Comentários em “Verzweiflung”: “Capítulo 2: O Comerciante”

fosforosmalone

Otimo capitulo! Vc esta sabendo conduzir muito bem a historia. Ver o dia a dia desta familia ao mesmo tempo em q o poder hitlerista se desenha é mesmo bem interessante. Meus parabêns!

PS: Hans esta mesmo frito. E tomara, ele esta merecendo uma sova. Hehehehe

Gostei bastante. Esperando pelo proximo.

slytherina
slytherina Autor
Eu realmente não sei nada sobre judeus. Tenho assistido a documentários e acessei um site sionista, mas transformar isso em uma realidade judáica é difícil. Tive um bom amigo que era judeu, mas a única vez q ele mencionou sua religião, foi quando sua sogra morreu. Ele me descreveu todo o ritual de velório e enterro, q é diferente do nosso. Acho q a idéia q eu faço das famílias judias, européias, do início do século, é a mesma do filme "Yentl". Enfim, não sei nada.
Hans foi delineado como os antigos meninos intrépidos, traquinas e aventureiros, tipo Tom Sawyer e Huckleberry Finn. Logo é normal e desejável ser um pouco selvagem e independente. Na minha fic as crianças sofrem castigos físicos amiúde, e isso é socialmente aceitável; bem diferente de hoje em dia. Obrigada pela delicadeza em prestigiar minha fic. Um abraço. :-)
AHB
AHB

Muito bom.

É uma sociedadezinha bem doente essa, com uma boa dose de crueldade inscrita no cotidiano dos "cidadãos de bem". Eu não tenho muita certeza quanto a reflexão da mãe de Hans, desde a idade média os judeus eram realmente odiados pela população (isso claro, fazia parte do projeto de homogeinização religiosa) e, no caso da Alemanha nazista, eram considerados culpados pela crise econômica. Mas achei que o cenário foi todo muito bem construído.

mas sua escrita está exelente, impecável e narrando pessoas que cultuam a violência de uma forma incrivelmente serena e sutil, para contrabalancear o clima de "terror".

Certamente continuarei acompanhando :D

slytherina
slytherina Autor
Eu não sei muita coisa sobre a história da Alemanha hitlerista e o antisemitismo. Fiz pesquisa, mas ela é falha e superficial.
Como situei a ficção por volta de 35, Hitler já era chanceler, o povo estava propenso ao nacionalismo e ufanismo (todos o adoravam), mas o antisemitismo ainda não era oficial, pelo menos ainda não era obrigatório o uso da estrela de Davi, e a exoneração dos judeus, de todo e qualquer cargo público. Nesse período, os judeus ainda podiam ir e vir, como também frequentar escolas, teatros e restaurantes. Somente no fim da década e com o advento da guerra, foi que o antisemitismo se tornou perseguição, e um pouco mais tarde, genocídio ou holocausto.
Quer dizer, fazendo uma analogia com o preconceito contra nordestinos, em que eles são vítimas de chacota e desprezo, inclusive na televisão, em programas de auditório. Além de serem acusados pelos paulistas da periferia, de usurpadores de vagas no trabalho; são agredidos em via pública, porque falam diferente, são fisicamente diferentes, e cultuam seu próprio folclore e tradições.
Então, é possível que os judeus tenham sido humilhados, desprezados e maltratados durante toda a história da humanidade, mas até o aparecimento do nazismo, ninguém tinha lançado mão, de uma forma globalizada e sistemática, da "solução final".
N
Nikky

Sinceramente, nesse site eu estou acostumada a ver aspirantes a escritores, normalmente menores de idade que sonham em estar em um poderio de fama ao melhor estilo Stephenie Meyer, e você não é nem um pouco como eles. Alguns tem mesmo talento. Na verdade eu não entendi muito da história. Eu peguei a ideia mas não dei a mínima para as datas, e mesmo que estivessem erradas eu não me importaria nem um pouco, porque o enredo em si só poderia perdoar cada uma delas. E você não parece mesmo os outros que eu conheço aqui. Quantos anos você tem?

slytherina
slytherina Autor
Tenho 47 anos. Já percebi que sou a mais idosa do site. Chego a me sentir a ovelha negra destoando de todos. Estou em processo de abandono da conta, e estipulei a data limite para o fim de dezembro. Espero até essa data, concluir todos os contos em aberto. Já percebi também que o nyah tem talentos genuínos, não só os publicados, mas também os adolescentes que são tão bons quanto Stephenie Meyer. Veja esta fic em questão, fiz pesquisa para escrevê-la e tratei de encher laudas. Há uma fic na página inícial do nyah, que é situada na mesma fase histórica do nazismo, e que é muito superior, sem soar forçada ou artificial. Acredito que estou muito melhor, desde que postei minha primeira fic, pois sequer conhecia o uso correto da língua portuguesa. E hoje já me presto a ser expert em poesia. lol. Sou muito grata ao nyah pela experiência e aprendizado. Obrigada por deixar review, querida. :-)
P
Punk Hell

que linda a sua descrição dos ocorridos.Bem detalhada,ortografia nos trinques,merece recomendação!mas primeiro vou esperar o desenrolar da história.

slytherina
slytherina Autor
Muito obigada por ler e comentar. Desculpe não ter respondido logo. É, acho que perdi uma recomendação. lol