe um pouquinho da paz que o Poeta precisava ♥
Realmente, já começou emocionante como eu pensei mesmo que seria.
Não consigo nem imaginar o coração de uma mãe, de uma vó, de uma vó que é mãe literalmente duas vezes, ao ver o filho numa situação dessas. Especialmente pensando que se fosse outro, branco e endinheirado, muito provavelmente a situação seria diferente. Triste em tantos níveis!
Meu coração ficou apertadinho. Conheço alguém que está preso (pagando por erros do passado) e a visita de alguém amado é exatamente luz para ele.
E ao ler a nota no final, chega fiquei arrepiada.
É um prazer (embora doloroso) acompanhar essa história.
Não tem nem como não ser emocionante, né? Esse assunto é muito delicado, mais ainda pra quem conhece como é a situação, ou pelo menos ouviu falar, ou no minimo, tem empatia.
A relação de uma mãe com o filho é algo fora do normal e às vezes, a recíproca é verdadeira, e isso é muito bonito. A relação de Dona Márcia com o Carlos é dessas, um amor gigantesco e mútuo, um é tudo para o outro e ela realmente está sofrendo com a situação dele, mas ao mesmo tempo, tenta passar a sensação de e que vai ficar tudo bem, de que lá fora tudo está bem. Apesar de tudo, precisa tentar manter a esperança.
Essas histórias de pessoas conhecidas são realmente doídas. Eu conheço uma que é o contrário, o que a falta da família fez com o cara lá dentro e pra onde levou ele do lado de fora depois. Entristece demais meu coração, quando lembro dessa pessoa.
Também é um prazer, muito doído, estar escrevendo essa história, obrigada por acompanhar ♥
Ai que capítulo mais bonitin, adorei a forma como ele pensa e se preocupa com a vózinha dele ♥ tem que tratar como rainha mesmo. O último parágrafo então, coisa mais linda, pode emoldurar viu haha
Dona Márcia é tudo que o Carlos tem nessa vida, com certeza, a pessoa que mais importa pra ele. Uma coisa que a gente vê mesmo entre os caras que fazem coisas erradas, quando eles são pessoas boas, eles sempre respeitam a mãe, muito. A ideia do "rainha" veio de todas as tatuagens que vejo pela quebrada, além das músicas dos Racionais, que o Mano Brown sempre chama a mãe dele assim ♥
Ela trouxe pra ele um pouquinho de felicidade, mesmo no meio do tumulto e do caos que ele está. Muito amor envolvido.
Você escreve de uma forma que torna tudo tão real e o fato de ser "aniversário" do massacre torna tudo tão mais tenso, juro que me deu um arrepio aqui.
O amor de Carlos por dona Maria só tornou tudo mais triste
Se continuar assim até o final do mês vc me mata ainda kk
Aaaaah! Obrigaaaada! Serem só 200 palavras deve ajudar, que aí não cansa tão rápido, ahahah. Tenho me esforçado bastante pra tentar manter a escrita fiel com o que o Carlos escreveria, sem formalidade demais, mas também sem tantos erros, não é à toa que ele é chamado de Poeta, afinal.
Infelizmente, essa data é simplesmente esquecida. Não se fala sobre, porque aqui, as pessoas preferem esconder os erros a aprender com eles. Eu passei o dia todo observando e só vi um único post entre todas as páginas, pessoas e grupos que sigo. Escrever sobre isso é pra não deixar esquecer mesmo.
O amor dos dois é muito grande e a vó é a única família que ele tem, então é ainda mais especial.
Não morra não, o mundo precisa de você! E tu precisa continuar a ler aqui, haha!
Nossa, eu não sabia dessa data do Carandiru, me sinto até mal de admitir que não sei muito sobre o ocorrido, falta de pesquisa minha mesmo, e olha que sou professora, preciso me informar mais né?
Esse capítulo já me deixou sentida, minhas avós são as coisinhas mais preciosas pra mim, tanto que sempre planejo passar uns tempos lá na minha cidade natal, porque elas são de lá e eu as vejo muito pouco, ver a relação do poeta com sua vózinha me deixa tão soft :(
Espero que ela seja bem cuidada e que fique bem na história ♥
Realmente não é algo muito divulgado. Acho que sentimos muito mais vergonha do que vontade de aprender com os nossos erros, então a nossa história fica escondida, em vez de ser divulgada =\ esse ano mesmo, só vi um único post no Facebook inteiro, não vi nada na tv, nada nos jornais.
Vovós são uma preciosidade do mundo, mãe duas vezes e mais ainda se é como a Dona Martha, que cria como se fosse filho. Eu só tenho uma vozinha viva hoje em dia, sinto muita falta dela, mas ela também mora longe, então fica difícil de visitar.
Vamos torcer que ela fique bem! As pessoas estão olhando por ela lá fora, mas ainda tem muita coisa por vir.
Ah, os capítulos são tão curtinhos, que tenho um pouco de dificuldade em pensar no que dizer. Gostei do estilo de narrativa. É verossímil. Faz sentir que é realmente um preso pobre que está falando.
Que fofo! Da pesada, do crime e ainda assim venerando a avó e se sentindo mais leve e feliz depois da visita dela. Adorei!
Só to um pouquinho bolada por saber que o final vai ser triste (pelo menos de acordo com a sinopse) porque eu fico bem triste meixmo com finais tristes.
Nada como uma vovozinha pra amolecer o coração até dos caras mais durões ♥ As visitas dela são mesmo o que dão força de vontade pra ele querer sair dali e voltar pra casa.
Infelizmente, não tem como fugir do final triste, mas a jornada vai ser bem interessante e pelo menos, já estou preparando vocês psicologicamente pra isso, haha.
Me derreti todinha ♥ imaginei Dona Márcia brigando com ele, mas de olho cheio d'água hahaha amo muito! Dor de mãe pode ser doída, mas dor de vó-mãe é dupla. Fico imaginando ele como o cara marrento, mas que se pudesse ia pra casa tomar café e comer bolo de vó hahaha. Amo!
Bota de volta no freezer, porque tu é má! Hahagaha.
Dona Márcia todinha, bravíssima com ele, por ter se metido com essas coisas, mas sentindo impossível simplesmente não abraçar ele e aceitar o neto como for, com todo amor.
Ah, tudo que ele queria era ir pra casa e curtir a vozinha, sem precisar se preocupar com tanta coisa! Muito amor envolvido sim!
Bom dia de novo, xuxu!
Tu sabe o que eu acho da palavra "truta", por isso, nem vou repetir ahahahaha
Esse capítulo foi mais suave que o de ontem. Deu até um quentinho no peito, porque por mais que o Carlos esteja fodido, a pessoa que ele mais ama ainda está lá por ele. É por isso que eu amo mães (mães, não a pessoa que pariu), porque elas vão até o inferno pela gente.
Dona Márcia é uma pessoa maravilhosa.
Beijos ♥
Tu tem sérios problemas com gírias dos anos noventa, mesmo gostando de mocotó, hahahahah.
Mas é assim mesmo, a gente precisa esquentar, pra bater só depois, se não, nem sente, hahahaha.
O sofrimento que uma mãe tem nessa situação, eu não sei nem como mensurar, mas muitas vezes, é justamente o que move o filho a mudar, ou só o que move ele mesmo, pra qualquer lugar.
As mães merecem o mundo mesmo ♥
O carinho que ele tem pela vó é muito bonitinho... triste que provavelmente não posso esperar pelo mesmo sentimento para o rumo dessa história.
O que mais gostei: O último parágrafo..
O carinho que o Carlos tem pela vó dele faz ele ser muito do que é, afinal, é o que ele disse, foi ela quem criou ele. Dona Márcia é basicamente a definição de amor para o Poeta.
Não vou te dizer pra esperar por coisas taaaao boas assim, mas vai ter muitos mais momentos assim emocionantes, pra esquentar nossos corações, pra nós dar aquela esperança no mundo.
O final pode até não ser feliz, mas nem por isso, a jornada toda é obscura *-*
Oi, turu poum?
Que fofo ele falando da avó, o coração apertou. N tava preparada p tomar essa na cara as 8h da manhã
E a tendência é continuar saído cedo assim, haha. Tô tentando escrever assim que acordo, pra não correr o risco de esquecer!
Mas esse tapa foi de amor, vai? Um carinho desses logo cedo, dá aquela pintadinha de esperança para o resto do dia, né?
Espero que tenha tido um dia tão iluminado quanto o sorriso da Dona Márcia!
Ele disse uma coisa certa: parir é fácil. É tão bom esses momentos leves antes da merda toda acontecer, e eu fico imaginando o quão ruim é ficar enclausurado sem poder ver a luz do dia ou o brilho do sol
É aquilo, fazer o filho, todo mundo quer, agora na hora de criar, a história é outra. Vamos aprender um pouco mais sobre o passado do Carlos também, quem sabe a gente desculpa alguma coisa sobre os pais dele? Vai depender das palavras mesmo, haha.
Eu só imagino o desespero que deve ser mesmo, você ali, o relógio parecendo que passa em câmera lenta, você contando os dias para sair, com medo de alguma coisa dar errado, com medo de ter estragado tudo... Ah, muito bem, já estou chorando de novo!
Ainda tem mais um tempinho de coisas iluminadas, antes de tudo ir por água a baixo, aproveite a jornada!
Olá, Snow.
Primeiramente: que data triste de ser lembrada, principalmente por todos os envolvidos.
Segundamente: que bom que a vó dele foi visitá-lo e que ela não está desamparada lá fora.
Sobre o Poeta, imagino como vê-la deve ser um acalento para ele.
Beijinhos e até amanhã
2 de outubro de 1992, e eu não vi nenhum jornal falar isso, nenhuma notícia no rádio, nenhum post de Facebook. A gente tem vergonha e esconde a nossa história, em vez de mostrar e aprender. É uma situação complicada, para a nossa sociedade.
A felicidade do Carlos é essa também, ainda ter o amor de Dona Márcia e saber que ela não está sozinha na rua, que vão fazer por ela, o que ele devia estar fazendo. Essa visita trouxe um pouquinho da paz que o Poeta precisava ♥
Até amanhã, xuxu!
Oi, tudo bem?
Realmente, já começou emocionante como eu pensei mesmo que seria.
Não consigo nem imaginar o coração de uma mãe, de uma vó, de uma vó que é mãe literalmente duas vezes, ao ver o filho numa situação dessas. Especialmente pensando que se fosse outro, branco e endinheirado, muito provavelmente a situação seria diferente. Triste em tantos níveis!
Meu coração ficou apertadinho. Conheço alguém que está preso (pagando por erros do passado) e a visita de alguém amado é exatamente luz para ele.
E ao ler a nota no final, chega fiquei arrepiada.
É um prazer (embora doloroso) acompanhar essa história.
Beijos, até o próximo!
Não tem nem como não ser emocionante, né? Esse assunto é muito delicado, mais ainda pra quem conhece como é a situação, ou pelo menos ouviu falar, ou no minimo, tem empatia.
A relação de uma mãe com o filho é algo fora do normal e às vezes, a recíproca é verdadeira, e isso é muito bonito. A relação de Dona Márcia com o Carlos é dessas, um amor gigantesco e mútuo, um é tudo para o outro e ela realmente está sofrendo com a situação dele, mas ao mesmo tempo, tenta passar a sensação de e que vai ficar tudo bem, de que lá fora tudo está bem. Apesar de tudo, precisa tentar manter a esperança.
Essas histórias de pessoas conhecidas são realmente doídas. Eu conheço uma que é o contrário, o que a falta da família fez com o cara lá dentro e pra onde levou ele do lado de fora depois. Entristece demais meu coração, quando lembro dessa pessoa.
Também é um prazer, muito doído, estar escrevendo essa história, obrigada por acompanhar ♥
Ai que capítulo mais bonitin, adorei a forma como ele pensa e se preocupa com a vózinha dele ♥ tem que tratar como rainha mesmo. O último parágrafo então, coisa mais linda, pode emoldurar viu haha
Dona Márcia é tudo que o Carlos tem nessa vida, com certeza, a pessoa que mais importa pra ele. Uma coisa que a gente vê mesmo entre os caras que fazem coisas erradas, quando eles são pessoas boas, eles sempre respeitam a mãe, muito. A ideia do "rainha" veio de todas as tatuagens que vejo pela quebrada, além das músicas dos Racionais, que o Mano Brown sempre chama a mãe dele assim ♥
Ela trouxe pra ele um pouquinho de felicidade, mesmo no meio do tumulto e do caos que ele está. Muito amor envolvido.
Mano manoo MANOO eu amo a sua escrita ♡
E olha que só foram 200 palavras kkkk
Você escreve de uma forma que torna tudo tão real e o fato de ser "aniversário" do massacre torna tudo tão mais tenso, juro que me deu um arrepio aqui.
O amor de Carlos por dona Maria só tornou tudo mais triste
Se continuar assim até o final do mês vc me mata ainda kk
Até amanhã ♡♡
Aaaaah! Obrigaaaada! Serem só 200 palavras deve ajudar, que aí não cansa tão rápido, ahahah. Tenho me esforçado bastante pra tentar manter a escrita fiel com o que o Carlos escreveria, sem formalidade demais, mas também sem tantos erros, não é à toa que ele é chamado de Poeta, afinal.
Infelizmente, essa data é simplesmente esquecida. Não se fala sobre, porque aqui, as pessoas preferem esconder os erros a aprender com eles. Eu passei o dia todo observando e só vi um único post entre todas as páginas, pessoas e grupos que sigo. Escrever sobre isso é pra não deixar esquecer mesmo.
O amor dos dois é muito grande e a vó é a única família que ele tem, então é ainda mais especial.
Não morra não, o mundo precisa de você! E tu precisa continuar a ler aqui, haha!
Nossa, eu não sabia dessa data do Carandiru, me sinto até mal de admitir que não sei muito sobre o ocorrido, falta de pesquisa minha mesmo, e olha que sou professora, preciso me informar mais né?
Esse capítulo já me deixou sentida, minhas avós são as coisinhas mais preciosas pra mim, tanto que sempre planejo passar uns tempos lá na minha cidade natal, porque elas são de lá e eu as vejo muito pouco, ver a relação do poeta com sua vózinha me deixa tão soft :(
Espero que ela seja bem cuidada e que fique bem na história ♥
Até amanhã!
Realmente não é algo muito divulgado. Acho que sentimos muito mais vergonha do que vontade de aprender com os nossos erros, então a nossa história fica escondida, em vez de ser divulgada =\ esse ano mesmo, só vi um único post no Facebook inteiro, não vi nada na tv, nada nos jornais.
Vovós são uma preciosidade do mundo, mãe duas vezes e mais ainda se é como a Dona Martha, que cria como se fosse filho. Eu só tenho uma vozinha viva hoje em dia, sinto muita falta dela, mas ela também mora longe, então fica difícil de visitar.
Vamos torcer que ela fique bem! As pessoas estão olhando por ela lá fora, mas ainda tem muita coisa por vir.
Até o próximo, xuxu!
Ah, os capítulos são tão curtinhos, que tenho um pouco de dificuldade em pensar no que dizer. Gostei do estilo de narrativa. É verossímil. Faz sentir que é realmente um preso pobre que está falando.
O que mais gostei: Gás lacrimogênio! Morta!
Sim! 100 palavras é tão pouquinho! Mas acho que está sendo a medida perfeita pra situação que ele está =)
É bem complicado conseguir achar o tom certo pra deixar realista e não partir pra forçação de barra. Obrigada pelo reconhecimento ♥
Que fofo! Da pesada, do crime e ainda assim venerando a avó e se sentindo mais leve e feliz depois da visita dela. Adorei!
Só to um pouquinho bolada por saber que o final vai ser triste (pelo menos de acordo com a sinopse) porque eu fico bem triste meixmo com finais tristes.
Abraços e até a próxima :)
Nada como uma vovozinha pra amolecer o coração até dos caras mais durões ♥ As visitas dela são mesmo o que dão força de vontade pra ele querer sair dali e voltar pra casa.
Infelizmente, não tem como fugir do final triste, mas a jornada vai ser bem interessante e pelo menos, já estou preparando vocês psicologicamente pra isso, haha.
Beijinhos e até o próximo!
Me derreti todinha ♥ imaginei Dona Márcia brigando com ele, mas de olho cheio d'água hahaha amo muito! Dor de mãe pode ser doída, mas dor de vó-mãe é dupla. Fico imaginando ele como o cara marrento, mas que se pudesse ia pra casa tomar café e comer bolo de vó hahaha. Amo!
Bota de volta no freezer, porque tu é má! Hahagaha.
Dona Márcia todinha, bravíssima com ele, por ter se metido com essas coisas, mas sentindo impossível simplesmente não abraçar ele e aceitar o neto como for, com todo amor.
Ah, tudo que ele queria era ir pra casa e curtir a vozinha, sem precisar se preocupar com tanta coisa! Muito amor envolvido sim!
Pelo menos uma luzinha na vida dele, né, antes de rolar o massacre :(
Dona Márcia é o sol inteiro, na vida desse menino.
Ainda tem muita coisa boa por vir, apesar das ruins que também virão.